O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A possível união dos negócios será definida após um processo de due diligence (investigação prévia para avaliar potenciais riscos da transação)
A Ybyrá Capital (YBRA4) entrou no noticiário recentemente após a criação de uma joint venture nos Estados Unidos com a Petrogoiás, distribuidora brasileira de combustível. O clima norte-americano parece ter agradado a holding brasileira, que assinou um memorando de entendimento (MOU) para uma potencial fusão com uma companhia listada na Nasdaq.
De acordo com fato relevante enviado à CVM na noite da última quinta-feira (5), a empresa afirmou que celebrou o documento de potencial fusão com a Security Matters (SMX), listada na bolsa de tecnologia norte-americana com o ticker SMX.
A possível fusão será definida após um processo de due diligence (investigação prévia para avaliar potenciais riscos da transação), comuns a esse tipo de negociação.
“A fusão é parte do plano da companhia para concentrar seus esforços de busca de liquidez para seus ativos e ter como solução uma empresa listada em uma bolsa americana conectando os ativos brasileiros e americanos em carteira com os principais investidores institucionais globais”, escreve a Ybyrá, no comunicado.
Ainda segundo o documento, o MOU abrange a possibilidade de troca de papéis entre os acionistas da Ybyrá Capital e da SMX. Esse passo só deve ficar mais claro após o processo de valuation dos negócios, com um laudo de avaliação emitido por profissionais das respectivas empresas e áreas analisadas.
Vale lembrar que a troca de ações havia sido aprovada em assembleia na última quinta-feira e deve ser aprovada mais uma vez no próximo encontro de acionistas, marcado para o próximo dia 17.
Leia Também
Além de reiterar a proposta, deve ocorrer também o maior detalhamento da operação entre os acionistas.
Falando um pouco sobre a área de atuação e potencial sinergia entre as empresas, a SMX é especializada em soluções avançadas de marcação, rastreamento e verificação, garantindo a autenticidade de um produto e a transparência da cadeia de suprimentos em diversos segmentos.
Do outro lado, a Ybyrá é uma holding de investimentos brasileira com mais de US$ 1 bilhão em ativos sob gestão, atuando nos setores de negociação de commodities, energia, mercado agrícola, mineração, logística offshore, terminal portuário, imobiliário, setor financeiro e PD&I.
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar