O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Holding vende participação em ativos de transmissão de energia para o GIC, fundo soberano de Singapura, e se reforça para disputar novos ativos
A Neoenergia (NEOE3) deu um passo importante para renovar o portfólio com a venda de 50% de oito ativos de transmissão de energia em operação para o GIC, fundo soberano de Singapura, por R$ 1,2 bilhão.
Além do dinheiro que entra no caixa e da redução do endividamento, o negócio tem um caráter estratégico para a holding. Isso porque a Neoenergia e o GIC pretendem atuar juntos nos próximos leilões de transmissão de energia, incluindo o que acontece no próximo dia 30 de junho.
”O GIC é amplamente reconhecido como alocador estratégico de capital. Essa não é apenas uma transação pontual“, afirmou Eduardo Capelastegui, presidente da Neoenergia, em teleconferência na manhã desta quarta-feira.
De modo geral, os analistas consideraram o negócio positivo, e as ações da Neoenergia (NEOE3) reagem da mesma forma na B3. Por volta das 11h05, os papéis registravam alta de 1,23% na B3, a R$ 15,63.
O acordo com o GIC prevê a venda de metade da participação da Neoenergia nos empreendimentos Jalapão, Santa Luzia, Dourados, Atibaia, Biguaçu, Sobral, Narandiba e Rio Formoso. Todos eles estão em operação e totalizam 1.865 quilômetros de linhas de transmissão.
O GIC também terá direito de preferência em uma potencial venda futura dos ativos de transmissão em construção pela Neoenergia. Atualmente a holding possui oito empreendimentos nessa fase.
Leia Também
A conclusão do negócio depende das aprovações de praxe dos órgãos reguladores. Mas a participação em conjunto nos próximos leilões de transmissão pode acontecer antes disso, de acordo com o presidente da Neoenergia.
O acordo prevê que a Neoenergia terá 60% de participação nos ativos dos futuros leilões, enquanto que o GIC ficará com os demais 40%. A ideia é que os sócios atuem juntos, mas a Neonergia poderá dar lances sozinha ou comprar a participação do fundo no projeto.
A reação dos analistas que cobrem o setor elétrico ao acordo da Neoenergia com o GIC foi positiva. De modo geral, a visão é que o negócio ajuda a holding a reduzir o endividamento.
Além do dinheiro que vai entrar no caixa após a conclusão do negócio, a dívida relacionada aos empreendimentos deixa de ser consolidada no balanço da Neoenergia.
Ao mesmo tempo, a venda dos ativos pode "destravar valor" para a companhia. "O valor da transação veio acima das estimativas de valor justo para esses ativos", escreveram os analistas do Credit Suisse, em relatório.
Além disso, os analistas destacaram que a entrada do GIC no negócio de transmissão deve trazer maior disciplina financeira para a companhia.
"O ceticismo sobre a governança corporativa e alocação de capital é um fator significativo por trás do desconto da ação da Neoenergia. Acreditamos que a entrada de um conhecido parceiro financeiro contribua para aliviar essas preocupações", escreveu o JP Morgan.
Os analistas têm recomendação overweight (equivalente a compra) para as ações da Neoenergia (NEOE3). O preço-alvo de R$ 21,00 representa um potencial de alta de 36% em relação ao fechamento dos papéis ontem na B3.
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado