O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Caso a Suprema Corte decida a favor da União, o governo deve utilizar o seu aumento de influência para alterar a composição da diretoria e gestão da Eletrobras
Desde que a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva ganhou força em 2022, a privatização da Eletrobras (ELET3;ELET6) costuma ser pautada como uma grande injustiça feita pelo governo Bolsonaro ao patrimônio público — e, apesar de ter negado no passado movimentos para mudar a realidade atual, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) para, de fato, alterar a forma como a companhia é gerida hoje.
Em uma ação assinada também pelo presidente Lula, a AGU pede que o STF revise a regra que proíbe que um acionista ou grupo de acionista exerça votos superiores a dez por cento do capital social da empresa.
Atualmente, a União segue com 43% das ações ordinárias, mas teve o seu poder de voto reduzido, limitando o poder de influência do governo na indicação de conselheiros e diretores.
Na petição, a AGU aponta que a regra atual gera “grave lesão ao interesse público”, gerando ônus para a União e violando o “direito de propriedade do ente federativo, ‘aos princípios da razoabilidade, da proporcionalidade, e de diversos mandamentos constitucionais que regem a atuação da Administração Pública’”.
Vale lembrar que, apesar da movimentação e dos ruídos impactarem as ações da Eletrobras, os analistas e gestores acham pouco provável que uma reestatização ocorra. Afinal, em termos absolutos, seria preciso readquirir os 10% do capital necessários para a detenção do controle — e essa ação dependeria de uma autorização do Congresso e um grande desembolso de recursos.
A questão é abordada na nota divulgada pela AGU. De acordo com o documento, a petição não tem como objetivo a rediscussão do processo de privatização, uma vez que a gestão permanecerá privada, e sim ganhar a influência que hoje está na mão dos acionistas minoritários.
Leia Também
“O objeto da ação é o resguardo do interesse e do patrimônio públicos com a obtenção de uma interpretação adequada da legislação para que a União possa participar da gestão da Eletrobras de forma proporcional ao investimento público que possui na empresa”, explica a sessão de perguntas e respostas do documento.
Caso a Suprema Corte decida a favor da União, o governo deve utilizar o seu aumento de influência para alterar a composição da diretoria e gestão da empresa. Segundo a AGU, é de interesse de todos os sócio — incluindo o governo — que a Eletrobras gere lucros e cumpra sua finalidade social de companhia indispensável para a atividade econômica nacional.
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis