O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco iniciou a cobertura das ações RANI3 com recomendação “outperform”, equivalente a compra, e com preço-alvo de R$ 10,00 para o fim de 2025
Para o Itaú BBA, os investidores brasileiros deveriam se preparar para colocar um novo ativo na carteira de investimentos — desta vez, uma ação menos falada do setor de papel e celulose, mas com valuation mais atrativo que as rivais: a Irani (RANI3).
O banco iniciou a cobertura das ações RANI3 com recomendação “outperform”, equivalente a compra, e com preço-alvo de R$ 10,00 para o fim de 2025.
A cifra representa um potencial de valorização de aproximadamente 45,5% em relação ao último fechamento.
“Acreditamos que há escassez de valor para um ativo puro de papel e embalagens no mercado brasileiro e que o atual nível de valuation parece atraente”, disse o banco.
Há três motivos principais por trás da visão otimista dos analistas para as ações da Irani.
O primeiro deles diz respeito a preço. Para o banco, a Irani (RANI3) encontra-se em um ponto de entrada atraente após a queda de mais de 30% dos papéis na B3 desde janeiro — desempenho bem abaixo do Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira.
Leia Também
A queda das ações foi resultado de balanços mais enfraquecidos e de menores retornos com dividendos (dividend yield) neste ano.
Na conta dos analistas, a Irani negocia a um múltiplo de 4,7 vezes o valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) projetado para 2025 — bem abaixo do valuation dos pares domésticos e internacionais e ainda inferior à média histórica da companhia, de 6 vezes.
“A Irani possui uma tese de investimento diferente de seus pares listados no Brasil, apesar de também ser uma história de crescimento. Por um lado, a empresa é menor e possui níveis de liquidez muito inferiores em comparação com a Suzano e a Klabin, o que poderia resultar em um desconto. Por outro lado, a Irani é um produtor puro de papel e embalagens, o que traz resiliência aos resultados e deve comandar um prêmio de valuation em relação a produtores puros de celulose”, avaliaram os analistas.
Além disso, o Itaú BBA vê um momentum positivo de lucros para os próximos trimestres diante da perspectiva sólida para papel e embalagens.
A visão é apoiada pelo recente aumento nos preços do papelão ondulado e uma potencial queda nos preços das aparas — as embalagens retornadas após o seu uso para reciclagem — à medida que o fornecimento se normaliza.
Por ser o único player “puro” de papel e embalagens listado no Brasil, a Irani está bem posicionada para surfar as tendências da indústria de papel e embalagens de longo prazo, considerando as fortes perspectivas de crescimento da demanda, segundo o Itaú BBA.
“A melhoria do momento dos ganhos e uma avaliação atraente criam um ponto de entrada interessante, com potencial de valorização de 45% para nosso preço-alvo no final de 2025”, destacaram os analistas.
O banco também projeta um dividend yield “decente” de cerca de 6%, além de um retorno de cerca de 9% no fluxo de caixa livre (FCFY) de 2025 a 2027.
“Não apenas gostamos da dinâmica de longo prazo para o segmento de papel e embalagens, mas também acreditamos que a Irani está bem posicionada para se beneficiar do momento positivo dos lucros nos próximos trimestres, impulsionada principalmente pelo recente aumento nos preços do papelão ondulado”, disse o banco.
A colheita dos frutos de investimentos passados é outro ponto que anima os analistas.
Desde 2020, a Irani (RANI3) investiu aproximadamente R$ 985 milhões — equivalente a cerca de 60% de seu valor de mercado — na Plataforma Gaia, que inclui 11 projetos voltados para redução de custos, aumento da produção e modernização da base de ativos.
Agora com quase 85% do capex total previsto para o projeto (de R$ 1,2 bilhão) já realizado, os analistas avaliam que a Irani está à beira de colher a maioria dos benefícios.
Segundo o banco, os projetos se traduzirão em maiores volumes, custos mais baixos e um melhor mix de vendas, com maior produção de papel flexível — que possui um portfólio diversificado focado na produção de papel para sacolas usadas em várias indústrias e normalmente conta com margens mais altas.
Isso resultaria em um maior Ebitda nos próximos anos, com riscos de execução limitados, de acordo com o Itaú BBA.
Além disso, a Irani é o quinto maior produtor de papelão ondulado no Brasil — um mercado resiliente e com forte correlação com o crescimento do PIB, com desempenho impulsionado pela demanda nos setores de e-commerce, entrega e alimentos.
Para o Itaú BBA, uma das preocupações quanto ao futuro das ações RANI3 é a possibilidade de a Irani realizar um novo ciclo de crescimento, batizado de Plataforma Neos, que se traduziria na maior rodada de investimentos da história da empresa.
De acordo com a Broadcast, a empresa está considerando expandir ainda mais a produção de papelão ondulado, além de aumentar a base florestal e a produção de papel.
Ainda que não esteja claro se o potencial projeto será financiado com dívida ou capital próprio, a direção da Irani manteve o discurso de foco em desalavancagem e manutenção da dívida líquida/Ebitda dentro da meta de 2,5 vezes.
“Estamos positivos sobre o projeto, mas os investidores estão mais cautelosos. Apesar das informações limitadas disponíveis sobre o projeto, acreditamos que alternativas orgânicas poderiam ser positivas para a Irani, considerando a perspectiva otimista para a demanda por papel e papelão ondulado no país”, disse o Itaú BBA.
Para os analistas, o conselho da Irani só aprovaria uma expansão que, além de oferecer níveis decentes de taxa interna de retorno (TIR), não comprometesse a posição de alavancagem da empresa.
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões