O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A necessidade bilionária de capital é justamente uma das apostas dos investidores que operam vendidos (short) nas ações da Via
Em situação financeira delicada e ações em forte queda na B3, a Via (VIIA3) enfim confirmou os temores do mercado e anunciou a intenção de fazer uma oferta de ações para se capitalizar.
A dona das Casas Bahia e Ponto pretende levantar pelo menos R$ 1 bilhão na oferta. A companhia contratou os bancos Bradesco BBI, BTG Pactual, UBS, Itaú BBA e Santander para coordenar a operação.
A necessidade bilionária de capital é justamente uma das apostas dos investidores que operam vendidos (short) nas ações da Via, como o Seu Dinheiro mostrou nesta reportagem.
Os papéis da varejista (VIIA3) acumulam uma queda de quase 40% apenas no último mês na B3, um sinal de que a maior parte do mercado aguardava por esse desfecho. Em dois anos, a companhia perdeu quase 90% do valor de mercado na bolsa.
A oferta da Via deve acontecer em um dos piores momentos possíveis para os acionistas, já que as ações estão praticamente na lona. A varejista vale hoje pouco mais de R$ 2 bilhões na B3.
Com base nas cotações atuais, a oferta pode diluir a participação dos acionistas da Via que não colocarem dinheiro novo em quase 50%.
Leia Também
A Via não possui um controlador com mais de metade do capital. Mas a família Klein, fundadora da Casas Bahia e hoje com pouco menos de 18% das ações, pretende exercer o direito de prioridade na potencial oferta.
Ou seja, pelo menos parte da demanda da oferta de ações está garantida.
A Via pretende usar os recursos da oferta de ações para reforçar o capital de giro. A empresa também vai usar o dinheiro para entrar como investidora do fundo de investimento (FIDC).
O FIDC é uma das peças do amplo plano de reestruturação que a empresa anunciou junto com o balanço do segundo trimestre.
A ideia do fundo de investimento em direitos creditórios é antecipar os recursos das vendas feitas no crediário. Desse modo, em vez de esperar para receber em parcelas o dinheiro das vendas, a varejista embolsa os recursos de uma só vez.
A Via pretende investir nas cotas subordinadas do FIDC. Elas são as mais arriscadas e as primeiras a registrar eventuais perdas em caso de inadimplência da carteira.
A empresa hoje já faz a antecipação dos recursos do crediário nas vendas das lojas do Ponto Frio e Casas Bahia diretamente com os bancos.
O objetivo com a criação do fundo é liberar limite de crédito com as instituições financeiras. O valor pode potencialmente superar R$ 5 bilhões, de acordo com a companhia.
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel