O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Vale relembrar que a Dasa declarou que faria o pagamento de R$ 54,1 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) até dezembro do ano passado
A Diagnósticos da América (Dasa) terminou 2023 com uma notícia ruim para os investidores: o cancelamento dos dividendos que seriam pagos no final de dezembro. Mas teve que começar 2024 se explicando para a bolsa de valores brasileira.
A B3 enviou logo no início de janeiro um ofício pedindo esclarecimentos a respeito do tema e a empresa respondeu, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários na última sexta-feira (16).
Vale relembrar que a Dasa declarou originalmente, em dezembro de 2022, que faria o pagamento de R$ 54,1 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP). O cálculo considerava o patrimônio líquido apurado até outubro daquele ano e "reflexos contábeis" projetados para 31 de dezembro.
No entanto, em março do ano passado, a companhia identificou que não havia reserva de lucros suficiente para a distribuição.
Mas, em um "esforço para não gerar prejuízo aos acionistas", o conselho decidiu enquadrar o valor já anunciado como antecipação dos dividendos obrigatórios projetados para o exercício de 2023 e depositá-lo na conta dos investidores até 31 de dezembro do ano passado.
Em 19 de dezembro, porém, a Dasa comunicou ter apurado prejuízo nos trimestres encerrados até setembro, o que impede o pagamento de JCP.
Leia Também
A divulgação de projeções que não corresponderam à realidade não passou despercebida pela B3, que relembrou que a administração diz possuir um sistema de "controles internos adequados" que permite a preparação de demonstrações financeiras e elaboração de estimativas.
Diante disso, e também do histórico de prejuízos da empresa nos últimos quatro anos, a operadora da bolsa brasileira pediu esclarecimentos sobre as estimativas divulgadas em dezembro de 2022 e março de 2023.
"A companhia, ao informar que haveria pagamento de JCP, deveria considerar um forecast positivo, assim como resultado suficiente para que o pagamento do JCP pudesse ser realizado", diz o ofício enviado à Dasa.
A Dasa confirmou que possui e executa "controles efetivos e adequados" para preparar e divulgação suas demonstrações financeiras.
Mas destacou que a deliberação do conselho de administração que autorizou a distribuição do JCP estava condicionada à ratificação em Assembleia Geral Ordinária que ocorreria apenas em 2023, "quando já estivessem concluídas e divulgadas as demonstrações financeiras relativas ao exercício social de 2022".
Ao verificar que não haveria reserva de lucro suficiente em 2022, o CA então submeteu aos acionistas a proposta de distribuir os proventos com base na antecipação de dividendos obrigatórios projetados para o exercício seguinte.
"Embora não houvesse reservas de lucro suficientes para servir de lastro ao pagamento dos JCP naquele momento, a administração julgou, com base nas informações disponíveis naquela data, que seria possível realizar o seu pagamento com base nos dividendos obrigatórios projetados para o exercício social de 2023", diz a companhia.
Entre os fatores que fizeram o CA acreditar na possibilidade de distribuir os proventos a companhia lista o cenário de "forte início de ano" para ambas as operação — diagnósticos e hospitais. De acordo com a resposta enviada à B3, o primeiro trimestre fechou "bastante acima do orçamento aprovado" pelo órgão.
"Foi demonstrado ao conselho que as receitas superavam o orçamento em 15% para o negócio de diagnósticos e em 14% para o negócio de hospitais, e margem bruta 1,7 ponto percentual acima do previsto."
Nos meses subsequentes, porém, a empresa alega que uma série de eventos negativos macroeconômicos e no segmento de saúde privada compensaram os resultados positivos do primeiro trimestre.
"Ambas as frentes de negócio não performaram como o esperado por diversos motivos. Estes fatores, além de outros eventos ocorridos ao longo do exercício, contribuíram para que não houvesse lucro no exercício de 2023, ficando frustrada a condição para a distribuição dos JCP", argumentou a Dasa.
Nova “Regra dos 50” aumenta dúvidas dos investidores no curto prazo, mas, para analistas, há espaço para ações saltarem nos próximos meses
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana