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COMPRAR OU VENDER

Uma forcinha da Selic? Por que o BR Partners (BRBI11) é o queridinho do Itaú BBA entre as small caps

O Itaú BBA passou a recomendar a compra de BR Partners e elevou o preço-alvo de R$ 13 para R$ 18 em 2023, o que representa um potencial de valorização de 25% em relação ao fechamento de sexta-feira (30)

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3 de julho de 2023
13:27 - atualizado às 13:28
Executivos da BR Partners reunidos em torno de um púlpito na sede da B3, em cerimônia que marcou o início da negociação dos ativos da empresa na bolsa. Papel picado cai do teto e o logo da BR Partners aparece num telão ao fundo
Executivos da BR Partners participam da cerimônia de início da negociação dos ativos da empresa na bolsa - Imagem: B3

O ciclo de afrouxamento monetário que se avizinha no Brasil deve favorecer o BR Partners (BRBI11) — o queridinho do Itaú BBA quando o assunto é exposição a small caps por aqui. 

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O banco de investimentos passa por um momento operacional favorável e tem uma avaliação com desconto de 9 vezes o preço sobre o lucro (P/L) em 2023 e de 8x P/L em 2024. 

Por essas — e outras razões — o Itaú BBA passou a recomendar a compra de BR Partners e elevou o preço-alvo de R$ 13 para R$ 18 em 2023, o que representa um potencial de valorização de 25% em relação ao fechamento de sexta-feira (30). 

“Vemos espaço para a ação reclassificar para pelo menos 10x P/L em 2024 em nosso novo preço-alvo”, diz o Itaú BBA em relatório. 

Por volta de 13h25, as units BRBI11 subiam 1,80%, cotadas a R$ 14,70. No ano, os papéis do banco de investimentos acumulam ganho de 28%. 

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O melhor ainda está por vir

As condições do mercado de ações e de crédito brasileiro melhoraram significativamente nos últimos meses: as taxas de juros de longo prazo estão caindo, as avaliações estão subindo e os yields do mercado secundário para o crédito corporativo baixaram. 

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O Itaú BBA cita ainda o estancamento das saídas significativas de fundos de crédito e prevê uma demanda crescente por novas emissões de dívida. 

“Mercados melhores provavelmente gerarão mais volumes de fusão e aquisição e DCM [mercado de dívida ou crédito] para o BR Partners. Os serviços de vendas e negociação para clientes devem se beneficiar disso”, diz o Itaú BBA em relatório. 

BR Partners: mais do que fusões e aquisições

Segundo o Itaú BBA, o BR Partners ampliou com sucesso suas atividades de negócios para além do segmento de fusão e aquisição, o que permitiu aumentar os ganhos e sustentar altos retornos mesmo durante o ciclo do mercado de capitais até recentemente mais fraco. 

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“Nenhuma das ofertas ou participações sofreu perdas de crédito, reforçando a credibilidade do BR Partners”, diz o relatório. 

O Itaú BBA ainda lista como pontos positivos:

  • O crescimento de Sales & Trading através do cross-selling de produtos; 
  • Aumento de clientes;
  • Boa aplicação do capital levantado no IPO. 

O Itaú BBA chama atenção ainda para a divisão de Investment Banking, cuja fraqueza das fusões e aquisições foi compensada pelo papel de assessoria em operações estruturadas. 

A DINHEIRISTA - Taxada na Shein: “Meu reembolso está mais de um mês atrasado. E agora?” I Irmão golpista coloca pais no Serasa

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