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RESUMO DO DIA: Um dia sem pregão da B3 fez falta. Na volta do feriado do Dia do Trabalhos, os investidores tiveram que correr atrás da movimentação da véspera no exterior, que contou com a decisão sobre juros nos Estados Unidos e melhora na perspectiva de crédito do Brasil pela Moody's.
O Ibovespa fechou em alta de 0,95%, aos 127.122 pontos. Já o dólar à vista terminou o dia a R$ 5,1128, em baixa de 1,53%.
Por aqui, houve a reação atrasada à elevação da perspectiva da nota de crédito para o Brasil pela Moody's. Ontem, a agência de classificação de risco elevou o outlook de estável para positivo e manteve o rating em Ba2, dois degraus abaixo do grau de investimento.
O destaque corporativo do dia foi o balanço do Bradesco (BBDC4). O banco registrou lucro líquido no primeiro trimestre superior as expectativas, mas a queda da margem financeira maior do que o previsto pesou sobre as ações BBDC4 — e limitou os ganhos do Ibovespa.
Lá fora, Wall Street seguiu repercutindo a decisão do Fed de manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano pela sexta vez consecutiva.
Na coletiva, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou que o BC norte-americano o próximo movimento dos juros não é de alta, mesmo com a inflação dando poucos sinais de desaceleração. A expectativa agora é pelo relatório oficial de empregos, o payroll, de abril, que será divulgado amanhã (3).
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Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (2):
Na ponta positiva, as ações do CVC (CVCB3) lideraram os ganhos do Ibovespa. A companhia foi beneficiada pelo alívio na curva de juros futuros com a elevação da perspectiva da nota de crédito pela Moody's. Ontem, a agência de classificação de risco elevou o outlook de estável para positiva, mas manteve a nota de crédito em Ba2.
Há também o apoio do dólar, que recuou após a decisão do Fed em manter os juros inalterados nos Estados Unidos. Vale lembrar que o dólar mais barato abre espaço para o maior interesse em viagens no exterior, bem como a procura por hotéis — e pacotes de viagens.
Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,26 | 12,44% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,18 | 8,53% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 1,46 | 7,35% |
| LWSA3 | LWSA ON | R$ 4,93 | 7,17% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 10,39 | 6,35% |
Na ponta negativa, o destaque foi Bradesco (BBDC4), que reportou o balanço do primeiro trimestre.
Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 32,72 | -1,89% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 38,85 | -1,77% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,42 | -1,21% |
| BBDC4 | Bradesco PN | R$ 13,84 | -1,14% |
| RENT3 | Localiza ON | R$ 48,51 | -1,06% |
O Ibovespa fechou em alta de 0,95%, aos 127.122,25 pontos.
Por aqui, os investidores reagiram à melhora da perspectiva da nota de crédito do Brasil para positiva pela agência de classificação de risco Moody's. O rating de longo prazo do país foi mantido em Ba2.
A nota, mantida nesse patamar desde fevereiro de 2016, está a dois degraus do chamado grau de investimento e, com a mudança do outlook, pode significar uma maior abertura da agência para uma mudança de rating.
Além disso, o mercado local reagiu também à decisão dos juros pelo Federal Reserve, que ficaram inalterados pela sexta vez consecutiva. O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que não há perspectiva para o aumento dos juros na próxima reunião, ainda que a inflação não tenha dados sinais de desaceleração.
Os balanços do primeiro trimestre foram os destaques do dia. Entre eles, os resultados do Bradesco.
O banco registrou lucro líquido de R$ 4,211 bilhões nos primeiros três meses de 2024, o que representa uma queda de 1,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas foi um avanço considerável de 46,3% em relação ao quarto trimestre de 2023. Confira os detalhes do balanço.
As ações do Bradesco recuaram mais de 1% com a revisão do guidance para as margens e limita os ganhos do Ibovespa.
As bolsas de Nova York terminaram o pregão em alta. Os investidores continuaram mais apetitosos ao risco após a decisão do Federal Reserve (Fed) de manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano e o presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizar que não elevará os juros na próxima reunião.
Agora, os investidores esperam a divulgação do payroll de abril. O principal relatório de emprego dos Estados Unidos deve apontar a criação de 240 mil postos de trabalho em abril, o que será uma desaceleração em relação a março — que registrou a abertura de 303 mil vagas de emprego.
Confira o fechamento dos principais índices de Nova York:
O dólar à vista terminou o dia a R$ 5,1128, com queda de 1,53%.
A moeda norte-americana foi pressionada pela decisão do Federal Reserve (Fed) de manter os juros inalterados e a mudança da perspectiva da nota de crédito do Brasil pela Moody's.
O petróleo fechou em queda depois de uma dia de alta volatilidade.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, com vencimento em julho terminaram o dia com baixa de 0,27%, aos US$ 83,67 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos do petróleo WTI, referência para o mercado norte-americano, com vencimento em junho recuaram 0,06%, a US$ 78,95 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Com o apoio de Nova York e a melhora na perspectiva da nota de crédito do Brasil pela Moody's, o Ibovespa vem renovando máximas ao longo do dia.
O principal índice da bolsa brasileira sove 1,23%, aos 127.475 pontos.
Após o feriado do Dia do Trabalho, maio começou oficialmente no mercado nesta quinta-feira (2). E, com o primeiro pregão do mês, a B3 divulgou também a terceira prévia de seus índices, incluindo o IFIX, que reúne os principais fundos imobiliários da bolsa brasileira.
A prévia de hoje confirmou a tendência de crescimento da carteira: apesar da saída de três FIIs, o índice deve ganhar dez novos integrantes, passando de um total de 105 para 112 fundos.
Vale destacar que a composição definitiva, que vai vigorar entre 06 de maio e 02 de setembro deste ano, só será divulgada na próxima segunda-feira.
Mas, de acordo com a prévia, Cenesp (CNES11), Santander Papéis Imobiliários (SADI11) e Vinci Credit Securities (VCRI11) serão excluídos do IFIX.
Após a finalização da última audiência pública para apresentação do projeto de lei que viabiliza a privatização da Sabesp, as ações SBSP3 recuam 1,05%, a R$ 79,80 no Ibovespa.
O texto vai ser submetido a uma segunda votação no plenário da Câmara Municipal de São Paulo. A proposta inicial foi aprovada no mês passado pelos vereadores.
Entre outras medidas, a proposta de privatização da Sabesp determina que a empresa invista, no mínimo, 20% da receita bruta para aportes em ações de saneamento básico e ambiental de interesse do município até 2029. Atualmente, a taxa é de 13%.
O Brasil registrou fluxo cambial positivo de US$ 4,021 bilhões em 2024 até o dia 26 de abril, segundo dados do Banco Central divulgados há pouco. No ano passado inteiro, o resultado foi positivo de R$ 11,491 bilhões.
No acumulado do ano, o fluxo financeiro é negativo de US$ 20,494 bilhões. O valor é resultado da diferença de aportes de US$ 195,548 bilhões e retiradas de US$ 216,042 bilhões. O fluxo financeiro engloba investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros.
Já a posição cambial líquida totaliza US$ 236,219 bilhões. Em março, a posição ficou em 238,736 bilhões.
Com os discursos do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, mais hawkish — uma postura de juros mais restritivos — o Bank of America (BofA) atualizou as projeções para a Selic terminal para cima, ou seja, ainda na casa dos dois dígitos.
O BofA prevê a Selic no fim do ciclo de cortes a 10,25%. Antes, a estimativa era de 9,50%.
Contudo, para 2025, a taxa básica de juros deve fechar o ano a 9,0%.
Por outro lado, o banco elevou as projeções de crescimento da economia brasileira de 2,2% para 2,7% em 2024. "O mercado de trabalho resiliente, melhores condições de crédito às famílias e transferências governamentais explicam" o ajuste positivo, afirmam os economistas Natacha Perez e David Beker, que assinam o relatório.
Em meio a números mistos no primeiro trimestre de 2024, a queda na inadimplência foi um dos destaques positivos do balanço do Bradesco (BBDC4) — e, segundo o CEO Marcelo Noronha, a tendência de melhora deve continuar para os próximos trimestres.
O banco encerrou março com um índice de atrasos de 4,8%, uma redução de 0,3 ponto percentual tanto na comparação trimestral como anual.
“Com o tempo, nossos índices de inadimplência vão convergir totalmente para índices de mercado, e tudo o que ficou vencido o banco já provisionou 100%. Nosso nível de cobertura está bem estável”, disse o presidente do Bradesco, em conferência com a imprensa sobre o resultado.
Após os problemas com o aumento dos calotes nos últimos resultados, o Bradesco passou a operar com modelos de “qualidade muito superior” para o crédito, segundo Noronha.
O Ibovespa opera em alta desde a abertura do pregão e, mais cedo, chegou alcançar os 127 mil pontos.
Por aqui, os investidores reagem à melhora da perspectiva da nota de crédito do Brasil para positiva pela agência de classificação de risco Moody's. O rating de longo prazo do país foi mantido em Ba2.
A nota, mantida nesse patamar desde fevereiro de 2016, está a dois degraus do chamado grau de investimento e, com a mudança do outlook, pode significar uma maior abertura da agência para uma mudança de rating.
Além disso, o mercado local reage à decisão dos juros pelo Federal Reserve, que ficaram inalterados pela sexta vez consecutiva. O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que não há perspectiva para o aumento dos juros em breve, ainda que a inflação não tenha dados sinais de desaceleração.
Há também a reação aos balanços do primeiro trimestre. Entre eles, os resultados do Bradesco.
O banco registrou lucro líquido de R$ 4,211 bilhões nos primeiros três meses de 2024, o que representa uma queda de 1,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas foi um avanço considerável de 46,3% em relação ao quarto trimestre de 2023. Confira os detalhes do balanço.
As ações do Bradesco recuam quase 2% com a revisão do guidance para as margens e limita os ganhos do Ibovespa.
Confira:
As bolsas da Europa encerram a sessão majoritariamente em queda, com a divulgação dos balanços trimestrais e ainda um rescaldo da decisão do Federal Reserve de manter os juros inalterados nos Estados Unidos.
Em destaque, a Novo Nordisk, empresa farmacêutica dinamarquesa e fabricante do Ozempic, reportou resultados acima do esperado.
Confira como fecharam os principais índices da Europa:
As ações do Pão de Açúcar (PCAR3) sobem quase 6% e figuram entre as maiores altas do Ibovespa.
A companhia informou a adesão ao programa e quitação de débitos de ICMS com o estado de São Paulo.
Em linhas gerias, o acordo concede descontos sobre juros e multas em cobranças passadas do ICMS e resultam em uma dívida total de cerca de R$ 794 milhões, o que representa um desconto de 80% sobre o montante total de R$ 3,6 bilhões.
O pagamento será feito em 120 parcelas mensais corrigidas pela taxa Selic. Vale destacar que o GPA já apresentava provisões de R$ 533 milhões e apenas será necessário provisionar o restante, no valor de R$ 261 milhões.
As ações PCAR3 sobem 5,80%, a R$ 3,10.
As ações do CVC (CVCB3) lideram os ganhos do Ibovespa com alta acima de 10%.
A companhia é beneficiada pelo alívio na curva de juros futuros com a elevação da perspectiva da nota de crédito pela Moody's. Ontem, a agência de classificação de risco elevou o outlook de estável para positiva, mas manteve a nota de crédito em Ba2.
Há também o apoio do dólar, que recua após a decisão do Fed em manter os juros inalterados nos Estados Unidos. Vale lembrar que o dólar mais barato abre espaço para o maior interesse em viagens no exterior, bem como a procura por hotéis — e pacotes de viagens.
CVCB3 sobe 10,45%, a R$ 2,22.
10 MELHORES AÇÕES PARA INVESTIR EM MAIO
No Giro do Mercado desta quinta-feira (02) a jornalista Giovana Leal conversa com a analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma, sobre as 10 melhores ações para investir no mês de maio.
Além disso, a especialista também comenta o desempenho do Ibovespa em abril e quais foram os destaques da carteira 10 ideias.
Acompanhe AO VIVO:
As bolsas de Nova York reduziram os ganhos após dados de atividades mais fortes que o esperado nos Estados Unidos. O avanço ainda é sustentado pela decisão do Fed, que manteve os juros inalterados.
As encomendas à indústria subiram 1,6% em março ante fevereiro, a US$ 584,5 bilhões, segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio do país mais cedo. O resultado ficou acima das expectativas. os analistas consultados pela FactSet previam alta de 1,4% no período.
Confira o desempenho dos índices de Nova York agora:
Entre as mais negociadas a B3 e também entre as maiores quedas do Ibovespa, as ações do Bradesco (BBDC4) recuam 2,14%, a R$ 13,70.
Os papéis reagem ao balanço do primeiro trimestre e às declarações do CEO do banco, Marcelo Noronha, na teleconferência dos resultados.
O banco registrou lucro líquido de R$ 4,211 bilhões nos primeiros três meses de 2024, o que representa uma queda de 1,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas foi um avanço considerável de 46,3% em relação ao quarto trimestre de 2023.
A fábrica de milionários continua a todo vapor, e não estamos falando da Mega-Sena ou qualquer loteria do tipo, mas da Weg (WEGE3), a empresa “queridinha” dos analistas e investidores. Em seu mais recente balanço, a empresa mostrou que continua crescendo com algum vigor.
O principal destaque do balanço veio do Ebitda, indicador utilizado para avaliar a geração de caixa de uma empresa, que atingiu R$ 1,77 bilhão. Isso representa um crescimento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2023.
Mais precisamente, a margem Ebitda ficou em 22% surpreendeu os analistas do JP Morgan, 10 pontos base maior do que no primeiro trimestre de 2023.
A margem bruta das operações também chamou a atenção, caindo apenas 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre imediatamente anterior e crescendo 0,1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2023, permanecendo em 33,2%
Na ponta positiva, CVC lidera os ganhos após ser a maior queda do Ibovespa em abril.
Hoje, as ações cíclicas, mais sensíveis aos juros, avançam com o fechamento da curva de juros brasileira após a decisão do Fed e a elevação de perspectiva da nota de crédito do Brasil pela Moody's.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,11 | 4,98% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,07 | 4,78% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 10,15 | 3,89% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,96 | 3,88% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 1,41 | 3,68% |
Na ponta negativa, Weg lidera as perdas em reação ao balanço do primeiro trimestre e após anunciar a conclusão dos negócios de motores elétricos e geradores da Regal Rexnord Corporation.
Bradesco também recua depois da divulgação dos resultados dos primeiros três meses do ano.
Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 38,41 | -2,88% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 33,17 | -0,54% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 28,46 | -0,45% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,71 | -0,37% |
| BBDC4 | Bradesco PN | R$ 13,95 | -0,36% |
As bolsas de Nova York operam alta ainda em reação à decisão do Federal Reserve (Fed).
O Fed decidiu manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano. Após a decisão, o presidente do Banco Central norte-americano, Jerome Powell, descartou um aumento nos juros adiante, mesmo com poucos sinais de desaceleração da inflação.
Confira o desempenho dos índices de NY após a abertura:
O ano de 2024 nem chegou na metade e já tem empresas fazendo planos de mudanças para o ano que vem. Na Vale (VALE3), por exemplo, tudo indica que a companhia vai respirar novos ares a partir do primeiro dia de 2025, pelo menos no comando.
A data de término do mandato de Eduardo Bartolomeo como CEO já estava definida desde março, após um processo conturbado marcado pela guerra de braço do governo na tentativa de emplacar o ex-ministro Guido Mantega no comando da mineradora.
Além disso, um conselheiro chegou a renunciar com alegações de ‘interferência política’ na ex-estatal.
Agora, não há mais segredos sobre os próximos passos para a sucessão. A Vale afirmou que uma lista tríplice de candidatos para a cadeira de CEO será apresentada em setembro.
O Ibovespa opera em alta de 1,11%, aos 127.316 pontos após a abertura.
Por aqui, os investidores reagem à melhora da perspectiva da nota de crédito do Brasil para positiva pela agência de classificação de risco Moody's. O rating de longo prazo do país foi mantido em Ba2.
A nota, mantida nesse patamar desde fevereiro de 2016, está a dois degraus do chamado grau de investimento e, com a mudança do outlook, pode significar uma maior abertura da agência para uma mudança de rating.
Além disso, o mercado local reage à decisão dos juros pelo Federal Reserve, que ficaram inalterados pela sexta vez consecutiva. O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que não há perspectiva para o aumento dos juros em breve, ainda que a inflação não tenha dados sinais de desaceleração.
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) bem que se esforçou, mas não conseguiu permanecer no Ibovespa.
A saída do papel é a surpresa da terceira e última prévia do índice para o quadrimestre entre maio e agosto de 2024.
E, enquanto a ação da Casas Bahia vai para o “banco de reservas” da bolsa, a Vivara (VIVA3) foi confirmada hoje como a mais nova titular do Ibovespa.
Sem BHIA3 e com VIVA3, o rebalanceamento do principal índice de ações da B3 começa a valer na próxima segunda-feira (6)*.
CAUTELOSO COMO ESPERADO
Durante o feriado de quarta-feira no Brasil, os mercados globais focaram sua atenção na reunião de política monetária do Federal Reserve nos Estados Unidos.
Conforme as expectativas, o Fed manteve a taxa de juros estável e adotou uma postura mais cautelosa em relação aos futuros passos, refletindo preocupações recentes sobre a persistência inflacionária.
Um destaque positivo foi o anúncio de uma desaceleração, a partir de junho, no ritmo de redução do balanço do Fed, um movimento menos restritivo que alivia as pressões do cenário de juros elevados por um período prolongado.
Hoje, os mercados internacionais devem assimilar melhor os desenvolvimentos de ontem, enquanto também aguardamos o relatório de perspectivas econômicas da OCDE.
Nos Estados Unidos, serão divulgados dados sobre a produtividade (resíduos do cálculo do PIB), e a temporada de resultados continua, com destaque para a Apple, que divulgará seus resultados após o encerramento do mercado hoje.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, refletindo as preocupações de que as taxas de juros americanas possam se manter elevadas por mais tempo, apesar das sinalizações do Federal Reserve de que novos aumentos de taxa são improváveis por agora.
Neste contexto, os futuros americanos apresentaram alta nesta manhã, assim como os preços do petróleo e do minério de ferro.
A ver…
00:57 — Ninguém sabe de onde veio essa melhora na perspectiva
No Brasil, hoje enfrentaremos o desafio de assimilar os eventos de ontem, uma vez que o mercado esteve fechado devido ao feriado. Esse retorno pode ser positivo, tendo em vista que o EWZ, principal ETF brasileiro, apresentou uma alta de 0,39%, e alguns ADRs brasileiros, como Vale e Itaú, também registraram ganhos em Nova York.
A agenda local inclui a continuação da temporada de resultados financeiros, com destaque para o Bradesco, que divulgará seus números antes da abertura do mercado.
Além disso, serão divulgados dados do setor externo de março.
Outro ponto de interesse é a notícia de que a Moody's melhorou a perspectiva do rating Ba2 do Brasil de estável para positiva, um fato que foi amplamente celebrado por Haddad nas redes sociais.
Essa mudança de perspectiva, contudo, deixou muitos questionamentos no ar. A Moody's justificou sua decisão citando o crescimento mais robusto do PIB brasileiro, suportado por reformas estruturais e um progresso contínuo, embora gradual, na consolidação fiscal, que, segundo eles, poderá permitir a estabilização da dívida.
A validade deste argumento é parcialmente confirmada pelos recentes dados de emprego, que superaram as expectativas.
No entanto, a parte relacionada à consolidação fiscal parece desconectada da realidade atual, uma vez que estamos enfrentando uma erosão preocupante da credibilidade fiscal.
É essencial que o governo apresente um plano crível para reorganizar as contas públicas e restaurar a confiança dos investidores.
01:48 — Teremos juros elevados por mais tempo, mas pelo menos os juros não vão subir (e ainda há chance de queda)
Nos Estados Unidos, como antecipado, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) decidiu manter inalteradas as taxas dos fundos federais (FFR), fixadas entre 5,25% e 5,5%, com um ponto médio em 5,37%, durante sua reunião mais recente. As atenções se voltaram, como de costume, para a coletiva de imprensa conduzida por Jerome Powell.
O Fed continua a observar que ainda não se alcançou progresso substancial em direção à meta de inflação de 2%, indicando a necessidade de manter as taxas de juros elevadas por um período prolongado.
A duração exata desse período, contudo, permanece indefinida por Powell.
A maioria dos indicadores de inflação permanece em um intervalo considerado aceitável e o deflator central do PCE, que é uma métrica de inflação que influencia diretamente a política do Fed, tem mostrado sinais de enfraquecimento.
No entanto, as condições ainda estão longe do ideal, apesar de alguns avanços modestos.
A recente deterioração nos indicadores de inflação e os dados sólidos de consumo de serviços no primeiro trimestre refletiram em um tom mais cauteloso na declaração do Fed, conforme esperado pelo mercado.
Como resultado, as taxas de juros na curva de rendimentos se mantiveram estáveis, com a taxa de 10 anos ainda acima de 4,60%.
Ainda existe a possibilidade de uma redução das taxas de juros, embora atualmente só se preveja uma redução (com o cenário mais otimista prevendo dois cortes em 2024).
Outra novidade destacada no comunicado foi o anúncio de que o Fed irá diminuir o ritmo de redução de seu balanço patrimonial a partir de junho, o que é visto positivamente em termos de liquidez do mercado, considerando que a redução vinha sendo feita de forma bastante agressiva desde 2022.
02:51 — O segundo mandato Trump
Investidores frequentemente questionam como seria um segundo mandato de Trump, especialmente agora que as pesquisas indicam uma disputa acirrada para as eleições americanas de 2024.
A opinião geral, surpreendentemente forte, sugere que um segundo mandato de Trump diferiria significativamente do primeiro, trazendo várias implicações. Isso ocorre mesmo com o consenso de que ele não divergiria drasticamente de Biden em termos de política monetária e fiscal, dado o limitado espaço para manobras.
Mesmo em termos de política comercial, uma área de destaque em seu governo anterior, as mudanças em relação às abordagens protecionistas de Biden não seriam radicais. Então, o que realmente mudaria?
O primeiro ponto de divergência seria nas questões sociais e de costume, onde as visões dos dois líderes são marcadamente distintas.
Hoje, o eleitor médio parece mais desvinculado do crescimento econômico e do robusto mercado de trabalho, possivelmente devido às sequelas inflacionárias da pandemia e à qualidade dos empregos gerados.
Em relação às políticas externas, Trump provavelmente adotaria uma postura mais rigorosa com os membros da OTAN do que Biden, o que poderia influenciar os conflitos na Ucrânia e em Israel. Outra diferença notável seria na abordagem do déficit público.
Os dois poderiam gerar mais déficits: Biden tende a aumentar os gastos, enquanto Trump preferiria cortar impostos, compensando parcialmente com altas tarifas de importação, especialmente contra a China.
A política comercial, embora protecionista sob ambos os governos, seria mais agressiva em taxações sob Trump, potencialmente reacendendo tensões públicas com a China e afetando os mercados globais.
Finalmente, Trump provavelmente se concentraria em resolver as ações legais contra ele, que ele considera injustas, o que poderia levar a um período turbulento para o sistema judiciário americano.
03:45 — A saída do TikTok
Na última quarta-feira, como parte de um extenso pacote de ajuda internacional que incluía suporte crucial para a defesa da Ucrânia, o presidente dos EUA, Joe Biden, promulgou uma legislação que obriga a ByteDance, a empresa chinesa proprietária do TikTok, a vender o popular aplicativo de compartilhamento de vídeo para uma entidade americana dentro de um ano ou enfrentar uma proibição no país.
