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Se a ideia é investir em empresas confiáveis, geradoras de caixa e descontadas que conseguirão atravessar o ambiente macro sem sustos mesmo que o clima venha a piorar novamente, esse é um ótimo momento para investir
Desde o início de seu terceiro mandato, Lula parece ter escolhido no mercado o seu vilão favorito, e sempre que fala alguma coisa que estressa a bolsa, o Ibovespa ou a curva de juros, dá de ombros e deixa a entender que não está nem aí, e que isso é um problema do próprio mercado.
Entendemos que isso faz parte da boa e velha narrativa populista, e o discurso "contra a elite" representada pelo mercado de capitais pode até ajudar em algum aspecto.
O problema é quando a coisa se descontrola e bate no dólar, que disparou quando o clima entre o presidente e "o mercado" se acirrou.
Dada a baixa quantidade de CPFs cadastrados na bolsa brasileira, pode até ser que a desvalorização do Ibovespa não tenha lá grandes repercussões eleitoreiras.
O problema é que o dólar afeta a todos – na verdade afeta principalmente os mais pobres, justamente para os quais o presidente costuma discursar.
A alta do dólar pega entre outras coisas nos alimentos, no gás de cozinha e na gasolina – que inclusive foram reajustadas nesta semana, muito por conta dessa disparada recente do câmbio.
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E isso gera mais inflação, que contrata novos aumentos de Selic e provocam desaceleração da economia, o que não é bom para ninguém.
Felizmente, o governo parece ter entendido o recado cambial, porque foi só o dólar se aproximar dos R$ 5,70 para começarmos a ver uma mudança repentina de tom.
Além de passar a defender o arcabouço, na semana passada Lula disse que a responsabilidade fiscal "é um compromisso", o que trouxe um alívio para o dólar e também ajudou o Ibovespa.
Isso está relacionado ao tema do "cercadinho", que comentamos há algumas semanas: quando as coisas estão prestes a descambar, "forças invisíveis" surgem para colocar a casa minimamente em ordem.
Fato é que depois de apanhar bastante, o humor do mercado melhorou, e isso tem acontecido junto com a divulgação de dados macro bastante positivos.
No Brasil, o IPCA ficou bem abaixo das estimativas, por ora afastando os riscos de uma nova alta da Selic.
Nos Estados Unidos, a inflação medida pelo CPI caiu -0,1% na comparação com o mês anterior, aumentando ainda mais as chances de dois cortes de juros pelo Fed ainda em 2024.
Obviamente, não temos como saber se a sensatez fiscal do governo vai perdurar, e nem se a inflação finalmente vai permanecer comportada.
O que sabemos é que, por apenas 8x preço/lucro, a alta vista nesta semana será apenas um aperitivo caso o cenário melhore de verdade.
Mas calma porque ainda não é hora de fazer loucura e comprar ações na bolsa de empresas capengas que podem virar poeira caso o cenário volte a azedar.
No entanto, se a ideia é investir em empresas confiáveis, geradoras de caixa e descontadas que conseguirão atravessar o ambiente macro sem sustos mesmo que o clima venha a piorar novamente, esse é um ótimo momento para investir.
Uma dessas companhias é o Itaú (ITUB4), mas a série Vacas Leiteiras traz um rebanho repleto de empresas que se encaixam nessa categoria e ainda pagam excelentes dividendos.
Se quiser conferir, deixo aqui o convite.
Um grande abraço e até a semana que vem.
Ruy
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