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Os executivos destacaram que o C6 Assistant atuará somente no app do banco e conta com uma série de camadas de proteção
O C6 Bank entra na fila das instituições financeiras que integraram a Inteligência Artificial (IA) à experiência do usuário e, a partir da próxima segunda-feira (2), o C6 Assistant ajudará os clientes a fazer operações do dia a dia.
O anúncio foi feito em um evento com jornalistas nesta quinta-feira (28) e contou com a presença de Philippe Katz, CFO do C6, Gustavo Torres, responsável pela área de inovação e experiência da instituição e José Luiz Santana, Chief of Information Security Officer (CISO) do banco.
Uma das maiores preocupações da integração de novas tecnologias, em especial IAs generativas, como o ChatGPT e o Gemini, diz respeito à segurança dos dados. Por isso, os executivos destacaram que o C6 Assistant atuará somente no app do banco e conta com uma série de camadas de proteção.
“Faz parte de uma boa experiência essa experiência ser segura. Então, segurança é uma parte fundamental de como a gente constrói produtos aqui dentro do banco”, afirma José Luiz Santana.
“O C6 Assistant é só mais um dos nossos produtos, e o fator segurança está presente desde a fase de concepção do assistente. Já passamos da época que é segurança contra experiência”, explica.
O chatbot inteligente é capaz de fazer PIX e pagamentos de forma mais simples e rápida.
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Isso porque o C6 Assistant é treinado para reconhecer dados de pagamento de qualquer lugar — conversas de redes sociais, boletos digitais, mensagens de voz e até mesmo textos escritos à mão num papel.
Os itens podem ser encaminhados para o assistente a partir de qualquer aplicativo ou adicionados como arquivo no próprio chat. Também é possível enviar PIX aos contatos salvos no app do banco sem a necessidade de digitar chaves. Nesse caso, a IA obedece a comandos tão simples quanto "PIX de 100 para Marina", por exemplo.
Uma das funcionalidades do C6 Assistant permite ao usuário controlar seus gastos com uma pergunta. O aplicativo retorna em formato de gráfico os principais gastos com alimentação, transportes e outros.
Além disso, também é possível fazer o mesmo para os investimentos no banco. O Seu Dinheiro perguntou aos executivos se essa funcionalidade também inclui o open finance, que permite ver saldos e outras informações dos bancos cadastrados.
Isso porque o open finance já foi motivo de rusgas entre instituições financeiras. No entanto, essas informações aparecem como “mais um dado” dentro do aplicativo do C6, garantindo a segurança estipulada pelo Banco Central para esse compartilhamento.
“Nossa plataforma de IA generativa é feita em microsserviços e uma das capacidades que ela tem é exatamente plugar todos os serviços do banco para que a gente possa criar novos produtos e soluções, e uma dessas capacidades é plugar ali o Open Finance”, comenta Torres.
De acordo com os números apresentados pelo CFO do C6, Philippe Katz, a fintech tem uma carteira de crédito de R$ 48 bilhões, atuando em oito áreas de negócio — pessoa física e jurídica, consignado, câmbio, banco de atacado financiamento de veículos e imóveis, além de corretagem.
O banco nasceu em 2019 e, em janeiro de 2020, atingiu a marca de um milhão de clientes e, em agosto de 2023, o atingiu uma participação de 46% nos negócios da fintech. Quatro meses depois a instituição atingiu seu primeiro lucro mensal (breakeven), estimado em aproximadamente R$ 15 milhões.
O primeiro semestre deste ano também foi um momento importante, quando houve lucro de R$ 969 milhões nos seis primeiros meses de 2024. Hoje, o C6 conta com R$ 86 bilhões em ativos totais e um índice de eficiência de 39%.
A eficiência também vem melhorando. Tanto que a inadimplência do banco atingiu o ápice em agosto de 2022, a 5,5%, mas registrou queda até outubro de 2024, caindo para 2,8%.
Para este ano, as estimativas são ainda mais animadoras: encerrar o ano com uma carteira de crédito da ordem de R$ 59 bilhões e lucro de mais de R$ 2 bilhões no ano, mantendo a inadimplência na casa dos 3%.
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