O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os papéis da empresa chegaram a cair mais de 4% na bolsa brasileira nesta quinta-feira (3) após a nova classificação do banco norte-americano
A Alpargatas (ALPA4) não está conseguindo pegar carona na queda da Selic anunciada ontem (2) e amarga perdas nesta quinta-feira (3), dia no qual deve divulgar os resultados do segundo trimestre de 2023.
Mesmo sem conhecer o desempenho financeiro da empresa entre abril e junho deste ano, o JP Morgan rebaixou a recomendação das ações ALPA4 de compra para neutra e também cortou o preço-alvo dos papéis de R$ 9,50 para R$ 9,00 — o que representa uma desvalorização de 5,4% em relação ao fechamento de quarta-feira (2).
A mudança fez a Alpargatas liderar o pelotão de perdas do Ibovespa na manhã de hoje, com uma queda de mais de 4%.
As ações, no entanto, reduziram as perdas neste início de tarde, recuando 2,73%, cotadas a R$ 9,22. No ano, ALPA4 acumula baixa de 39%.
Embora o JP Morgan veja oportunidades nos mercados internacionais para a marca Havaianas e chances de ir além dos chinelos no mercado interno, o banco diz que o momento agora é de reestruturação e “volta ao básico”.
“Nos últimos trimestres e diante de contínuas decepções, descobrimos que os processos internos da Alpargatas não eram bem coordenados, com a fábrica operando de forma um tanto independente do departamento comercial, enquanto a comunicação entre ambos também era ruim”, diz o JP Morgan em relatório.
Leia Também
Segundo o banco, isso sugere que a Alpargatas não estava pronta para operar como empresa de consumo de marca que permite iniciativas de premium juntamente com planos de internacionalização, já que a mentalidade industrial histórica ainda era predominante.
Além de suas questões internas, o JP Morgan diz que a empresa enfrenta altos estoques no Brasil, com produtos que são marcados a preços de mercado mais altos do que os atuais, tornando caro acelerar o processo de redução desses estoques.
O banco lembra que a própria Alpargatas mantém níveis de estoque de produtos acabados anormalmente altos, o que exige o aluguel de espaço de armazenamento adicional.
“Ao todo, acreditamos que os ajustes necessários provavelmente afetarão os resultados por mais 12 a 24 meses, limitando a visibilidade na execução dos planos no curto prazo”, diz o JP em relatório.
As taxas de atendimento de pedidos continuam sendo uma questão fundamental para a Alpargatas, segundo o JP Morgan e, este ano, os problemas de logística se acumularam à medida que a empresa muda seu provedor de serviços na Europa.
“Os problemas consistentes de execução no principal mercado internacional da empresa têm o potencial de ter impactos mais duradouros, pois os clientes da região podem ficar menos dispostos a aceitar os produtos da empresa devido à entrega imprevisível”, diz.
Enquanto isso, a expansão para os EUA continua errática, algo que desencadeou mudanças de gestão na região, enquanto um diagnóstico chave é a necessidade de desenvolver produtos específicos para esse mercado específico, diferente da Europa, de acordo com o JP Morgan.
Na Ásia, a situação não é muito melhor. O banco diz que a China está sendo colocada como um plano B, com geografias menores recebendo os holofotes.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques