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SOB NOVO COMANDO

Natura (NTCO3) revela quem ocupará o cargo de CEO da Avon após a saída de Angela Cretu

A Natura &Co informou ao mercado que, após 25 anos, Angela Cretu deixará o cargo de Presidente da Avon Products; veja quem vai assumir

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Imagem: Shutterstock / Montagem SD

A Natura &Co (NTCO3) informou ao mercado que, após 25 anos, Angela Cretu deixará o cargo de Presidente da Avon Products, Inc. a partir de 1° de janeiro de 2024. Em comunicado, a empresa ressaltou as estratégias bem-sucedidas de Cretu e informou que a executiva continuará a apoiar os negócios da Avon atuando como uma consultora sênior. 

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“Como CEO, Angela reacendeu as campanhas da Avon pautadas em propósito, empoderando as mulheres para que pudessem abraçar seu poder e melhorar suas vidas com oportunidades acessíveis de beleza, proporcionando ganhos de renda e aprendizados flexíveis e, ainda, apoiando causas como câncer de mama e violência de gênero”, pontuou a empresa. 

O cargo será ocupado por Kristof Neirynck, o atual Diretor de Marketing da Avon e Diretor Executivo para a API Euro Ocidental. Segundo a Natura, como Diretor de Marketing, Neirynck liderou um relançamento completo da marca, com foco na melhoria da margem bruta.

O futuro CEO já atuou também como Diretor de Marketing para marcas globais na Walgreens Boots Alliance (WBA). 

A empresa ainda informou que Alessandro Carlucci retornará ao grupo Natura &Co como consultor sênior da Avon. Carlucci foi CEO da Natura Cosméticos S.A. de 2005 a 2014 e agora auxiliará na contínua recuperação de desempenho e destravamento de valor sustentável da Avon. 

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Em resposta às mudanças, por volta das 10h30 desta quinta-feira (30), as ações da Natura &Co registravam alta de 0,37%, a R$ 16,28. 

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A compra da Avon 

A Natura concluiu a compra de sua até então arquirrival Avon em 2019, em uma negociação avaliada em US$ 3,5 bilhões. À época, o acordo deu origem ao quarto maior grupo de cosméticos e beleza do mundo.

O negócio envolveu a troca de ações das companhias, em que a brasileira passou a ter 76% do capital da empresa combinada, batizada de Natura &Co, enquanto os sócios da Avon ficaram com os 24% restantes.

Após a compra, no entanto, a empresa registrou queda de 71,6% no lucro em 2019, a R$ 155,5 milhões, principalmente devido às despesas com a aquisição da Avon. 

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“A conclusão da transação está prevista para ocorrer até 31 de dezembro de 2023 e está sujeita às aprovações regulatórias usuais”, destacou o comunicado enviado ao mercado. 

A transação será da ordem de 207 milhões de libras (R$ 1,25 bilhão), com um possível earn-out (isto é, um pagamento adicional atrelado ao desempenho futuro dos negócios) de 90 milhões de libras. Desta forma, a operação pode chegar a 297 milhões de libras (R$ 1,79 bilhão).

Mas o mercado especula que o “regime” pode ir além e incluir até as operações da Avon fora da América Latina. Ou seja, ao fim do processo a Natura deve ter as operações concentradas no Brasil e nos demais países da região.

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