O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a Cury a aprovar um programa de recompras robusto como esse; entenda o que está por trás da decisão
A Cury (CURY3) decidiu na última quarta-feira (18) retirar milhões de papéis de circulação do mercado. O anúncio acontece após a empresa perder mais de 20% do valor das ações na bolsa brasileira em um mês em meio à pressão do cenário macroeconômico brasileiro.
A construtora, que tem foco em unidades residenciais para a população de baixa e média-baixa renda, aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações para aumentar a geração de valor para os acionistas.
A companhia pretende adquirir até 11,72 milhões de papéis, equivalente a cerca de 10% do total de ações CURY3 atualmente em circulação no mercado, de 137.108.025 papéis.
O programa teve início nesta quinta-feira (19) e poderá ser estendido por 18 meses, até o dia 18 de junho de 2026.
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a Cury (CURY3) a aprovar um programa de recompras como esse. Entre eles, estão:
No caso da Cury, a construtora com foco em baixa renda afirma que o objetivo da operação é “fomentar o desenvolvimento de valor para seus acionistas”.
Leia Também
Vale lembrar que a recompra é justamente uma das maneiras que uma empresa pode escolher para dar retorno para o investidor, em uma espécie de “pagamento indireto de dividendos” aos acionistas.
Afinal, caso a companhia opte por cancelar as ações recompradas, o acionista ganha por acabar com uma participação proporcionalmente na empresa maior após a operação — e consequentemente ter direito a uma fatia maior do lucro e dos proventos no futuro.
No entanto, a recompra de ações faz com que os papéis percam liquidez na bolsa, uma vez que menos ações são negociadas no mercado.
A Cury (CURY3) pretende usar o “valor global de recursos disponíveis” para financiar a recompra de ações, incluindo as reservas de lucro e de capital e o resultado já realizado do trimestre em andamento.
No entanto, a empresa destacou que a operação está alinhada com sua atual situação financeira e não deve prejudicar o cumprimento das obrigações assumidas com credores e nem mesmo o pagamento do dividendo obrigatório aos acionistas.
Quando uma companhia recompra suas ações em programas como esse, os papéis deixam de circular na bolsa de valores e passam a ser mantidos em tesouraria.
A Cury pretende manter os papéis adquiridos no programa em tesouraria, cancelar ou vender os ativos, tanto em mercado como para beneficiários de eventuais planos de incentivos baseados em ações que venham a ser aprovados pela companhia no futuro.
Atualmente, a empresa soma pouco mais de 1,99 milhão de ações CURY3 mantidas em tesouraria.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha