O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Relatório de produção foi divulgado ontem; números positivos para o minério de ferro insinuam que a China não conseguiu ‘derrubar’ a Vale por completo
A Vale (VALE3) divulgou ontem (15) as prévias operacionais do terceiro trimestre de 2024 (3T24), revelando alguns números favoráveis para o minério de ferro, mesmo com a “questão China” pairando sobre o negócio.
Hoje, o mercado repercute positivamente os números revelados pela mineradora, e a ação sobe 1,23%, por volta das 14 horas.
Para os analistas do BTG Pactual, Itaú, Santander, BB Investimentos e Empiricus, o panorama é positivo, mas as instituições têm recomendações diferentes para a ação.
Relembrando alguns dados:
Para ver na íntegra todos os números e entender melhor a análise dos especialistas, leia aqui a matéria completa sobre a prévia operacional.
Leia Também
Na visão dos analistas do BTG Pactual, o relatório de produção da Vale trouxe números levemente acima do esperado.
No entanto, a volatilidade atrelada à mineradora – muito causada pela especulação em torno da recuperação chinesa – ainda continua sendo uma “pedra no sapato” para prever os próximos passos.
Embora reconheça os sinais operacionais positivos, o banco prefere manter-se neutro em VALE3. “Estamos esperando por maior clareza sobre os fatores de pressão e o ambiente macroeconômico antes de fazer qualquer mudança significativa”, escreveram os analistas no relatório.
A expectativa para 2025 é de revisões negativas para a ação, considerando um cenário em que o preço do minério de ferro será mais baixo.
Já a Empiricus, casa de análise pertencente ao mesmo grupo do BTG, mantém-se mais otimista com a Vale, considerando que o relatório operacional do 3T24 deu um sinal positivo para os investidores.
“Depois de alguns anos com números de produção decadentes, a prévia do trimestre e a revisão para cima do guidance mostram que a companhia está na direção certa e amenizam um pouco as preocupações com relação à demanda por minério na China”, comentam os analistas.
Considerando a melhora de produtividade e bons níveis de dividendos, a Empiricus avalia a mineradora como barata no atual momento e recomenda a compra.
Outra instituição que mantém recomendação de compra é o Itaú, ao avaliar a prévia operacional como ligeiramente positiva.
O volume de produção do minério de ferro (tanto pelotas quanto finos) foi em linha com o esperado pelo banco, enquanto os preços vieram levemente acima do esperado.
O Itaú estima o Ebitda do 3T24 da Vale em US$ 3,35 bilhões (R$ 18,9 bilhões), o que representa uma queda de 29% na comparação anual. Os analistas reforçam que estão confiantes com essa projeção.
Outro “bancão” brasileiro manteve sua classificação “outperform” (equivalente à compra) para a mineradora: o Santander.
O volume de vendas do minério de ferro veio 5% acima das expectativas da instituição. Lembrando que o valor foi de 81,838Mt – crescimento de 2,6% na base trimestral.
Para o Ebitda do 3T24, o Santander é mais otimista que o Itaú, projetando uma cifra de US$ 3,5 bilhões (R$ 19,8 bilhões).
A Vale permanece como a principal escolha para o setor de materiais básicos da América Latina.
Por fim, o BB Investimentos, que recomenda a compra de VALE3 com preço-alvo de R$ 74, também recebeu de forma positiva a prévia operacional.
O destaque no relatório foi o volume de produção do minério de ferro (91 Mt), que atingiu o maior patamar desde o 4T18, antes do acidente em Brumadinho
“Os números de produção superaram nossas estimativas e, em nossa opinião, mostram que a companhia está sendo bem-sucedida em sua estratégia de busca de um crescimento sustentável no desempenho de suas operações”, escrevem os analistas.
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro