O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o acordo, a gigante asiática do varejo on-line vai ficar com um terço do Sparc, enquanto o grupo vai se tornar acionista minoritário da plataforma; saiba o que está por trás desse negócio da China
Se você tem o hábito de fazer compras na Shein, aí vai uma notícia que pode agradar: a gigante do varejo eletrônico asiático comprou um terço do grupo Sparc, dono de marcas como Forever 21, Rebook e Nautica.
O negócio não deve fazer a Shein escapar da taxação no caso de compras que ultrapassem US$ 50, mas vai ampliar a penetração dos produtos vendidos pela empresa. Para os clientes brasileiros, em especial, é uma forma também de conseguir comprar itens da Forever 21 sem sair de casa, já que a marca fechou dezenas de lojas no País.
O acordo é uma oportunidade para a Shein, com sede em Singapura e fundada na China, entrar nas lojas da Forever 21 nos EUA. Em contrapartida, expande o alcance da Forever 21 ao trazer a marca para a plataforma on-line da Shein, que serve cerca de 150 milhões de usuários.
Para isso, a Shein fica com um terço do Sparc — que também é dono da Authentic Brands e do Simon Property — enquanto o grupo se torna um acionista minoritário da gigante asiática do varejo on-line. As empresas não divulgaram outros termos do acordo.
Quem não se lembra das filas imensas que se formaram na porta das primeiras unidades da Forever 21, quando a rede de fast fashion chegou ao Brasil? Era a oportunidade de adquirir peças por preços muito abaixo do que as fast fashion que já estavam no País ofereciam.
Só que oito anos depois desse festival de compras, a marca anunciou a saída do Brasil. Com boa parte dos adeptos de fast fashion preferindo comprar pela internet em plataformas como Shopee e Shein, a Forever 21 não conseguiu se manter de pé por aqui.
Leia Também
As dificuldades da Forever 21 ficaram enormes — e esbarravam no trabalho escravo. Em 2019, a empresa chegou a entrar em recuperação judicial nos EUA e, depois, acabou sendo comprada pela Authentic Brands. Hoje, a Forever 21 tem 414 lojas nos EUA e mais 146 em outros países, segundo o The Wall Street Journal.
A DINHEIRISTA — Pensão alimentícia: valor estabelecido é injusto! O que preciso para provar isso na justiça?
A parceria com a Forever 21 segue uma decisão de junho da marca de calçados Skechers de se juntar ao seu mercado, que permite aos consumidores comprar mercadorias de vendedores terceirizados na plataforma da Shein.
A Shein lançou seu marketplace nos EUA em maio, um mês depois de oferecer um serviço idêntico no Brasil.
O acordo entre a Forever 21 e a Shein ajudará a empresa a ir além de sua base de clientes, além de permitir que a gigante asiática tenha acesso a estratégias de marketing para lançar uma loja física, de acordo com especialistas ouvidos pela Reuters.
Na semana passada, a Shein informou que não tinha planos de lançar lojas físicas nos EUA e não comentou planos de abertura de unidades em outras regiões, como Europa e América do Sul. Mas a empresa já esteve no Brasil testando lojas temporárias por aqui.
De qualquer forma, a parceria com a Forever 21 permitirá que a varejista asiática faça experiências presenciais, permitindo, por exemplo, que os clientes devolvam mercadorias em lojas físicas.
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia
Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia
“Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa