O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia elegeu os bancos BTG Pactual, XP Investment Banking e Citigroup como assessores financeiros para a possível operação
As engrenagens do mercado de capitais brasileiro giram a todo o vapor em 2024, com mais uma oferta de ações prestes a ser lançada na bolsa brasileira. O Banco de Brasília - BRB (BSLI4) está a passos de anunciar um follow-on bilionário na B3.
A intenção da companhia é lançar o follow-on ainda no primeiro semestre de 2024 — e já elegeu na última quarta-feira (31) os bancos BTG Pactual, XP Investment Banking e Citigroup como assessores financeiros para a possível operação.
Segundo o fato relevante, a escolha das instituições busca “potencializar os resultados pretendidos e minimizar os riscos inerentes à oferta pública”.
Vale lembrar que o banco já trabalha com a ideia de uma operação do tipo desde meados do ano passado, quando iniciou estudos sobre a viabilidade de uma nova oferta de ações no início de julho.
Durante o processo, o BRB afirmou ter recebido análises que estimavam que a oferta poderia levantar entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões em “cenários favoráveis” e mantendo o horizonte de condições analisadas na época.
“No caso da operação vir a se concretizar, será mantido o controle por parte do acionista controlador”, destaca a instituição. Hoje, o banco tem como acionista majoritário o Governo do Distrito Federal, com uma fatia de 71,92%.
Leia Também
Já o objetivo do follow-on é expandir o negócio, de acordo com o BRB. O banco encerrou o terceiro trimestre de 2023 com um total de R$ 48,4 bilhões em ativos totais e uma carteira de crédito ampliada de R$ 34,6 bilhões.
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética