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Para isso, o governo norte-americano vai usar a Amazon e a Microsoft Cloud. Medida deve ser anunciada nesta semana, segundo o The Wall Street Journal.
Enquanto o mundo se preocupa com um enfrentamento entre EUA e China nos campos de batalha, as duas maiores economias do mundo já travam uma guerra tecnológica — e, dessa vez, quem as gigantes Amazon e Microsoft vão para o front para proteger o ChatGPT.
Em mais um capítulo da disputa por chips, os EUA planejam restringir o acesso da China aos serviços norte-americanos de computação em nuvem em uma tentativa de impedir que as empresas chinesas fujam dos controles sobre o uso de chips avançados, segundo o Wall Street Journal.
Se a regra entrar em vigor, os provedores de serviços em nuvem dos EUA, como Amazon e Microsoft, precisarão de permissão do governo de Joe Biden para fornecer serviços que usam chips avançados de inteligência artificial para clientes chineses.
A restrição visa fechar uma brecha nos controles de exportação que os EUA implementaram em outubro, permitindo que empresas chinesas de inteligência artificial acessassem chips de última geração por meio da nuvem.
O Departamento de Comércio dos EUA deve implementará a restrição nas próximas semanas como parte de uma expansão das regras de controle de chips do ano passado destinadas a atingir a indústria chinesa de chips.
Em março, o Financial Times informou que as empresas chinesas de inteligência artificial, incluindo as sancionadas pelos EUA, conseguiram acessar chips avançados como o A100 da Nvidia por US$ 10 a hora por meio de provedores de computação em nuvem. Tal uso não foi uma violação das regras norte-americanas atuais.
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“Um grande número” de startups chinesas estava usando o serviço para clonar o ChatGPT, disse um executivo ao Financial Times na ocasião.
Essa restrição seria a mais recente ação do governo Biden em uma guerra tecnológica contra a China, que viu Pequim implementar várias medidas no estilo “olho por olho”, incluindo uma proibição sobre exportações de materiais cruciais para a fabricação de chips anunciada na segunda-feira (03).
Segundo a nova ordem, os exportadores precisam de permissão para enviar mais de uma dezena de produtos de gálio e germânio amplamente utilizados na indústria de chips.
O Japão e a Europa, que se juntaram aos EUA na implementação de restrições à exportação de chips, estão entre os principais importadores dos metais.
As tensões entre os EUA e a China vêm crescendo nos últimos anos e as medidas mais recentes de ambos os governos têm se concentrado no setor de tecnologia.
Na tentativa de amenizar a situação, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, vai à China na próxima quinta-feira (6) e deve ficar por lá até domingo (9).
A visita de Yellen acontece depois que o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, esteve em Pequim no mês passado.
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*Com informações do The Wall Street Journal
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