🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

EFEITO DO BALANÇO

Ação da JBS (JBSS3) sobe na B3 após receita recorde e dividendos bilionários — é hora de comprar os papéis? 

A dona da Seara fechou o trimestre com ganhos expressivos após ter reportado prejuízo no mesmo período do ano passado

Micaela Santos
Micaela Santos
14 de agosto de 2024
14:13 - atualizado às 17:53
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio
Prédio da JBS - Imagem: Divulgação JBS/Tanajura Filmes

Passados os temores da suspensão de exportações após casos da doença Newcastle no Rio Grande do Sul, os investidores da JBS (JBSS3) respiraram aliviados com os resultados do segundo trimestre — prova disso é que as ações da companhia estão no pódio do Ibovespa como a segunda maior alta desta terça-feira (14), subindo 5%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A dona da Seara fechou o trimestre com ganhos expressivos após ter reportado prejuízo no mesmo período do ano passado, com recorde na receita e Ebitda em dobro.

Os resultados financeiros vieram acompanhados de um anúncio bilionário de dividendos, com a distribuição de R$ 4,436 bilhões em proventos e pagamento previsto para outubro.  

Por volta das 13h50, as ações JBSS3 subiam 4,96%, negociadas a R$ 36,62. No mês, os papéis ganham 8,60% e, no ano, acumulam valorização de 47%. No fechamento de hoje, a alta foi de 6,36%, a R$ 37,12.

Essa alta também vem na esteira das recomendações divulgadas pelas instituições financeiras nesta quarta após a divulgação do balanço. Os analistas da XP Investimentos, BB-BI, Goldman Sachs e JP Morgan mantiveram a recomendação de “compra” para JBSS3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os resultados da JBS no segundo trimestre de 2024

A JBS encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 263,6 milhões registrado um ano antes.

Leia Também

Já a receita líquida consolidada foi de R$ 100,6 bilhões, montante 12,6% maior do que o do segundo trimestre de 2023. O Ebitda foi de R$ 9,88 bilhões, mais que o dobro do que a companhia registrou no mesmo trimestre do ano passado (R$ 4,47 bilhões). 

Segundo a JBS, os resultados positivos foram impulsionados pela queda dos preços dos insumos que compõem a ração animal — como milho e farelo de soja —, fator que reduz os custos e melhora as margens da indústria.

Além disso, o balanço entre a demanda e oferta das carnes mais importantes para os negócios da JBS, como bovina, suína e frango, ficou mais equilibrado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do desempenho fraco da unidade de bovinos na América do Norte, todas as outras unidades de negócio do grupo compensaram os resultados negativos, segundo o balanço. 

Leia também: Weg (WEGE3), Klabin (KLBN11) e Caixa Seguridade (CXSE3) pagam dividendos nesta semana: veja se elas estão entre as recomendações do BTG Pactual para buscar proventos.

O que está por trás do otimismo com a JBS (JBSS3)?

Para os analistas da XP, a JBS registrou um trimestre memorável. Em relatório, a corretora destacou as operações de aves e suínos, que foram impulsionadas por custos de ração rentáveis e forte mercado interno, tanto no mercado doméstico quanto no de exportação. 

Os analistas chamaram a atenção para o fluxo de caixa “impressionante” e um Ebitda forte e acreditam que o momentum dos resultados deve permanecer mais forte por mais tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o BB-BI, as ações da JBS vêm sendo negociadas próximo da máxima dos últimos 12 meses. Esse impulso veio do forte desempenho operacional que a companhia tem reportado há alguns trimestres. 

“Apesar do preço corrente já ter ultrapassado nosso preço-alvo para o final de 2024 [R$ 32], manteremos nossa recomendação de compra até incorporarmos os resultados dos últimos trimestres em nosso valuation, bem como atualização das premissas para as quais vislumbrarmos boas perspectivas para os próximos trimestres diante do cenário atual.”

Em relação ao balanço, o BB-BI considerou os resultados como positivos, ressaltando que “a diversificação geográfica e de proteínas tem se mostrado bastante eficiente”. 

O resultado gerado pela Seara, JBS USA Pork e Pilgrim’s Pride também foram bem vistos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Resultados fortes, mas com um ponto negativo

Tanto os analistas dos BB-BI quanto do JP Morgan ressaltaram o desempenho fraco da JBS US Beef, unidade norte-americana dona de marcas como Swift e Primo. 

A unidade vem sendo pressionada pelo ciclo pecuário desfavorável e pela inflação elevada nos Estados Unidos. 

De modo geral, os números da JBS superaram as estimativas do banco norte-americano com resultados fortes. “Acreditamos que as ações devem reagir positivamente à superação, especialmente porque mostra a Seara de volta aos trilhos após resultados fracos de 2023.”

Os analistas mantiveram a recomendação “overweight” — equivalente a compra — para JBSS3. A expectativa do banco é que o total de dividendos distribuídos em 2024 pela companhia chegue a R$ 7 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM: Receba em primeira mão as análises dos balanços das maiores empresas do agro, segundo os analistas da Empiricus Research. 

“Um trimestre para recordar”

Os resultados da JBS também superaram as expectativas do Goldman Sachs, especialmente a receita bruta e margem do Ebitda em todas as unidades de negócio. 

“Esperamos um desempenho de preço positivo para os resultados e acreditamos que o debate de mercado agora se concentrará na sustentabilidade de um forte ciclo do frango nos próximos 6 meses”, afirmou o banco norte-americano, em relatório. 

O Goldman também tem uma leitura positiva para a BRF, já que a Seara registrou a maior lucratividade desde 2025. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco manteve a recomendação de “compra” para JBSS3, com um preço-alvo de R$ 38,7, o equivalente a uma alta de 11% em relação ao preço do fechamento anterior.

Segundo o Goldman, alguns riscos podem levar à queda da ação, incluindo uma desaceleração mais longa nos Estados Unidos, uma deterioração macro e demanda global por proteína mais fraca do que o esperado, concorrência e volatilidade cambial. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar