🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

PRESSÃO NO CURTO PRAZO

Gigante rebaixado: Depois de tantos recordes, Mercado Livre ficou sem espaço para subir mais? Veja o que diz o JP Morgan

O banco norte-americano rebaixou a recomendação para as ações MELI negociadas em Wall Street, de “overweight” — equivalente a compra — para neutro

Camille Lima
Camille Lima
2 de outubro de 2024
12:16 - atualizado às 12:30
Mercado Livre (MELI34).
Montagem com avião do Mercado Livre (MELI34), sob um fundo de gráficos subindo. - Imagem: iStock/Reprodução/Montagem Seu Dinheiro

O Mercado Livre (MELI34) acaba de sofrer um baque. Depois de se tornar a empresa mais valiosa da América Latina em meio a seguidos balanços mais fortes que o esperado, a euforia com as ações do gigante argentino do e-commerce parece ter vacilado — ao menos, do lado do JP Morgan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco norte-americano rebaixou a recomendação para as ações MELI negociadas em Wall Street, de “overweight” — equivalente a compra — para neutro.

No entanto, os analistas mantiveram o preço-alvo de US$ 2.400 para dezembro de 2025, o que implica uma alta potencial de 16% em relação ao último fechamento.

Na avaliação dos analistas, não basta apenas ser uma empresa de qualidade e que entrega recorde atrás de recorde. É preciso também oferecer potencial de retorno para quem está investindo.

A reação dos investidores ao rebaixamento foi negativa no início do pregão em Nova York. Por volta das 12h, os papéis caíam 4,22%, a US$ 1.979,00. Apesar do recuo, o Meli ainda acumula valorização de 26% desde janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, os BDRs (recibos de ações, em português) negociados na B3 sob o ticker MELI34 recuavam 5,01% no mesmo horário, a R$ 88,65. No ano, os papéis ainda marcam ganhos da ordem de 39%.

Leia Também

Acabou o gás do Mercado Livre (MELI34)?

Para o JP Morgan, atualmente existe pouco espaço para o Mercado Livre avançar nas bolsas. Afinal, só nos últimos 12 meses, as ações subiram quase 60% em Nova York. 

O desempenho superou — e muito — um dos principais índices acionários dos EUA, o S&P 500, que avançou 34% no mesmo período. Se comparado com o retorno do Ibovespa em dólar no mesmo período, de 4%, a discrepância fica ainda mais evidente.

Em termos de valuation, a situação também é apertada. Segundo os analistas, o Meli hoje é negociado a um múltiplo de 24 vezes a relação valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) de 25, a um preço sobre lucro (P/E) de 49 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É um valuation exigente em comparação com os múltiplos de 13 vezes e 32 vezes, respectivamente, da Amazon”, disseram os analistas, em relatório.

“O Meli ainda está em uma fase de investimento e é improvável que atinja ou supere as estimativas do consenso de mercado, devido ao aumento das despesas com logística e ao aumento do negócio de cartão de crédito, que carrega uma margem estruturalmente menor”, afirmaram.

O banco prevê uma pressão de curto prazo sobre os resultados do Meli, resultado da aceleração do negócio de cartão de crédito e aumento substancial nas capacidades logísticas, além da normalização da taxa de imposto de renda e perdas cambiais.

Segundo os analistas, uma penetração de anúncios mais rápida ou crescimento de crédito poderiam melhorar as perspectivas para as ações do Meli no curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por trás da visão mais contida para o Meli

A expectativa do JP Morgan é que o segmento de cartão de crédito continue aumentando no Mercado Livre nos próximos anos, já que é um produto com um mercado endereçável muito grande, com forte recorrência e capacidade de atrair capital.

Porém, nesta fase inicial, as margens financeiras deste negócio ainda estão muito baixas ou negativas no primeiro semestre — o que pressionará as taxas consolidadas nos próximos anos e resultará em pressão na margem Ebit de crédito daqui para frente.

Para além da pressão do cartão de crédito, a expansão do Mercado Livre também deve gerar uma pressão de curto prazo — e, segundo o banco, os novos centros de distribuição provavelmente pesarão nas margens do Meli.

“A abertura de cinco novos centros apenas no 3T24 provavelmente causará algum aumento de custo no curto prazo”, afirmaram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercado Livre ainda é oportunidade no longo prazo

Isso não significa que o JP Morgan abriu mão de vez da visão otimista para o Mercado Livre.

Na realidade, apesar de prever uma pressão para a varejista argentina no curto prazo, os analistas continuam construtivos sobre a tese de investimento no Meli em um horizonte mais longo.

“Permanecemos positivos nas perspectivas de longo prazo do Mercado Livre, incluindo o potencial de crescimento do comércio eletrônico na região e uma oportunidade substancial em serviços bancários digitais.”

De acordo com o JP Morgan, o Meli tem uma perspectiva de longo prazo “muito promissora” por quatro motivos principais:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • E-commerce da América Latina ainda muito pouco penetrado;
  • Crescimento da publicidade com potencial de aumentar significativamente as margens;
  • Reivindicação sólida a uma fatia relevante do mercado bancário de consumo na região devido a vantagens em custos de aquisição de clientes.
  • Vantagem informacional devido aos dados transacionais proprietários do e-commerce. 

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o cofundador do Meli, Stelleo Tolda, revelou que o “trator argentino” encontra-se apenas no meio da curva de crescimento e que pretende manter o ritmo de expansão na América Latina e no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar