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O novo governador de São Paulo fez menções a Bolsonaro em seu discurso e disse querer replicar o modelo do ministério da Infraestrutura
Pela primeira vez desde 1994, São Paulo tem um governador que não é oriundo do PSDB: Tarcísio de Freitas, do Republicanos, foi empossado hoje como novo líder da maior economia do país. E, num discurso inicial cheio de recados — para a população, para os aliados e até para os opositores —, deu alguns sinais a respeito de sua gestão.
"Entendemos o recado das urnas", disse o novo governador, em cerimônia realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) neste domingo (1). "Vamos governar para todos, renovando esperança de futuro melhor, percebendo e explorando cada potencial do estado, e são muitos potenciais".
Tarcísio foi ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro, mas já fazia parte dos quadros federais desde 2011: na gestão Dilma Rousseff, ele ocupou o posto de diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) e, posteriormente, na administração Michel Temer, foi diretor-geral do mesmo órgão.
Ele derrotou Fernando Haddad (PT) na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, obtendo 55,27% dos votos válidos no segundo turno — o petista, que posteriormente viria a ser confirmado como ministro da Fazenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ficou com 44,73%.
"Hoje é dia de agradecer à população, que me acolheu de forma carinhosa e não perguntou de onde eu vim, preferiu apostar no para onde ir", disse Tarcísio, fazendo menção às constantes críticas, feitas por seus opositores ao longo da campanha eleitoral, a respeito de sua origem — ele é natural do Rio de Janeiro.
Termos como "eficiência", "tecnologia" e "inovação" foram mencionados inúmeras vezes ao longo do discurso inaugural de Tarcísio de Freitas, dando a entender que o novo governador pretende replicar alguns dos pilares de sua gestão à frente do ministério da Infraestrutura. Questões sociais, no entanto, também foram citadas.
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Segundo ele, o estado terá um "ambiente de diálogo" para dar sustentação às políticas de sustentabilidade, inclusão, inovação, além da luta pela segurança pública, aumento do emprego e desenvolvimento econômico; maiores detalhes a respeito de seus planos para cada uma dessas vertentes, no entanto, não foram revelados.
"Temos um estado desigual, e a atenção às demandas populares deve ser o grande direcionador da ação do estado", disse Tarcísio, afirmando não poder achar moral a existência da fome "num mundo que dispõe de tanta tecnologia". No lado do investimento em mobilidade urbana e saneamento, ele citou a necessidade de "ser criativo" para aumentar o alcance e reduzir tarifas.
Ainda em seu primeiro discurso como governador, Tarcísio de Freitas fez um agradecimento ao ex-presidente Jair Bolsonaro — ele foi escolhido a dedo para concorrer ao governo paulista e, mesmo sem ter experiência prévia em cargos do poder executivo, conquistou o estado com a maior economia do país.
"A montagem do ministério em 2019 foi ousada, houve uma aposta em técnicos desvinculados das pressões partidárias, padrão que estamos reproduzindo em São Paulo", disse ele, citando nominalmente o ex-presidente Bolsonaro — e sendo bastante aplaudido pelo público da Alesp.
O secretariado de Tarcísio no governo paulista inclui cinco nomes vinculados ao ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, e outros cinco que compõem partidos da base de Bolsonaro. Dois deles são vistos como oriundos da área mais ideológica bolsonarista - o deputado federal Guilherme Derrite (PL), que vai comandar a Segurança Pública, e a vereadora Sonaira Fernandes (Republicanos), da nova Secretaria para Mulheres.
O ex-ministro tem como principal articulador político o presidente do PSD, Gilberto Kassab, que estava presente na cerimônia na Alesp e será, ele próprio, o novo secretário de Governo e Relações Institucionais, pasta que dará poder ao ex-prefeito de negociar não somente com a Alesp, mas também com as prefeituras e o Palácio do Planalto.
Outras quatro pastas serão assumidas por nomes que atuaram diretamente com Tarcísio no Ministério da Infraestrutura. Não foram dedicados espaços ao PSDB e ao União Brasil, partidos que o apoiaram no segundo turno das eleições.
Como governador de São Paulo, ele se torna naturalmente um potencial candidato à Presidência em 2026 no campo da direita — o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, é outro nome constantemente apontado como eventual 'novo nome' com potencial de concorrer às próximas eleições presidenciais.
*Com Estadão Conteúdo
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