Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

FOCO NO VAREJO

O que está por trás da disparada das ações do Magazine Luiza, Casas Bahia e até da Americanas em novembro?

Ações subiram mesmo com notícias negativas dos balanços e a frustração com a Black Friday. Mas novas altas vão depender principalmente da expectativa para os juros, segundo analistas

Camille Lima
29 de novembro de 2023
8:45 - atualizado às 18:51
Magazine Luiza (MGLU3), Casas Bahia (BHIA3) e Americanas (AMER3)
Magazine Luiza (MGLU3), Casas Bahia (BHIA3) e Americanas (AMER3) - Imagem: Divulgação / Getty Images / Canva / Montagem Seu Dinheiro

A edição deste ano da Black Friday pode não ter sido das melhores para o varejo. Mas na bolsa brasileira, os investidores aproveitaram os preços em liquidação de algumas das principais ações do setor, como Magazine Luiza (MGLU3), Casas Bahia (BHIA3) e até mesmo a Americanas (AMER3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Das três principais varejistas online listadas na B3, o Magalu é que apresenta o melhor desempenho, com uma alta de 43,61% em novembro. Enquanto isso, as ações da Casas Bahia registram um avanço de 17,78% e as da Americanas sobem 9,41% no mês. As cotações são do fechamento desta terça-feira (28).

Vale destacar que a disparada recente ainda está longe de apagar a forte queda acumulada das ações no ano. E, exceto pelas Americanas, que enfim conseguiu divulgar os balanços atrasados e avançou no acordo com os credores dentro do processo de recuperação judicial, nenhuma das varejistas teve muito o que celebrar recentemente, pelo contrário. 

Fonte: TradingView em 28/11/2023.

O desempenho das gigantes do varejo na B3 foi na contramão das notícias corporativas nem tão animadoras assim, especialmente após os balanços trimestrais mais fracos que o esperado e a frustração com o faturamento na Black Friday de 2023.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, o que está por trás da forte alta do varejo? E, mais importante que isso: essa alta deve se manter ou será um movimento temporário? Nós fomos atrás dessas respostas para você. É só continuar a leitura.

Leia Também

O que aconteceu? É a economia, investidor

Para entender além o que motivou a alta das ações do Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3), precisamos falar, mais especificamente, dos juros.

O setor de varejo é um dos segmentos mais sensíveis aos fatores macroeconômicos, como inflação e a trajetória dos juros — daqui e dos Estados Unidos. 

Para início de conversa, a maior economia do mundo começou a sentir um processo de desinflação, o que reforçou, entre outros fatores, a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) já atingiu o patamar mais elevado do aperto monetário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E quando há uma boa notícia sobre os juros nos Estados Unidos, o Brasil, como um país emergente, também comemora.

Com o alívio na maior economia do mundo, a expectativa é que a Selic mantenha o ritmo de corte nos próximos meses e se aproxime de uma taxa terminal abaixo dos dois dígitos no fim do ciclo de reduções dos juros. Nos cálculos da Rio Bravo, o Copom pode atingir uma Selic de 9,25% ao final de 2024. 

Em declarações recentes, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou as expectativas de que o ciclo de cortes de 0,50 ponto percentual na Selic deve continuar nas próximas reuniões.

E, por consequência, os ativos cíclicos — que são mais sensíveis aos fatores macroeconômicos  — ganham impulso na B3. Como resultado, beneficiou as ações da Magazine Luiza e Casas Bahia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, para além dos juros, a redução das preocupações com o fiscal do Brasil também ajudou as perspectivas para o cenário macroeconômico doméstico.

Atenção: o preço também importa

Uma verdade no mercado de capitais é que preço importa — e, no caso das ações de varejo, os valores há muito encontravam-se pressionados na bolsa brasileira. Por isso, qualquer lapso de melhora ou surpresa positiva leva a uma reação mais forte dos papéis.

Para gestores que analisam o setor, o desempenho recente dos papéis também pode ter se tratado de um movimento técnico, explicado pela (des)montagem de posição em empresas como o Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3).

Isso porque, por serem empresas mais endividadas durante o período de alta dos juros no Brasil, muitos investidores e fundos saíram das ações — ou até mesmo apostaram contra as ações das varejistas na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa forma, com ventos macroeconômicos mais favoráveis para o setor e com resultados ruins, mas ainda acima das expectativas — que estavam muito baixas —, os investidores teriam reorganizado as carteiras.

Magazine Luiza e Casas Bahia: balanços que deram o que falar

Antes de passar para os motivos da alta das varejistas na bolsa brasileira, não podemos nos esquecer de outros dados importantes: os resultados financeiros das empresas. 

Na visão do Santander, os números do setor de varejo como um todo superaram as projeções de lucro, mas o setor não foi o verdadeiro vencedor da "corrida dos balanços" do terceiro trimestre. 

Isso porque, ainda que o resultado tenha ficado 89,4% acima das projeções, os analistas afirmam que os números do setor de modo geral foram ruins, com exceção do Mercado Livre (MELI34), considerado a “joia da coroa” do varejo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, a Casas Bahia apresentou mais um resultado considerado muito ruim no terceiro trimestre. A varejista passa por um processo de reestruturação, que envolve o fechamento de lojas e redução de estoques com os famosos “saldões”.

Tudo isso fez a companhia amargar um prejuízo de R$ 836 milhões no terceiro trimestre, ainda pior do que as projeções do mercado, que já não eram boas.

Contudo, a grande surpresa negativa veio mesmo do Magazine Luiza. Não dos números do trimestre em si, que mostraram até alguma evolução, e sim do anúncio de que a varejista encontrou problemas que levaram a um ajuste contábil de R$ 829,5 milhões.

A revelação despertou nos investidores o temor de que o Magalu terá de passar por uma capitalização para reequilibrar o balanço. A empresa disse que não há decisão tomada sobre o assunto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É importante ressaltar que a injeção de dinheiro resultaria na diluição do capital e aconteceria em um momento em que os papéis estão fortemente depreciados — o que seria negativo para os acionistas, segundo a Guide Investimentos. 

Apesar disso, um gestor ouvido pelo Seu Dinheiro afirma que a entrada de dinheiro novo seria positiva para o Magazine Luiza, mesmo com o preço atual da ação, porque ajudaria a companhia a equilibrar a estrutura de capital. Ou seja, é um mal que pode vir para o bem da companhia.

Ainda assim as ações sobem. Hora de comprar MGLU3 e BHIA3

Em meio a um contexto tão negativo, a forte alta das ações de Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) neste mês não deixa de surpreender. Então será que enfim chegou a hora de comprar os papéis?

Em resumo, a resposta é “não”, de acordo com os especialistas com quem o Seu Dinheiro conversou. As ações podem até voltar a subir, mas vão continuar mais à mercê das perspectivas para os juros do que de uma melhora operacional efetiva no curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo um gestor de fundos, o desempenho do varejo ainda está aquém e ritmo mais fraco deve se manter, ao menos, no início de 2024, especialmente para os segmentos de consumo.

A visão da Guide Investimentos também é negativa, tanto para o Magazine Luiza (MGLU3) como para as Casas Bahia (BHIA3). 

Para o analista Lucas Rietjens, a saúde financeira das companhias levanta preocupações, especialmente devido aos patamares de endividamento. 

“A gente gosta de apostar em empresas que estão alavancadas, mas tem perspectivas de se desalavancar. No caso dessas duas, a gente vê que o cenário de alavancagem é mais complicado, porque o custo da dívida é muito alto e o operacional das empresas também não está bom.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo assim, o analista avalia que as varejistas estão agindo de maneira correta, com um plano claro do que pretendem fazer.

“A gente acha que não é tão vantajoso se posicionar em um player de menor qualidade e com endividamento e risco maior. Se é para pagar um múltiplo alto, preferimos pagar por uma empresa de qualidade”, afirmou Rietjens, destacando as ações do Mercado Livre.

O JP Morgan também revisou as estimativas para o Magazine Luiza após a divulgação do último balanço, mas manteve a recomendação neutra para as ações. 

O pior já passou para a Americanas (AMER3)?

Agora você deve estar se perguntando: e a Americanas (AMER3)? Será que há alguma chance de confiar na varejista novamente após a fraude contábil bilionária de mais de R$ 25 bilhões?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa que tem o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira como acionistas de referência republicou o balanço de 2021 e divulgou os números consolidados do ano passado no último dia 16.

Em relação a 2021, o “maior lucro da história” da Americanas converteu-se em um prejuízo bilionário, que mais do que dobrou em 2022.

A publicação dos resultados abriu caminho para a varejista fechar acordo com os credores. Com isso, aumentou a expectativa de aprovação do plano de recuperação judicial na assembleia marcada para o dia 19 de dezembro.

A assembleia será fundamental para que haja a possibilidade de sobrevivência da empresa, que encontra-se em uma situação delicada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O plano prevê uma injeção de R$ 24 bilhões em capital na Americanas. Desse total, metade virá da conversão de dívidas em ações e os outros R$ 12 bilhões serão garantidos pelos acionistas de referência.

As ações da Americanas (AMER3) reagiram bem à expectativa de aprovação do plano de recuperação. Mas não se engane: a capitalização vai impor uma diluição brutal aos acionistas que não colocarem dinheiro novo na varejista.

Portanto, investir nos papéis da companhia na B3 agora é um movimento considerado especulativo, de acordo com os especialistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PROTEÇÃO

Com R$ 1,3 bilhão em dívidas, Alliança Saúde (AALR3) pede socorro contra RJ e recebe liminar para negociar dívidas

20 de março de 2026 - 12:32

A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial

TRANSIÇÃO

Antigo conhecido do Santander: quem é Gilson Finkelsztain, que deixará a B3 para assumir o cargo de CEO no banco

20 de março de 2026 - 10:33

Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios

DINHEIRO NA CONTA

Proventos na veia: Lojas Renner (LREN3) e Cemig (CMIG) anunciam mais de R$ 875 milhões em JCP; veja detalhes

20 de março de 2026 - 9:30

Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado

FALTA DE VISIBILIDADE

Como a guerra no Irã fez a Riachuelo (RIAA3) desistir de oferta de ações que ajudaria na expansão da companhia

20 de março de 2026 - 8:31

Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira

O BOM FILHO À CASA TORNA

Troca de guarda: Gilson Finkelsztain deixa a B3 para assumir a presidência do Santander Brasil

19 de março de 2026 - 19:55

A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.

ILUMINADA!

Os R$ 50 bilhões da Eneva (ENEV3): empresa flerta com valor de mercado inédito após leilão histórico

19 de março de 2026 - 16:43

Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente

ENTRE QUEDA E OPORTUNIDADE

O ‘roxinho’ ficou barato? UBS eleva recomendação do Nubank e vê oportunidade de valorização à frente

19 de março de 2026 - 15:47

Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor

DESTAQUES DO MERCADO

PicPay supera expectativas no balanço do 4T25, mas não escapa de queda forte na Nasdaq. O que dizem os analistas?

19 de março de 2026 - 14:21

Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão

RECOMENDAÇÃO NEUTRA

Dívidas e inflação: o desafio está maior para frigoríficos, e BTG recomenda cuidado com ações da MBRF (MBRF3) e Minerva (BEEF3) após 4T25

19 de março de 2026 - 12:15

O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)

DE SAÍDA

Dívidas, perdas e pressão: Nelson Tanure deixa conselho da Light (LIGT3) em meio a polêmicas e investigações

19 de março de 2026 - 11:32

Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia

DINHEIRO ESQUECIDO?

Quase R$ 800 milhões parados no FGC: milhares de investidores ainda não foram buscar dinheiro do Banco Master

19 de março de 2026 - 10:32

Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu

DIRETO PARA O BOLSO

Tim (TIMS3) pagará R$ 390 milhões em JCP aos investidores; veja quem recebe o benefício

19 de março de 2026 - 10:03

O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026

DÍVIDAS

CSN (CSNA3) confirma fase final de negociação de empréstimo, com a venda da CSN Cimentos como garantia

19 de março de 2026 - 9:22

A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas

BALANÇO

PicPay apresenta o primeiro resultado desde o IPO, com lucro 136% maior no 4T25

18 de março de 2026 - 19:51

O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024

DISPUTA NO LAST MILE

Na guerra do e-commerce, vence o mais rápido: FII fecha contrato com Mercado Livre (MELI34) para galpão logístico sob medida em São Paulo

18 de março de 2026 - 16:01

O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo

INVESTOR DAY

Rombo do FGC bate à porta de banco capixaba: Banestes terá que desembolsar R$ 120 milhões após crise no Master, diz CFO

18 de março de 2026 - 15:33

Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração

VEM MAIS UM RESFRIADO AÍ?

Hapvida (HAPV3) cai até 6% com prévia da ANS e expectativa pessimista para o balanço do 4T25; o que pesou nas ações?

18 de março de 2026 - 15:05

O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo

ADEUS AO BRASIL?

Café com pipoca: 3corações compra marcas Yoki e Kitano por R$ 800 milhões, e General Mills deixa operações no Brasil

18 de março de 2026 - 9:39

3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil

NOVOS CEOS NO PEDAÇO

Cury (CURY3): troca no comando depois de três décadas traz algum risco? BTG Pactual responde

17 de março de 2026 - 18:39

Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia

DESDOBRAMENTO DAS CRISES

Adeus, Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3): dupla com recuperações extrajudiciais é cortada do Ibovespa

17 de março de 2026 - 17:45

Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar