O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A holding do bilionário gastou cerca de US$ 588,7 milhões para aumentar participação na Occidental Petroleum, uma das maiores petroleiras dos Estados Unidos
Um dos maiores investidores do mundo, Warren Buffett concedeu um novo voto de confiança no setor de petróleo. A Berkshire Hathaway gastou cerca de US$ 588,7 milhões — equivalente a R$ 2,88 bilhões, nas cotações atuais — para comprar mais 10,5 milhões de ações da Occidental Petroleum, uma das maiores petroleiras dos Estados Unidos.
Com o negócio, a holding do Oráculo de Omaha passa a ter uma participação de aproximadamente 27% na gigante norte-americana de petróleo, segundo documento enviado à SEC (a versão estadunidense da CVM).
Isso torna a petroleira a sexta maior participação acionária no portfólio da Berkshire, atrás de nomes como Apple, Bank of America, American Express Company, Coca-Cola e Chevron Corporation — outra gigante do setor de energia.
Vale lembrar que a Berkshire Hathaway detém ainda ações preferenciais e garantias (warrants) para aquisição de outras 83,8 milhões de papéis da Occidental por US$ 4,7 bilhões (R$ 23,05 bilhões).
As ações e as garantias foram recebidas pelo conglomerado de Warren Buffett como parte de um acordo que ajudou a Occidental a financiar a compra da Anadarko Petroleum em 2019. Se exercidas, as warrants podem elevar a fatia Berkshire na petroleira para 33%.
Em agosto de 2022, o conglomerado do bilionário ainda recebeu uma aprovação regulatória para comprar até 50% da Occidental Petroleum.
Leia Também
A aquisição de novas ações da Occidental Petroleum pela empresa de Warren Buffett acontece dias depois de a gigante petroleira anunciar a compra de uma de suas principais rivais, a CrownRock, por US$ 12 bilhões.
Relembrando, a Occidental concordou na última segunda-feira (11) em adquirir a CrownRock, uma produtora privada de petróleo na Bacia do Permiano. A expectativa é que o negócio seja concluído no primeiro trimestre de 2024.
A nova incursão de Buffett na gigante do petróleo reforça o voto de confiança do bilionário na investida na Bacia do Permiano — ainda que a compra tenha elevado o nível de dívida da Occidental.
A CEO da Occidental, Vicki Hollub, disse à CNBC que planeja reduzir sua dívida para menos de US$ 15 bilhões, mesmo com o negócio multibilionário.
Segundo a executiva, a empresa planeja desinvestir em ativos nacionais não essenciais para o portfólio da empresa.
Apesar do aumento de participação na petroleira, o megainvestidor destacou que não tem intenção de assumir o controle da Occidental.
*Com informações de Reuters e CNBC.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço