O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os principais índices americanos fecharam em alta após indicação de Scott Bessent por Donald Trump para chefiar o Tesouro
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira (25) após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, indicar Scott Bessent para chefiar o Tesouro.
A queda de 4% da Nvidia, porém, tirou o ímpeto robusto da abertura e trouxe S&P 500 e Nasdaq para mais próximo da linha da estabilidade ao longo da tarde.
No ajuste de fechamento, Dow Jones subiu 0,99%, aos 44.736,57 pontos; o S&P 500 avançou 0,30%, aos 5.987,37 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,27%, aos 19.054,84 pontos.
Já o índice Russell 2000, de small-caps, que mede o desempenho das empresas de menor capitalização no mercado americano, também atingiu um recorde histórico. O VIX, espécie de "termômetro do medo" em Wall Street, perdia 4,20%, a 14,60 pontos, no final da jornada.
Por aqui, o Ibovespa (IBOV) sustentou os 129 mil pontos alcançados na semana anterior, em meio à expectativa pelo novo pacote fiscal e apoio de Wall Street.
Nesta segunda-feira (25), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,07%, aos 129.036,10 pontos. Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,8055, com queda de 0,15%.
Leia Também
No cenário doméstico, os investidores seguiram acompanhando os desdobramentos das negociações sobre o corte nos gastos públicos do governo federal.
"A escolha de Scott Bessent como secretário do Tesouro dos EUA, rotulado como 'hawk' fiscal, é sensata e logicamente bem recebida pelos mercados globais", resume o Societe Generale, em relatório.
A indicação ainda precisará ser confirmada pelo Senado americano.
A avaliação é a de que Bessent pode se firmar como uma voz em defesa da responsabilidade fiscal no governo Trump 2.0. Gestor de fundo de hedge, Bessent defende uma política econômica que leve o déficit fiscal de volta a um nível abaixo de 3%.
Para o Jefferies, a escolha é um sinal de que os temores por uma desequilíbrio das contas sob Trump eram exagerados.
Os relatos de um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah também ajudaram a revigorar os ânimos, mas a consequente desvalorização do petróleo pressionou os papéis do setor. Chevron encerrou em baixa de 1,23%, ExxonMobil perdeu 1,49% e Occidental Petroleum baixou 2,87%.
Também em destaque negativo, Nvidia recuou 4,18%, em meio às persistentes preocupações quanto à incapacidade da fabricante de chips de cumprir as expectativas mais otimistas do mercado.
Scott Bessent é fundador da gestora Key Square Capital Management. Atuou como conselheiro econômico de Trump e foi um dos principais arrecadadores de recursos para a campanha do republicano à Casa Branca.
A nomeação dele é uma das mais importantes de Trump para a composição do seu gabinete e segue uma série de indicações controversas, como a do apresentador da Fox News Pete Hegseth para a Defesa e o cético em relação às vacinas Robert F. Kennedy Jr. como secretário de Saúde.
Confira aqui o perfil completo do novo indicado de Trump.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda