O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dividendos extraordinários ajudariam o Tesouro, mas decisão sobre quanto e quando distribuir cabe à Petrobras, diz Haddad
Os investidores castigam as ações da Petrobras (PETR4) desde a retenção dos dividendos extraordinários.
Ainda assim, a distribuição dos proventos é "dinâmica" e será avaliada "no momento oportuno".
Comentários nesse sentido foram feitos pelos ministros da Fazenda e de Minas e Energia, Fernando Haddad e Alexandre Silveira.
Ambos falaram à imprensa ao término de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o CEO da Petrobras, Jean-Paul Prates, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, na segunda-feira.
Haddad disse não ser papel do Ministério da Fazenda pressionar de um "lado ou de outro" nessa discussão.
O ministro argumentou que a decisão do conselho da Petrobras foi tomada levando em conta que a distribuição dos dividendos extraordinários será feita à medida que ficar claro para o colegiado que essa divisão não vai comprometer o plano de investimento da empresa.
Leia Também
De qualquer modo, o governo seria o maior beneficiário de uma eventual distribuição extraordinária de dividendos por parte da Petrobras.
Haddad disse ainda que o governo não depende dos recursos da Petrobras para cumprir sua ambiciosa meta de zerar o déficit primário já em 2024.
Embora reconheça que o dinheiro reforçaria as contas do Tesouro, Haddad ressaltou que o Orçamento de 2024 não conta com esses recursos.
O comentário de Haddad vem à tona em um momento no qual a viabilidade da meta é questionada e circulam rumores de que ela poderia ser revisada.
"O que consta do orçamento vai ser distribuído, inclusive acima do previsto no orçamento, pelos lucros ordinários das estatais. Inclusive teve Banco do Brasil com lucro acima do previsto, várias empresas com lucro acima do previsto, e por isso os dividendos ordinários serão superiores ao previsto no orçamento. (A decisão da Petrobras) não compromete o primário. Se distribuir mais, ajuda, mas o que consta do orçamento é o que está lá e vai ser performado naturalmente."
Fernando Haddad, ministro da Fazenda.
Tanto Haddad quanto Silveira negaram que a questão dos dividendos tenha sido discutida na reunião com Lula.
Em postagem no X (antigo Twitter), Lula escreveu que a conversa girou em torno de "investimentos em fertilizantes, transição energética, enfim, no futuro do nosso país".
Haddad ressaltou ainda que a conveniência de quanto ou quando será a distribuição é uma decisão que caberá à Petrobras.
Já o ministro Silveira disse que tanto ele quanto Fernando Haddad e Rui Costa, trabalham em sinergia com o presidente Lula.
"Ninguém está ameaçado. O governo é um só", disse, acrescentando que Lula respeita a governança da Petrobras.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras