O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa fechou a compra da operação florestal da Arauco que forma o Projeto Caetê por US$ 1,16 bilhão
A contagem regressiva para as festas de fim de ano já começou, mas isso não quer dizer que os investidores ficarão sem novidades no mercado financeiro. A Klabin (KLBN11) movimentou a manhã desta quinta-feira (21) com um dos maiores negócios do ano: a empresa vai desembolsar quase R$ 6 bilhões em uma aquisição no Sul do país.
A empresa fechou um contrato de US$ 1,16 bilhão com a chilena Arauco para a compra da operação florestal no Paraná que forma o “Projeto Caetê”. O montante considera capital de giro zero e zero dívida líquida, mas está sujeito a ajustes.
“Esse é mais um movimento que reforça o foco da empresa em eficiência operacional, com diligente alocação de capital e valor presente líquido (VPL) estimado em aproximadamente R$ 2 bilhões”, afirma Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin, em nota à imprensa.
Os papéis da Klabin (KLBN11) operam em alta hoje. Por volta das 11h15, as units subiam 1,36%, negociadas a R$ 21,56.
O Projeto Caetê inclui a compra de 150 mil hectares de área total substancialmente no Paraná, sendo 85 mil hectares de área produtiva e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé, além de máquinas e equipamentos florestais.
O negócio estipula a aquisição direta de 100% do capital social da Arauco Florestal Arapoti (AFA) e da Arauco Forest Brasil (AFB) e a compra indireta de 49% do capital social da Florestal Vale do Corisco (VdC) e de 100% da Empreendimentos Florestais Santa Cruz (SC).
Leia Também
Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Klabin, Marcos Ivo, a intenção do negócio é reduzir os custos e reforçar a alocação de capital focada em criar valor para os acionistas da empresa de papel e celulose.
“Trata-se de uma ótima oportunidade em termos operacionais e financeiros, que reduzirá a necessidade de compra de madeira de terceiros e aumentará a competitividade de custos da companhia, com criação de valor para os seus acionistas”, destaca Ivo.
Com a compra do Projeto Caetê, a Klabin (KLBN11) concluirá a expansão de terras no Paraná para o abastecimento do Projeto Puma II, complexo industrial inaugurado há três anos e responsável por um dos maiores investimentos da empresa para este ano.
Além disso, com o negócio com a Arauco, a empresa antecipa o atingimento da autossuficiência de madeira e diminui os investimentos futuros estimados, principalmente relacionados à compra de “madeira em pé”.
Segundo a companhia, a compra dos ativos da Arauco no Paraná irá reduzir os custos operacionais de colheita e transporte de madeira, melhorando o custo caixa total da Klabin.
“Após a colheita do ciclo atual de madeira, a Klabin superaria seu alvo de autossuficiência de 75% de madeira própria em cerca de 60 mil hectares produtivos”, projetou a empresa, em fato relevante enviado à CVM.
A operação será realizada por meio de controladas da Klabin (KLBN11). Já o pagamento deverá ser feito no fechamento da transação, utilizando os recursos já em caixa da companhia.
Vale destacar que a conclusão da compra está sujeita a condições suspensivas como a aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Na visão do BTG Pactual, ainda que o negócio bilionário aumente o nível de endividamento da Klabin (KLBN11) em 2024, o negócio será positivo no futuro — mesmo que possa causar uma reação negativa entre os investidores à primeira vista.
“Dada a dimensão da transação e a obsessão dos investidores com a desalavancagem, não ficaríamos surpreendidos se a reação inicial fosse negativa”, afirmam os analistas, em relatório.
Para os analistas, a lógica da compra da operação da Arauco é realizar “um desembolso inicial para ter uma série de ‘poupanças’ anuais”.
Nos cálculos do banco, a transação “parece sensata”, uma vez que possui uma taxa interna de retorno (TIR) real implícita de 13%, que deverá resultar em um valor presente líquido (VPL) de cerca de R$ 2 por ação.
Ainda nas projeções dos analistas, a empresa poderá capturar entre R$ 350 milhões e R$ 400 milhões em sinergias em 2025 a 28.
Apesar da avaliação positiva do negócio, o BTG destaca a preferência pela ação da Suzano (SUZB3) em vez da Klabin (KLBN11) no setor de papel e celulose.
O banco possui recomendação neutra para o papel KLBN11 e fixou um preço-alvo de R$ 26 por unit para os próximos 12 meses — implicando em um potencial de alta de 22% em relação ao último fechamento.
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço