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No futebol, ficamos tentados a avaliar o potencial preditivo das séries invictas, bem como de suas quebras
A Argentina chegou para a Copa do Catar ostentando uma incrível série de 36 partidas invictas.
Com apenas mais um jogo ileso, os soldados de Messi igualariam o recorde mundial da Itália.
No entanto, não só perderam a oportunidade de recorde como colocaram a própria existência na Copa em xeque ao tomarem uma virada de 2 x 1 para a Arábia Saudita.
Quanto à seleção colombiana, chegou para a final da Copa América com 28 disputas invictas.
Já sabendo o que aconteceu com Argentina e Colômbia em cada uma das competições, ficamos tentados a avaliar o potencial preditivo das séries invictas, bem como de suas quebras.
Afinal, o Ibovespa foi capaz de registrar 11 altas consecutivas no início de julho, amargamente interrompidas pelo pregão de terça-feira.
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Antes de pularmos para conclusões fáceis, devemos tomar nota de que o score de Bolsa possui maior profundidade estatística do que o score futebolístico.
No ambiente de Bolsa, a goleada é muito mais importante do que a vitória, enquanto no contexto do futebol a vitória geralmente é mais importante do que a goleada.
Ou seja, 11 altas consecutivas de 0,01% e com ADTV < R$ 20 bilhões dariam pouca razão a comemorar para os investidores, enquanto 11 vitórias consecutivas por 1 x 0 poderiam deixar os torcedores em êxtase com um novo título mundial.
Feita essa ressalva, resta-nos a consideração dos clusters de Mandelbrot - que brotam organicamente dos fenômenos fractais, e não dependem necessariamente de relações causais.
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De fato, o mercado financeiro costuma se comportar com viés inercial, seja ele negativo ou positivo.
Taticamente, tais vieses podem ser aproveitados por meio do momentum trading, em que se compra aquilo que está vencendo e se vende aquilo que está perdendo.
Porém, todo momentum trading carrega a semente da própria destruição, já que os retornos esperados vão diminuindo conforme cresce a série de invencibilidade.
No mundo dos esportes, as Bets também ajustam dinamicamente seus payoffs, oferecendo retornos generosos para as zebras e retornos modestos para os vencedores seriais.
Dessa forma, registros extensos de invencibilidade embutem a troca entre um pequeno ganho provável e um enorme ganho (quase) impossível.
Quem apostou na Arábia Saudita se deu bem, naquela partida específica.
E quem apostou na Argentina campeã logo depois do jogo com a Arábia Saudita também se deu bem.
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