O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na visão do banco, a recuperação das margens da companhia ocorre mais rápido que o esperado e justifica a nova indicação para os papéis TEND3
Está chegando o momento da virada econômica para endividada Tenda (TEND3)? As revisões das recomendações para as ações da incorporadora indicam que sim: uma semana após o Credit Suisse elevar os papéis para a compra, nesta quinta-feira (25) foi a vez do JP Morgan também reavaliar sua indicação.
Segundo relatório divulgado hoje, os analistas do banco de investimentos mudaram de underperform — o equivalente à venda — para neutra a recomendação para TEND3.
Já o preço-alvo para os papéis da companhia subiu de R$ 5 para R$ 9. A nova cifra é cerca de 17,8% superior à cotação atual das ações, que, por volta das 13h40, operavam em alta de 5,38%, cotadas em R$ 7,64.
Vale destacar que a incorporadora é uma das que mais sentiram o atual ciclo de alta dos juros e de aquecimento da inflação no país. Mas, na visão do JP Morgan, a recuperação das margens da Tenda ocorre mais rápido que o esperado e justifica a elevação da recomendação.
De acordo com o balanço do primeiro trimestre, a margem bruta das novas vendas da incorporadora chegou a 31%.
Os analistas também acreditam que a companhia se beneficiará com o “Pode Entrar”. A depender de como o caixa será contabilizado, o programa habitacional lançado pela prefeitura de São Paulo neste ano pode ajudar na redução da dívida líquida da empresa.
Leia Também
A Tenda não foi a única favorecida pela revisão do JP Morgan. O preço-alvo para as ações de outras construtoras cobertas pelo banco — MRV (MRVE3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e EZTec (EZTC3) — subiu 30%.
O crescimento nas expectativas para o potencial de alta dos papéis neste ano é justificado, segundo os analistas, por uma melhora no cenário macroeconômico, especialmente com a expectativa de queda nos juros no segundo semestre e o arrefecimento da inflação.
Para o JP Morgan, o setor de baixa renda será beneficiado ainda pela atualização no programa “Minha Casa, Minha Vida”, que inclui subsídios maiores e taxas menores. As mudanças devem ser votadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no próximo mês.
“Além disso, a implementação do FGTS Consignado e dos financiamentos com prazo de 35 anos também devem impulsionar o ímpeto para as construtoras”, apontam os analistas.
Com a melhora das previsões para o segmento focado na baixa renda, o JP Morgan reiterou que a MRV (MRVE3) é sua preferida entre as construtoras, enquanto a Cyrela (CYRE3) — que mostrou resiliência nos resultados de curto prazo — fica com a segunda posição.
Confira abaixo a recomendação e preço-alvo para as cinco empresas:
| Companhia | Recomendação | Preço-alvo |
| Cyrela (CYRE3) | Compra | R$ 21 |
| Direcional (DIRR3) | Compra | R$ 21 |
| EZTec (EZTC3) | Neutra | R$ 18 |
| MRV (MRVE3) | Compra | R$ 13 |
| Tenda (TEND3) | Neutra | R$ 9 |
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players