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Segundo a Hapvida (HAPV3), venda da subsidiária ajudará em seu processo de integração com a NotreDame Intermédica (GNDI3)
Em mais um movimento do setor de saúde, a Hapvida (HAPV3) informou que vai vender a São Francisco Resgates por R$ 150 milhões, valor que ainda pode ser ajustado no futuro.
A compradora é a ELO Conservação e Manutenção de Infraestrutura, que ainda espera aprovação do Conselho Administrativo de Defesa
Econômica (Cade).
De acordo com o comunicado arquivado na Comissão de Valores Mobiliáris (CVM), o negócio ajudará a Hapvida a focar em sua integração com a NotreDame Intermédica (GNDI3) — a fusão entre as duas ocorreu no início de 2021 como um dos pontos altos da expansão da Hapvida.
Segundo a companhia, a SF Resgate é um dos maiores provedores de serviços de emergência do país, com 220 ambulâncias próprias e 16 contratos que incluem a prestação para rodoviás, indústrias e o aeroporto de Guarulhos.
"A atual transação, em conjunto com as duas captações recentes (sale & leaseback e follow on), está inserida no contexto, já informado pela companhia, de otimização e fortalecimento da sua estrutura de capital bem como maior foco em seu core business", informa a Hapvida.
No mês passado, a Hapvida (HAPV3) levantou R$ 1,06 bilhão em uma oferta primária de ações, com demanda para colocar tanto o lote principal oferecido quanto um lote adicional de 20%.
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O follow-on veio à tona dias depois de a família Pinheiro, principal acionista da Hapvida, ter anunciado uma injeção de capital de pouco mais de R$ 2 bilhões na empresa.
Descubra a resposta para este e outros problemas envolvendo dinheiro no novo episódio de A Dinheirista, que resolve suas aflições financeiras com bom humor:
No fim de março, os controladores anunciaram a compra de dez imóveis da Hapvida com o compromisso de alugá-los para a própria operadora em seguida.
Esse negócio, conhecido no mercado como sale and leaseback, deve render R$ 1,25 bilhão para a companhia.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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