🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances "O Roteirista", "Abandonado" e "Os Jogadores"

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Bradesco BBI ainda vê espaço para até 10 IPOs na B3 em 2024, mas a grande operação do ano na bolsa será de uma velha conhecida

Após jejum de quase três anos, B3 pode ter uma abertura de capital ainda no primeiro semestre, mas tudo vai depender do futuro dos juros nos EUA, segundo Felipe Thut, diretor do Bradesco BBI

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
2 de abril de 2024
6:31 - atualizado às 12:54
Felipe Thut, diretor do Bradesco BBI
Felipe Thut, diretor do Bradesco BBI - Imagem: Egberto Nogueira/Bradesco

Felipe Thut encara um jejum que está perto de completar três anos na bolsa brasileira. Ainda era 2021 quando o diretor do Bradesco BBI levou uma empresa a abrir o capital em uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3 pela última vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa de o regime forçado terminar no primeiro trimestre deste ano acabou não se confirmando depois que a Oceânica adiou os planos.

Mas o diretor do Bradesco BBI — que entre outras atividades é responsável por coordenar ofertas de ações na bolsa — não jogou a toalha. Pelo contrário, ele ainda espera que aconteçam entre cinco e dez IPOs na B3 em 2024.

A maior parte dessas operações deve vir só no segundo semestre. “Mas ainda acho que a gente tem a possibilidade de ver um IPO na janela de junho”, disse Thut, em entrevista ao Seu Dinheiro.

Tudo vai depender do que acontecer um mês antes, quando saem as próximas decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seca de IPOs? A culpa é do Fed

Aliás, na visão do diretor do Bradesco BBI, boa parte da conta pela seca de IPOs na B3 pode ir para o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano.

Leia Também

Isso porque, até o início do ano, os investidores esperavam que o BC norte-americano começasse a cortar as taxas em março.

Mas depois que os dados econômicos mostraram uma economia ainda aquecida nos EUA, as projeções para o início do ciclo de redução passaram para junho. “Os IPOs foram postergados à medida que a expectativa de corte de juros também foi”, diz.

Enquanto a bolsa sofreu com a saída de capital estrangeiro da B3 em busca do rendimento dos títulos norte-americanos, o mercado local continuou a ver a saída dos investidores dos fundos de ações para os de renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse cenário também frustrou a expectativa de retomada dos IPOs. “Um gestor de fundos que queira investir na ação de uma empresa nova hoje precisaria se desfazer de outra posição”, afirma o diretor do Bradesco BBI.

Perfil dos IPOs

Desse modo, as poucas empresas que devem abrir o capital neste ano contarão com um perfil bem distinto daquelas que vieram na safra de IPOs de 2021.

“O mercado costuma reabrir com operações de maior volume, na casa de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, e de empresas com menor incerteza sob a perspectiva financeira.”

Empresas que já iniciaram a abertura de capital, mas desistiram do IPO pela piora das condições de mercado são as favoritas a abrir a fila, segundo Thut.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele não cita nomes, mas entre as companhias que reúnem essas características e costumam aparecer na lista das candidatas a estrear na bolsa estão a Votorantim Cimentos e a Aegea.

Além da falta de fluxo de recursos para a renda variável, outro fator que trava os IPOs no momento é o nível de preço. “Quem está em uma situação financeira confortável prefere esperar para abrir o capital”, afirma.

A grande operação de 2024

Se o sinal segue fechado para os IPOs, o mesmo não se pode dizer para as empresas que já possuem ações listadas na B3. Foram R$ 30 bilhões em captações na bolsa com os chamados follow ons em 2023 e R$ 3,1 bilhões em janeiro e fevereiro.

“O mercado segue aberto, e houve uma série de transações importantes nos últimos meses”, afirma o diretor do Bradesco BBI, que atuou em ofertas de ações de empresas como Energisa e Pão de Açúcar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Thut, a maior operação do ano na B3 inclusive deve ser a de uma empresa bastante conhecida dos investidores: a privatização da Sabesp (SBSP3).

O governo de São Paulo vai definir nos próximos dias os detalhes de como se dará a oferta de ações. Mas a expectativa do mercado é que a operação movimente entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões.

A privatização deve envolver a venda de parte das ações que pertencem ao Estado. Além da entrada de dinheiro novo para o caixa da empresa de saneamento. 

Ao contrário das privatizações da Eletrobras e da Copel, a oferta de ações da Sabesp vai envolver ainda a entrada de um investidor de referência no capital. Ou seja, trata-se de uma operação que vai dar bastante trabalho para os bancos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • VOCÊ JÁ DOLARIZOU SEU PATRIMÔNIO? A Empiricus Research está liberando uma carteira gratuita com 10 ações americanas pra comprar agora. Clique aqui e acesse.

Fusões entre empresas listadas

Enquanto o mercado de IPOs não reabre, outra tendência pode ganhar força no mercado enquanto a bolsa segue à espera de dias melhores: as fusões entre empresas que já possuem ações na B3.

Uma típica operação do tipo foi a combinação dos negócios das redes de varejo de moda Soma (SOMA3) e Arezzo (ARZZ3).

“Como os patamares atuais de preço não favorecem uma venda, as empresas podem procurar se unir para buscar ganhos de sinergia”, afirma o diretor do Bradesco BBI, que promove hoje a amanhã sua tradicional conferência anual com investidores.

LEIA TAMBÉM:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar