O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A cifra é 31% maior que a do plano anterior, e a maior parte dos recursos será destinada a projetos em implantação, principalmente no pré-sal.
Com o final de 2023 se aproximando, muitas pessoas já começam a pensar nas metas e resoluções para o próximo ano. E com a Petrobras (PETR4) não foi diferente, mas a janela de tempo é maior: em meio a rumores de pressão do governo e uma potencial troca de comando, a estatal acaba de divulgar o plano estratégico para o quinquênio 2024-2028.
Segundo o documento, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira (23), a companhia pretende investir US$ 102 bilhões (cerca de R$ 499 bilhões na cotação atual) nos próximos cinco anos. A cifra é 31% maior que a do plano anterior.
"O aumento do capex está associado principalmente a novos projetos, incluindo potenciais aquisições; a ativos que estavam em desinvestimentos e voltaram para a carteira de investimentos da companhia; e à inflação de custos, que impactou toda a cadeia de suprimentos", explica o comunicado.
Do total, US$ 91 bilhões devem ir para projetos em implantação. Outros US$ 11 bilhões serão destinados à carteira de iniciativas e avaliação.
Ainda segundo o documento, os investimentos visam a "preparar a Petrobras para o futuro e fortalecer a companhia, iniciando um processo de integração de fontes energéticas essencial para uma transição energética justa e responsável".
Apesar disso, o segmento de gás e energias de baixo carbono tem o segundo menor volume de investimentos previstos, atrás apenas do setor corporativo.
Leia Também

A maior parte dos recursos será destinada à exploração e produção, com destaque para o pré-sal, que ficará com 67% dos recursos. A estatal afirma que a modalidade "tem grande diferencial competitivo econômico e ambiental, com produção de óleo de melhor qualidade e com menores emissões de gases de efeito estufa".
Vale destacar que esse é o primeiro plano estratégico da Petrobras (PETR4) desde a volta de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto. Fontes ouvidas pela Reuters indicam, inclusive, que o presidente teria, pedido mudanças no documento.
De acordo com a agência, Lula quer mais contratações no Brasil para a construção de embarcações que serão usadas pela Petrobras, para que a empresa colabore com uma maior geração de empregos no país.
Além disso, o presidente defende que a estatal retome antes obras do setor de fertilizantes, produto que o Brasil tem ampla dependência de importações, embora seja uma potência agrícola.
As discordâncias sobre a condução da empresa deram origem a rumores sobre um possível substuição na presidência da companhia.
De acordo com informações d'O Globo, o ministro da Casa Civil, Rui Costa apresenta nesta semana a Lula uma proposta para tirar Jean Paul Prates, atual CEO, do cargo. Em seu lugar entraria o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Marcus Cavalcanti, que foi secretário de Infraestrutura da Bahia na gestão de Costa como governador do Estado.
Já Prates negou atritos com o presidente e declarou ter tido uma reunião "positivíssima" com Lula e os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a respeito do plano.
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais