Cotistas do HGPO11 aceitam proposta milionária para vender todo o portfólio; como ficará o fundo imobiliário agora?
Depois de recusarem outras ofertas, os investidores do FII toparam vender os dois imóveis da carteira para a RBR por pouco mais de R$ 618 milhões
Depois de dois anos de propostas e recusas, um comprador enfim conseguiu levar um dos portfólios mais cobiçados do segmento de imóveis corporativos: o do fundo imobiliário Pátria Prime Offices (HGPO11).
Os cotistas do FII aprovaram na última terça-feira (17) a venda da carteira para a RBR. A gestora pagará pouco mais de R$ 618,2 milhões por dois imóveis localizados no Jardim Europa, bairro nobre da cidade de São Paulo.
Vale relembrar que uma outra proposta para vender os ativos por R$ 466 milhões já havia sido recusada pelos cotistas do HGPO11 em 2022.
De lá para cá, o fundo recebeu outras três ofertas. A vencedora, da RBR, foi enviada em março deste ano e chamou atenção pela cifra 14,4% superior ao valor de avaliação dos imóveis na época.
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HGPO11 será liquidado?
Agora, com o sinal verde dos cotistas, a venda pode seguir em frente. Mas a conclusão do negócio ainda está sujeita a uma captação da RBR, que não informou se fará uma oferta com um de seus fundos já existentes ou utilizará um novo veículo de investimento.
Superadas às condições, os imóveis devem ser transferidos para a nova gestora. Vale destacar que o destino do HGPO11, que ficará sem nenhum ativo na carteira, ainda não foi votado pelos investidores. Uma das possibilidades mais prováveis é a liquidação do portfólio.
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Essa opção já havia sido citada pela gestora do FII. "Sempre refutamos a alcunha de 'fundo de gestão passiva' que os fundos monoativos recebem; nós, ao contrário, sempre acreditamos que nosso empenho poderia trazer bons resultados ao HGPO e seus investidores", dizia o relatório de fevereiro deste ano.
A gestão, que na época era feita pelo Credit Suisse e depois passou para o Pátria, afirma ter conduzido retrofits nas áreas comuns dos prédios e mantinha uma agenda recorrente de melhora nos preços de locação.
"Também nessa lógica sempre acreditamos que, se em algum momento fosse a vontade dos cotistas discutir a venda e liquidação do fundo, assim o faríamos", afirmou a gestora no documento, acrescentado acreditar que o processo de venda seria "muito benéfico" ao HGPO11.
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