Essa medida se justifica por preocupações de segurança nacional, dado que o TikTok, em última análise, está vinculado ao governo chinês, que é visto como um regime autoritário engajado em uma crescente rivalidade estratégica com os Estados Unidos.
Além disso, é importante destacar que o Partido Comunista Chinês já impõe restrições a todos os aplicativos de mídia social americanos sob o mesmo pretexto de segurança nacional.
Na China, o TikTok opera apenas como uma versão altamente censurada conhecida localmente.
Idealmente, a relação entre os EUA e a China em áreas como essa seria marcada pela competição, não confronto.
O TikTok tem sido objeto de críticas políticas bipartidárias nos EUA, especialmente num Congresso onde a animosidade contra a China é um dos raros pontos de consenso entre os partidos.
Recentemente, a situação se agravou quando muitos usuários americanos do TikTok começaram a receber um fluxo de conteúdo anti-Israel e, em muitos casos, antissemita, impulsionado, supostamente, pelo algoritmo da plataforma.
Esse foi o estopim para ações mais drásticas. No entanto, é altamente improvável que a China concorde em vender o TikTok.
Assim, em 2025, é provável que o aplicativo seja banido, deixando 170 milhões de usuários americanos sem acesso. Isso pode resultar em uma vantagem para outros aplicativos como Instagram, da Meta, e YouTube, da Alphabet, que provavelmente absorverão esses usuários.
04:22 — A invasão de Rafah
Nesta semana, o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, mesmo apresentando uma oferta diluída para um acordo sobre reféns com o Hamas, declarou que prosseguirá com a invasão de Rafah, uma cidade no sul de Gaza onde mais de um milhão de palestinos residem, independentemente de um cessar-fogo ser estabelecido ou não.
Esta postura de Netanyahu parece ser uma tentativa de aplacar os elementos mais radicais de seu governo de coalizão, que exigem a invasão de Rafah e ameaçam derrubar o governo caso suas demandas não sejam atendidas.
Paralelamente, Antony Blinken, Secretário de Estado dos EUA, está na região para facilitar as negociações de cessar-fogo.
Essas discussões ocorrem em um momento em que o governo Biden procura persuadir a Arábia Saudita a normalizar relações com Israel — um movimento que representaria um significativo triunfo diplomático para a administração americana, especialmente em um ano de eleições.
Em contrapartida, a Arábia Saudita deseja ampliar a cooperação de segurança com os EUA e promover um programa nuclear civil. Contudo, é improvável que Riade concorde com tais termos sem que Israel se comprometa a avançar na direção de estabelecer um Estado palestino, proposta à qual Netanyahu se opõe.
Os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda em toda a curva, com ajustes após o feriado do Dia do Trabalho. Ontem (1°), a agência de classificação de risco Moody's elevou a perspectiva do Brasil para positiva, mantendo a note ade crédito em Ba2.
Além disso, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.
Confira o desempenho dos DIs na abertura:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,26% | 10,32% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,53% | 10,65% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,91% | 11,01% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,25% | 11,32% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,45% | 11,54% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 11,62% | 11,70% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 11,71% | 11,78% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 11,77% | 11,82% |
O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,66%, aos 128.150 pontos.
Já o dólar à vista abriu com queda de 0,71%, cotado a R$ 5,1554.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da Alemanha subiu de 41,9 em março para 42,5 em abril, segundo pesquisa final divulgada nesta quinta-feira, 2, pela S&P Global em parceria com o Hamburg Commercial Bank.
O resultado definitivo de abril ficou acima da estimativa preliminar e da previsão de analistas consultados pela FactSet, de 42,2 em ambos os casos.
Já o PMI industrial da zona do euro caiu de 46,1 em março para 45,7 em abril, atingindo o menor nível em quatro meses, segundo a mesma pesquisa.
A leitura definitiva de abril, no entanto, ficou levemente acima da estimativa preliminar e da previsão de analistas consultados pela FactSet, de 45,6 em ambos os casos.
