O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A construtora apresentou prejuízo líquido no segundo trimestre, mas o resultado negativo foi compensado por uma melhora no endividamento e nas margens
Em um dia no qual boa parte do mercado repercute o corte na taxa Selic, o desempenho das ações da Tenda (TEND3) chama a atenção. Negociados fora do Ibovespa, os papéis saltavam 10,65% por volta das 12h40 e anotavam uma das maiores altas da bolsa brasileira nesta quinta-feira (3).
A companhia é uma das beneficiadas pelo início do ciclo de afrouxamento nos juros, que deve estimular todo o setor da construção civil. Mas este não é o principal combustível para a alta de hoje, e sim o balanço do segundo trimestre divulgado ontem.
A Tenda registrou prejuízo líquido de R$ 10,5 milhões no período. Apesar de ainda ficar abaixo de zero, a cifra representa uma melhora ante o rombo de R$ 114,4 milhões reportado entre abril e junho do ano passado.
Para a Genial Investimentos, esse deve ser o último trimestre no qual veremos o indicador em níveis negativos. “Nas nossas projeções, o 2T23 será o último trimestre com prejuízo, e o 4T23 será o último a apresentar aumento da dívida líquida."
A corretora relembra que, no final de 2021, a Tenda revelou um grande problema orçamentário nas obras iniciadas antes e durante o período no qual o INCC, considerado "a inflação da construção", ficou elevado. “Desde então, o patrimônio líquido da companhia foi reduzido de cerca R$ 1,5 bilhão para R$ 700 milhões, uma perda enorme de valor”.
Por isso, a Genial destaca que a redução no endividamento da companhia para 90,2% foi um dos grandes destaques desse trimestre. Esta é a primeira queda do indicador que relaciona a dívida líquida da empresa e seu patrimônio líquido (DLc/PL) desde o 4T21.
Leia Também
Segundo os analistas, o feito inédito deveu-se a uma “excelente gestão do balanço”, incluindo com a venda de carteiras de pró-soluto e participações em projetos e alienação de ações na tesouraria.
“Com isso, a Tenda passa a ter uma DLc/PL de 42%, abaixo do maior covenant no primeiro trimestre de 2024, que era a nossa maior preocupação”, cita a corretora.
Já o BTG Pactual concentrou as atenções em outra linha do balanço: a margem bruta ajustada. O indicador recuou 0,4 ponto percentual ante o trimestre imediatamente anterior, mas avançou 6 p.p. na base anual, para 22,4%
“Considerando tudo, a Tenda apresentou resultados decentes. Mais importante, parece estar no caminho certo para recuperar a margem bruta visto que projetos mais antigos e menos lucrativos devem ser menos relevantes nos próximos trimestres e mudanças recentes ao MCMV são altamente favoráveis para a empresa”, argumenta o banco.
As alterações no Minha Casa Minha Vida as quais os analistas se referem incluem um aumento nos subsídios para a população de baixa renda, queda nos juros e incremento no teto para o preço dos imóveis comercializados dentro do programa habitacional.
Mas, apesar das perspectivas positivas para os próximos trimestres, ambas as casas citadas ainda não recomendam a compra das ações da Tenda.
O BTG Pactual manteve a indicação neutra para os papéis, com preço-alvo de R$ 6, pois, de acordo com o banco, a precificação atual já reflete a maior parte das expectativas de uma reviravolta positiva na empresa.
Vale destacar que as ações TEND3 acumulam um salto de mais de 232% neste ano.
A Genial compartilha dessa visão: “O mercado já se tornou mais otimista com a empresa e a pergunta que tentaremos responder é de quanto valor foi destruído com os projetos lançados antes de 2022”.
Por enquanto, a corretora colocou o ativo sob revisão e está atualizando os números para definir um novo preço-alvo e recomendação.
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição
A varejista espera que o cancelamento de registro na SEC se concretize em 90 dias
O processo para se tornar microempreendedor individual é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela internet
Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia
Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano
A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI
Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações
Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026
A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo
Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças
A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração
Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h
O laudo será a referência para a OPA das ações preferenciais e não representa, necessariamente, o preço final da oferta
Controlada de educação básica do grupo vai deixar a bolsa americana após encolhimento da base acionária e baixa liquidez das ações
Conselho recebeu proposta de distribuição bilionária em JCP; decisão final depende da aprovação em assembleia até abril de 2027