O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gigante de dados e gestão de informações Experian está perto de fechar a compra da ClearSale, segundo o site Brazil Journal
As ações da ClearSale (CSLA3) foram destaque de alta na bolsa brasileira na tarde desta sexta-feira (5) — e a “culpa” é toda da Experian, dona da Serasa no Brasil.
O impulso das ações acompanhou os rumores de que a Experian estaria em negociações finais para adquirir a ClearSale. A informação foi publicada pelo Brazil Journal.
Os papéis CSLA3 encerraram o pregão em alta de 15,01% em reação à notícia, negociados a R$ 5,90 No acumulado de 2024, a valorização chega a 58%.
A ClearSale se manifestou sobre a notícia após o fechamento e afirmou que, neste momento, "a companhia não está em negociações finais ou firmou qualquer documento nem figura como parte de qualquer negócio vinculativo".
Porém, a empresa antifraude reconheceu que mantém contatos frequentes com potenciais parceiros de negócios, incluindo o Serasa.
"A companhia avalia potenciais operações para ampliação de seus negócios e investimentos, incluindo por meio de eventuais aquisições de participação, parcerias e/ou reorganizações societárias com diversos participantes do mercado", escreveu, em fato relevante enviado à CVM.*
Leia Também
O otimismo que tomou os papéis hoje deve-se à expectativa de sinergias que seriam trazidas pelo negócio, já que a operação da ClearSale é considerada como altamente complementar ao da dona do Serasa.
Afinal, a Experian é um gigante global de gestão de informações e banco de dados, enquanto a ClearSale atua em três principais frentes de negócio atualmente: transacional em novos segmentos, como tickets e links de pagamentos; crédito e mercados financeiros, com score de crédito; e Pix.
Segundo o Brazil Journal, as negociações entre as empresas teriam começado no início do ano. O processo de due diligence — etapa fundamental para fusões ou aquisições — teria chegado ao fim no mês passado.
De acordo com as fontes, o potencial negócio inclui um prêmio considerável sobre o valor de mercado da companhia especialista em prevenir fraudes em transações online, de pouco menos de R$ 1 bilhão.
Além do montante envolvido no negócio, o fundador da ClearSale, Pedro Chiamulera, potencialmente também passaria a desempenhar um cargo global na Experian.
Vale destacar que, atualmente, os maiores acionistas da ClearSale são justamente o fundador Pedro Chiamulera, com uma fatia de 35,3%, e a Innova Capital, que detém 17% da companhia.
Os maiores acionistas da ClearSale são o fundador Pedro Chiamulera com 35,3%; e a Innova Capital, de Verônica Serra, com 17%.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a ClearSale não havia retornado o pedido de comentário até o momento de publicação desta matéria.
A ClearSale (CLSA3) registrou um leve aumento de 0,8% do lucro líquido no quarto trimestre de 2023 em relação a igual intervalo do ano anterior, a R$ 5,2 milhões.
No ano, a companhia conseguiu reduzir as perdas acumuladas em 24,4%, mas manteve um prejuízo líquido de R$ 38 milhões.
“O nosso resultado de 2023 faz parte de uma trajetória de transição estratégica. Hoje temos mais controle sobre nossas despesas e somos uma empresa muito mais eficiente e mais tecnológica para encarar os desafios do futuro”, disse o CEO Eduardo Mônaco, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Por sua vez, a receita operacional líquida recuou 11,4% no comparativo anual, a R$ 133,6 milhões. No ano, a cifra chegou a R$ 504,1 milhões.
A companhia manteve a estratégia dos últimos trimestres de “sacrificar” temporariamente a receita para priorizar um aumento de margens nos últimos três meses de 2023, em meio ao reposicionamento de soluções para negócios mais rentáveis no longo prazo.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 21,8% em relação ao quarto trimestre de 2022, para R$ 8,9 milhões. No acumulado de 2023, o montante foi negativo em R$ 39,4 milhões, uma melhora de 27% frente à cifra do ano anterior.
A companhia gerou R$ 44,4 milhões em caixa operacional em 2023, atingindo uma posição de caixa líquido de R$ 353,3 milhões no fim do ano passado.
*Matéria atualizada às 17h33 para incluir o posicionamento da ClearSale.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital