🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O otimismo cauteloso dos FIIs: mercado ainda confere oportunidades — e aqui está uma delas

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) vem silenciosamente renovando máximas em 2024 com queda dos juros, desconto dos FIIs e mudanças da regulação

31 de março de 2024
7:11 - atualizado às 16:34
Vista aérea de uma cidade com muitos prédios | Fundos imobiliários fundo imobiliário
Fundos imobiliários (FIIs) - Imagem: Shutterstock

Nos últimos meses, recebi mais de um material com título "Otimismo Cauteloso" envolvendo os ativos domésticos. Para quem acompanha o mercado financeiro brasileiro há anos, este é um dos sentimentos mais tradicionais dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto é, mesmo quando avaliamos cenários de alta, o termo "cautela" está sempre presente na postura dos participantes brasileiros mais experientes.

A dinâmica das últimas semanas exemplifica bem essa situação. Nos Estados Unidos, a reunião do Federal Reserve (Banco Central americano) permitiu um alívio de riscos, sinalizando que o primeiro movimento de queda dos juros deve chegar em junho.

Diante desse movimento, as bolsas globais avançaram e o S&P 500 beira suas máximas históricas, aos 5.250 pontos.

No contexto local, por mais que o Brasil seja considerado um grande "Beta" do mercado global, a Bolsa caminhou em trajetória contrária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ruídos envolvendo a conduta geopolítica do governo, o equilíbrio fiscal e o controle da inflação dominaram a narrativa deste primeiro trimestre, fazendo com que o Ibovespa caísse 4,5% no período e frustrasse as expectativas do mercado.

Leia Também

Neste momento, encontramos um ponto curioso para a indústria local, no qual o contexto macroeconômico tende a favorecer os ativos de risco, que estão bem descontados, mas o comportamento dos investidores segue discreto.

O próprio Luis Stuhlberger, renomado gestor do fundo Verde, citou cenário semelhante em evento recente.

E os fundos imobiliários (FIIs)?

Enquanto isso, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) vem silenciosamente renovando suas máximas em 2024. Os três meses do ano apresentaram altas consecutivas, fundamentadas nos argumentos detalhados na última coluna: i) queda dos juros; ii) desconto dos FIIs; e iii) mudanças da regulação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No acumulado, o Ifix registra alta de quase 3% no ano. De fato, trata-se de uma performance tímida, mas suficiente para superar os outros índices domésticos e manter o status de "otimismo cauteloso" para o mercado de FIIs.

Apenas para curiosidade, este é o panorama de desempenho entre setores e ativos individuais do primeiro trimestre do ano.

O que vem pela frente para os FIIs?

De início, vale comentar que os três fundamentos citados anteriormente permanecem sólidos e devem sustentar a alta do Ifix ao longo de 2024. Contudo, existem algumas ponderações a serem feitas.

No contexto doméstico, há uma discussão importante no que diz respeito à taxa de juros. Com alguns indicadores de inflação um pouco acima das estimativas do mercado e o Copom flexibilizando marginalmente sua atuação para as próximas reuniões, surge uma incógnita sobre o término do ciclo de queda da Taxa Selic. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste momento, as apostas do mercado convergem para 9% a.a. para o final de 2024. Mas a amplitude de possibilidades do contexto atual deve provocar volatilidade no mercado para os próximos meses.

Os fundos imobiliários, tradicionais veículos para captura de valor em momentos de queda dos juros, são sensíveis a este movimento.

Outra questão são as mudanças regulatórias em torno do mercado financeiro. Após restrições envolvendo a emissão de CRIs, CRAs, LCIs e LCAs, o governo recentemente alterou as regras das debêntures incentivadas também. 

Com a União precisando de recursos e as emissões de FIIs a todo vapor, entendo que os investidores de FIIs deveriam ficar atentos a estes movimentos, mesmo que o governo tenha uma agenda positiva voltada para o mercado imobiliário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Falando de emissões, a cobertura recente da série Empiricus Renda Imobiliária foi extensa. Considerando o relatório de segunda-feira (1), avaliamos quatro ofertas nos últimos 15 dias, totalizando mais de R$ 3 bilhões de captação alvo. Além delas, comentamos brevemente sobre outras propostas no último plantão de dúvidas, disponibilizado na última terça-feira (26). 

Para quem tem interesse nesse tipo de investimento, que pode representar uma oportunidade, recomendo fortemente a leitura, visto que é importante uma avaliação independente sobre as ofertas neste momento. Neste link, encaminho uma promoção especial da assinatura. Confira!

TRX Real Estate (TRXF11): oportunidade pontual

O TRX Real Estate (TRXF11) é um fundo de tijolo voltado para os segmentos de galpões logísticos e varejo, com forte presença no segundo.

Gerido pela TRX e administrado pela BRL Trust, o FII tem por objetivo gerar renda mediante aquisição, desenvolvimento e venda de imóveis locados preferencialmente para grandes empresas com contratos de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, 60,3% do portfólio do TRXF11 está alocado em participações diretas em imóveis. Os outros 29,6% estão em participações indiretas, especificamente via TRXB11, do qual possui quase 100% das cotas. 

Na parcela imobiliária, o fundo conta com mais de 57 imóveis. Desse total 50 são performados e sete em fase de desenvolvimento, locados para um total de sete diferentes empresas.

Os ativos são destinados às operações de varejo de grandes marcas, sendo as principais Grupo Pão de Açúcar (GPA) e Assaí, que ocupam 63% do portfólio. Ambas  possuem dominância no segmento de supermercados e um baixo risco de crédito.

Cerca de 95% dos contratos de locação estão na modalidade atípica com prazo médio de duração de 14,6 anos (mais de 95% programados para depois de 2035). Este fator permite uma alta previsibilidade de receitas para o fundo no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reciclando o portfólio

Nos últimos meses, a gestão trabalha de forma ativa para reciclar os ativos e adicionar novos locatários à carteira, a fim de elevar a diversificação. Inclusive, a TRX realizou negociações recentemente, com o objetivo de vender diversas lojas da marca Assaí e GPA.

Tais transações estão em fase de diligência e devem proporcionar um lucro extraordinário aos cotistas nos próximos semestres.

No passivo, o fundo possui R$ 895 milhões em operações de securitização e contas a pagar, o que gera um loan to value (LTV) de 38% (não considera o endividamento do TRXB11) – boa parte da dívida deve ser pré-paga caso a venda das lojas Assaí seja concluída. 

Mais recentemente, o fundo veio para a décima emissão, com objetivo de levantar R$ 250 milhões, emitindo 2,3 milhões de novas cotas. De acordo com o prospecto definitivo da oferta, os recursos irão para a conclusão do pagamento das compras de novos ativos e para o desenvolvimento das lojas nos terrenos adquiridos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No pipeline divulgado pela gestão, que totaliza R$ 566,6 milhões, há um cap rate médio de 8,3%. É importante comentar que boa parte do valor dos ativos alvo será coberta com a utilização dos recursos provenientes da venda das lojas Assaí.

Segundo o material publicitário da oferta, caso o pipeline e o desinvestimento de ativos se concretizem, o fundo deve registrar uma redução importante do seu LTV, para o patamar de 23%. Além disso, espera-se que a distribuição média mensal atinja a casa de R$ 1 por cota – atualmente, o indicador está em R$ 0,90 por cota.

Fonte: TRX

Nota-se pela tabela acima que as recentes movimentações (transação e emissão) devem proporcionar um avanço nas características do FII, seja na remuneração ou na percepção de risco. 

Riscos do TRXF11

O fundo continua com riscos envolvendo alavancagem e nível de crédito dos locatários, com nível mais controlado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A oferta atual é destinada apenas para investidores profissionais e atuais cotistas, mas entendo que o preço de mercado oferece ligeira oportunidade de compra. 

Após atualizarmos o modelo, encontramos leve potencial de valorização para o TRXF11, aliado a um dividend yield bem atrativo de 13% para os próximos 12 meses, considerando a distribuição do ganho de capital dos empreendimentos em processo de alienação. 

Um abraço,

Caio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar