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Segundo a varejista, os credores titulares da maioria dos créditos quirografários — aqueles sem garantia — aderiram às deliberações sobre o plano de recuperação judicial do grupo, homologado em 26 de fevereiro de 2024
A quarta-feira (17) começou com a notícia de que o comitê independente confirmou que houve fraude contábil na Americanas (AMER3) — uma constatação que não é surpresa após 17 meses de investigação. Mas o dia terminou com uma notícia positiva: mais um grupo de credores aderiu ao plano de recuperação judicial da varejista, abrindo caminho para novas emissões e pagamentos.
Segundo a Americanas, os credores titulares da maioria dos créditos quirografários — aqueles sem garantia — aderiram às deliberações sobre o plano de recuperação judicial do grupo, homologado em 26 de fevereiro de 2024.
A assinatura do termo de adesão, segundo a companhia, permitirá “a consecução dos objetivos e a implementação de termos e condições previstos no PRJ aplicáveis aos Credores Quirografários Opção II”.
As alterações promovidas pelas deliberações visam, principalmente, segundo a Americanas, permitir a emissão de debêntures privadas para reestruturação e pagamento de parcela do Saldo Créditos Quirografários Opção II - Pós Leilão Reverso.
Os recursos serão utilizados pelos titulares para integralização de debêntures a serem emitidas em até 90 dias.
Outro objetivo é prever o bloqueio da compra e venda de novas ações capitalização de créditos não abrangidas pelo acordo de lock-up credores, pelo prazo de 20 dias contados da data de fechamento.
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Além disso, estende-se de 12 para 24 meses o prazo para constituição da unidade privada isolada (UPI) da Hortifruti Natural da Terra (HNT), cujas ações serão outorgadas em alienação fiduciária para garantia do pagamento das debêntures.
As alterações também visam substituir a garantia fidejussória das debêntures; permitir a segregação dos ativos integrantes das empresas e a venda deles no curso normal dos negócios e dos pontos comerciais das lojas; além de alterar o prazo e condições de pagamento dos créditos intercompany.
A Americanas protagoniza o maior escândalo da história do mercado de capitais no Brasil.
Em janeiro do ano passado, a varejista entrou com um pedido de recuperação judicial diante do agravamento da situação financeira da companhia.
À época, a empresa comandada pelo famoso trio de empresários formado por Jorge Paulo Lehman, Beto Sicupira e Marcel Teles somava dívidas no valor de R$ 43 bilhões com bancos e fornecedores, além de questões trabalhistas.
Após adiar várias vezes seu balanço, foram confirmadas fraudes na casa das dezenas de bilhões de reais. Em relação a 2021, o “maior lucro da história” da Americanas converteu-se em um prejuízo líquido de R$ 6,237 bilhões.
E o prejuízo da varejista mais do que dobrou em 2022. A Americanas fechou aquele ano com R$ 12,912 bilhões no vermelho.
Já a fraude contábil foi estimada em R$ 25,2 bilhões, muito próximo do rombo calculado quando a Americanas admitiu que o episódio ia muito além de "inconsistências contábeis".
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
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