Vale lembrar que a leitura abaixo da marca de 50, porém, indica que as atividades seguem em contração.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) atualizou nesta quinta-feira suas projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2024 e em 2025.
A OCDE ajustou ambas para cima. As previsões da entidade agora são de que a economia global crescerá 3,1% este ano e 3,2% no próximo. As estimativas anteriores eram de +2,9% e +3,0%, respectivamente.
No documento, a OCDE avalia que há alguns sinais de que as perspectivas globais começaram a melhorar, embora o ritmo de crescimento siga modesto.
A entidade também ajustou para cima a projeção para o crescimento do PIB do Brasil.
Para 2024, a estimativa passou de +1,8% para +1,9%. Em relação a 2025, a OCDE espera alta de 2,1% (de +2,0% antes).
"Impulsionados pelo crescimento robusto do emprego, os aumentos do salário mínimo e a diminuição da inflação, espera-se que os gastos das famílias sejam o principal motor do crescimento, especialmente em 2024", diz a OCDE em análise sobre o Brasil.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul.
Na véspera, Wall Street encerrou o dia com desempenho misto depois da decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano.
Hoje, as atenções dos investidores estarão voltadas à temporada de balanços, em especial ao resultado da Apple, e a indicadores econômicos locais.
Confira:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta, mas passaram a operar sem sinal definido nesta quinta-feira.
Os investidores reagem hoje à decisão de juros do Fed, ocorrida ontem, enquanto os mercados estavam fechados em virtude do feriado do Dia do Trabalhador.
Eles também repercutem balanços e indicadores locais.
Confira:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quinta-feira.
Os investidores repercutiram em grande medida o comportamento misto da véspera em Wall Street.
Fecharam no vermelho as bolsas de Tóquio (-0,10%), Seul (-0,31%) e Taiwan (-0,85%).
Já em Hong Kong, o índice Hang Seng saltou 2,50%, impulsionado por ações de tecnologia.
Enquanto isso, a bolsa de Xangai continua fechada devido a uma série de feriados na China e só vai voltar a funcionar na próxima segunda-feira.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
O dia tinha tudo para terminar como começou: morno. Os principais índices de ações da Bolsa de Nova York operavam sem uma direção certa à espera do que já se sabia que iria acontecer: o Federal Reserve (Fed) manteria os juros inalterados na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano por conta da inflação fora da meta de 2%.
Um script um tanto sem graça para um mercado que aguarda desde março o início do ciclo de cortes de juros na maior economia do mundo. O que os investidores não esperavam é que o presidente do Fed, Jerome Powell, cravasse a trajetória da taxa na próxima decisão, marcada para 12 de junho — e o mercado gostou do que ouviu.
“Acho improvável que a próxima mudança nos juros seja um aumento. Eu diria que é improvável”, disse Powell.
Ele foi além: “Penso que precisaríamos de ver provas convincentes de que a nossa orientação política não é suficientemente restritiva para esfriar a inflação de forma sustentável para 2% ao longo do tempo. Não é isso que pensamos que estamos vendo”.
As declarações proporcionaram uma tarde e tanto, mas não sustentaram um final emocionante em Wall Street. Os principais índices de ações em Nova York voltaram a fechar sem uma direção comum, com apenas do Dow Jones no azul. A bolsa brasileira esteve fechada devido ao feriado.
Confira tudo que movimentou os mercados na última quarta-feira (1º).
Ainda no começo de uma grande reestruturação, o Bradesco (BBDC4) trouxe resultados que ficam longe de impressionar, mas podem dar esperanças aos investidores. O banco registrou lucro líquido de R$ 4,211 bilhões no primeiro trimestre de 2024.
Trata-se de uma queda de 1,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas foi um avanço considerável de 46,3% em relação ao quarto trimestre de 2023.
Além disso, o resultado superou a expectativa do mercado, que apontava para um lucro de R$ 3,893 bilhões, de acordo com as projeções que o Seu Dinheiro compilou.
“O resultado está alinhado às expectativas de expansão das carteiras de crédito, queda da inadimplência e crescimento do lucro líquido, paulatinamente, como dissemos”, disse o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha.
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