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O comprador é o Banco Votorantim, que já é parceiro da companhia em um acordo comercial para oferta de produtos e serviços financeiros no modelo asset light
Depois de meses em tratativas, a Méliuz (CASH3) enfim chegou a um acordo para a estrutura final e condições economônicas da venda do Bankly para o Banco Votorantim. Segundo o comunicado enviado ao mercado nesta sexta-feira (31), o valor de firma da operação foi acertado em R$ 210 milhões.
A cifra será paga em parcela única à Méliuz. Mas, antes que ela chegue ao caixa da companhia, é preciso que sejam cumpridas condições comuns a esse tipo de operação, como a aprovação regulatória do Banco Central.
Além disso, a Méliuz também convocará uma assembleia geral extraordinária para oferecer aos seus acionistas a possibilidade de exercerem seu direito de preferência na compra da Acessopar, subsidiária integral da empresa de cashback e dona de 52,19% do capital social do Bankly.
Vale relembrar que a relação entre BV e Méliuz não se iniciou agora. A companhia concluiu no início do mês um acordo comercial com o banco que permitirá à empresa de cashback ofertar produtos e serviços financeiros no modelo asset light.
Isto significa que a Méliuz deixa de assumir custos e despesas relacionados aos produtos e passa a focar apenas na experiência do usuário. A remuneração da companhia acontecerá por cartão de crédito ou conta ativados, além de um percentual atrelado ao volume total de pagamentos (TPV) do cartão.
Vale destacar que, vencidas as etapas necessárias para a conclusão do negócio e feito o pagamento, a Méliuz pode transformar os frutos da venda em dinheiro para seus investidores.
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"A companhia reforça que vem estudando distribuir a receita proveniente da venda do Bankly em forma de proventos. Assim que o estudo for concluído, a decisão passará pelas aprovações de suas instâncias de governança internas e
será devidamente comunicado ao mercado por meio de fato relevante", diz a nota enviada ao mercado.
A informação já havia sido antecipada no início do mês durante a teleconferência de resultados da empresa. “Ainda estamos dependendo de aprovações internas, mas tudo indica que o valor recebido pela venda do Bankly o Méliuz vai distribuir na forma de proventos para seus acionistas”, disse o diretor de relações com investidores, Marcio Penna.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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