O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
São Carlos pertence aos mesmos empresários donos da Americanas e já vinha vendendo uma série de ativos
Já faz algum tempo que a São Carlos (SCAR3) - empresa de investimento e administração de imóveis que nasceu no bojo das Americanas e pertence aos empresários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, - vem fazendo venda de ativos para sair do vermelho.
Desta vez, a companhia anunciou a venda de quatro empreendimentos comerciais para um fundo de investimentos por R$ 856 milhões.
Os imóveis são em São Paulo e no Rio de Janeiro:
Segundo a São Carlos, eles somam 58.875 m² de área bruta locável (ABL).
A companhia informou que 42,5% do valor total será recebido em uma primeira parcela na assinatura da escritura de compra e venda dos imóveis.
Já 9% será na segunda parcela em até 12 meses, contados da escritura e corrigido pelo índice de inflação IPCA.
Leia Também
Outros 48,5% do valor serão pagos na parcela final em até 24 meses a partir da assinatura da escritura, também corrigido pelo IPCA.
A estrutura da operação ainda considera a retenção de 5,5% do valor da primeira parcela para “fins de renda mínima garantida” para o fundo.
A parcela final, por sua vez, poderá contar com o pagamento de até 18,7% do valor da transação por meio de cotas do fundo.
A companhia não revelou o nome do fundo comprador no fato relevante arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no qual anunciou a venda.
A companhia ainda informou que o cap rate da venda (a taxa de retorno que uma propriedade vai gerar com base no seu valor de mercado atual) é de 7,4%, considerando a receita de locação dos contratos vigentes.
Com a venda, a Taxa Interna de Retorno (TIR) real após impostos do portfólio da companhia será de 27,3% ao ano. O valor da transação também é 14,6% abaixo do NAV (valor líquido do ativo).
Com a conclusão da venda, que ainda precisa ser efetivada, o portfólio da São Carlos passará a ter 95 imóveis, com ABL própria de 398,2 mil m² e valor de mercado avaliado em R$ 4 bilhões.
Pelo menos desde o ano passado, quando registrou prejuízo, a São Carlos vem vendendo uma série de imóveis.
Em 2022, foram oito imóveis, todos eles locados para a Lojas Pernambucanas — os pontos comerciais estavam localizados em Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. As operações renderam à companhia R$ 91,4 milhões.
"A reciclagem de ativos é parte importante do modelo de negócios da Companhia e fonte de recursos para o crescimento", foi dito na época.
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado