🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

NEGÓCIO DA CHINA

Os cinco pontos que você precisa saber sobre o encontro entre Lula e Xi Jinping

Acordos comerciais, negociação da paz entre Rússia e Ucrânia e câmbio foram alguns dos momentos mais importantes da visita do presidente brasileiro a Xangai e Pequim

O presidente da China, Xi Jinping (e) recebe no Grande Palácio do Povo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (d). Neste encontro assinaram uma série de acordos comerciais e de parceria
O presidente da China, Xi Jinping (e) recebe no Grande Palácio do Povo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (d). Neste encontro assinaram uma série de acordos comerciais e de parceria - Imagem: Ricardo Stuckert/PR

Muito além de um negócio da China. Assim pode ser definida a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim e a Xangai — o petista traz na mala muito mais do que os 15 acordos comerciais fechados com os chineses. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia de Lula foi recolocar o Brasil no protagonismo entre os países emergentes. Para isso, o presidente fez questão de tratar de questões globais com o líder da China, Xi Jinping. 

Um dos assuntos discutidos por eles, por exemplo, foi a guerra entre Rússia e Ucrânia. Mais uma vez, o petista fez questão de colocar o Brasil à disposição para as negociações de paz. 

O movimento, no entanto, vem acompanhado de riscos já que Lula navega nos mares revoltos da relação da China com os EUA. Em fevereiro, o petista esteve em Washington para um encontro com o presidente norte-americano, Joe Biden. 

Na ocasião, Lula e Biden enviaram a mensagem de que juntos, Brasil e EUA poderiam superar desafios, em especial os que ameaçam a democracia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Você conhece a “profecia do Bitcoin”? Segundo entusiastas de criptomoedas, o BTC pode substituir o sistema financeiro tradicional nos próximos anos – e as crises bancárias recentes estão fortalecendo cada vez mais essa tese. Este é o momento para comprar bitcoin? Descubra aqui.

Os acordos fechados por Lula

Lula e Xi assinaram nesta sexta-feira (14), em Pequim, 15 acordos comerciais e de parceria. 

Leia Também

Conteúdo Empiricus

De olho em temas como Oriente Médio, petróleo e decisão de juros nos EUA, Empiricus traz recomendações de BDRs para setembro

VIRADA NO JOGO

Investidor estrangeiro volta para a bolsa brasileira, mas não compra qualquer coisa; veja o que está no radar do gringo

Os termos assinados entre os dois países incluem acordos de cooperação espacial, em pesquisa e inovação, economia digital e combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação entre os dois países e facilitação de comércio.

Um dos acordos prevê o desenvolvimento do CBERS-6, o sexto de uma linha de satélites construídos na parceria bilateral. 

De acordo com o governo brasileiro, o diferencial do novo modelo é uma tecnologia que permite o monitoramento de biomas como a Floresta Amazônica, mesmo com nuvens.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros documentos assinados tratam de certificação eletrônica para produtos de origem animal e dos requisitos sanitários e de quarentena que devem ser seguidos por frigoríficos para exportação de carne do Brasil para a China. O Brasil é o maior fornecedor de carne bovina para o país asiático e 60% da produção brasileira são vendidos para a China.

No contexto da visita do presidente brasileiro, o setor empresarial também anunciou 20 novos acordos entre os dois países em áreas como energias renováveis, indústria automotiva, agronegócio, linhas de crédito verde, tecnologia da informação, saúde e infraestrutura.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, esses acordos somam-se àqueles anunciados durante o Seminário Econômico Brasil-China, realizado em 29 de março, totalizando mais de 40 novas parcerias. Lula deveria ter feito essa viagem no fim do mês passado, ocasião do seminário, mas um quadro de pneumonia o obrigou a adiar o compromisso.

Embora importantes, os acordos não foram os pontos mais altos da visita de Lula à China. O Seu Dinheiro listou os momentos mais simbólicos da viagem. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os pontos altos da viagem à China

  • A posse de Dilma no banco do Brics

O presidente chegou na quarta-feira (12) a Xangai, a primeira parada da visita à China. A parada foi estratégica: participar na quinta-feira (14) da posse de Dilma Rousseff como presidente do banco do Brics — bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 

O que Lula disse lá: “Toda noite me pergunto porque todos os países precisam fazer seu comércio lastreado no dólar. Por que não podemos fazer comércio lastreado na nossa moeda? Por que não podemos ter o compromisso de inovar? Quem é que decidiu que era o dólar a moeda depois que o ouro desapareceu como paridade? Por que não foi o iene? Por que não foi o real, o peso? Porque as nossas moedas eram fracas, não tinham valor em outros países”, disse Lula no discurso de posse de Dilma. 

  • A visita à fábrica da Huawei

Além da posse de Dilma, o presidente brasileiro também visitou o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Huawei, uma das principais empresas de tecnologia da China.

O que Lula disse lá: "Fizemos uma visita à Huawei em uma demonstração que queremos dizer ao mundo que não temos preconceito em nossas relações com os chineses. Ninguém vai proibir que o Brasil aprimore sua relação com a China", disse o presidente na reunião aberta entre os líderes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Outros compromissos de Lula em Xangai

Lula também se reuniu com executivos de outras companhias chinesas, entre eles, o CEO da BYD, Wang Chuanfu, e o presidente do Conselho da China Communications Construction Company (CCCC), Wang Tongzhou. O presidente brasileiro teve ainda um encontro com o secretário-geral do Partido Comunista em Xangai, Chen Jining. 

O encontro foi fechado, sem declarações públicas, mas ficou acertado, por sugestão do ministro da Fazenda Fernando Haddad, que o governo da Bahia vai avaliar a viabilidade de desapropriar, a título de interesse público, a fábrica da Ford em Camaçari, para que a planta seja vendida à montadora chinesa BYD. O investimento é de cerca de R$ 10 bilhões. 

  • Lula com Xi em Pequim

O assunto principal do encontro foi a relação comercial entre os países e parcerias em áreas estratégicas, como tecnologia. Durante a reunião desta sexta-feira (14) em Pequim, Lula disse que a China tem sido uma "parceira preferencial do Brasil" nas relações comerciais e que busca junto ao país asiático equilibrar a geopolítica mundial.

O que Lula disse lá: "É com a China que a gente mantém o mais importante fluxo de comércio exterior. É com a China que nós tivemos a nossa maior balança comercial, e é junto com a China que nós temos tentado equilibrar a geopolítica mundial, discutindo os temas mais importantes. A minha visita à China neste momento é de reconhecimento dessa parceria e para que a gente possa aumentar, ainda, a nossa parceria instantânea. A minha viagem, neste momento, é uma viagem em busca de aumentar aquilo que nós temos de bom", disse Lula.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do G1 e da Agência Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem de Donald Trump com gráfico vermelho indicando queda ao fundo. 4 de setembro de 2026 - 12:26
O economista Mohamed El-Erian está sentado em uma poltrona vermelha, segurando um microfone. Atrás dele, uma estante de livros. 31 de agosto de 2026 - 13:50
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Estátua de menina em frente ao touro de Wall Street 6 de agosto de 2026 - 19:21
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar