O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para analistas, a lista de novos nomes para a diretoria da Petrobras (PETR4) ainda não responde às principais dúvidas que cercam a empresa
Há um ditado clássico que diz que em time que está ganhando não se mexe. Mas, no caso da Petrobras (PETR4), por mais elogiada que fosse a última gestão, é hora de mudanças sim — afinal, um novo governo prevê uma nova direção.
E foi assim que o presidente da companhia, Jean Paul Prates, indicou na véspera de Carnaval dois novos membros para a composição da diretoria executiva.
Nos últimos dias, o nome de Sérgio Caetano Leite foi indicado para os cargos de diretor executivo financeiro e de relacionamento com investidores.
Já Clarice Coppetti foi indicada como diretora executiva de relacionamento institucional e sustentabilidade.
Há algumas semanas, o novo CEO da Petrobras já havia nomeado outros cinco membros para a diretoria da companhia, confira:
Aliás, vale lembrar que todos eles ainda precisam da aprovação do Comitê de Pessoas da empresa, além de aprovação do conselho de administração.
Leia Também
Até aqui, esses novos nomes foram bem recebidos, mas dizem muito pouco sobre o futuro da estatal, avaliam analistas. O mercado ainda exige mais clareza sobre a gestão deste time e continuará acompanhando com atenção especial a política de dividendos da Petrobras — esse sim o tema de maior interesse dos investidores.
Na avaliação de Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, os nomes selecionados são técnicos, enquanto os profissionais são capazes de manter o nível operacional e financeiro da Petrobras em linha com aquilo que foi visto nos últimos anos.
"Mas isso não basta para garantir que os resultados continuarão bons, especialmente caso haja pressões políticas para alterar a precificação de combustíveis e reduzir drasticamente os dividendos", afirma.
É assim que o Credit Suisse comentou as mudanças feitas na Petrobras, ressaltando a boa administração da companhia. Para o banco, a estatal é um exemplo de reestruturação, com boa desalavancagem, rentabilidade e um sólido plano de negócios desde 2015.
Em relatório, a equipe do banco afirma que esperava mudanças na empresa com o novo governo, assim como também é esperado algum grau de continuidade na gestão.
As principais preocupações, atualmente, são: alocação de capital da Petrobras, com continuidade do atual plano de negócios; possíveis mudanças na política de preços; e alterações na política de dividendos.
Com as nomeações recentes, a Petrobras também fecha a lista daqueles que terão poder de fazer reajustes nos preços dos combustíveis. São eles o CFO Sérgio Caetano Leite, o próprio Jean Paul Prates e Claudio Schlosser, de Comercialização e Logística.
O Credit Suisse possui recomendação neutra para PETR4, com preço-alvo de US$ 16,00 para os American Depositary Receipt (ADR) — potencial de valorização de 38,5% se considerado o último fechamento.
Também em relatório, a equipe do Citi vê riscos em torno da tese da Petrobras, sem precisar o que esperar da nova direção.
Para os analistas do banco, os temas centrais para a estatal também são possíveis mudanças na estratégia de longo prazo, na política de preços e na alocação de capital, que pode se traduzir em múltiplos menores na comparação com seus pares.
"Uma das áreas de discussão mais importantes, a nosso ver, é a futura política de dividendos da empresa, que pode convergir para o payout mínimo de 25%", diz o documento.
Ainda assim, o Citi mantém recomendação de compra para os ADRs da Petrobras, com preço-alvo de US$ 19,00 — potencial de alta de 68,6%.
No pregão desta quarta-feira (22), as ações da Petrobras operam em baixa. Por volta das 15h02, PETR4 recuava 1,82%, cotada a R$ 25,96. Já PETR3 caía 1,28% a R$ 29,33.

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor