O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ministério da Fazenda e a Receita Federal confirmaram que haverá maior fiscalização da atuação de sites como Shein, AliExpress e Shopee
Um dos assuntos que mobilizaram as redes sociais nessa semana foi a maior fiscalização da atuação de sites como Shein, Shopee e AliExpress no Brasil. Como consequência, é muito provável que os produtos desses varejistas acabem ficando mais caros, atingindo o ponto mais vantajoso para os consumidores — os preços muito baixos.
Nesta semana, o governo federal anunciou que decidiu acabar com a regra que isenta de impostos as remessas internacionais no valor de US$ 50 (R$ 250).
O benefício era exclusivo para pessoas físicas, mas, de acordo com técnicos do governo, vinha sendo usado indevidamente por empresas de comércio online internacionais para comercialização de produtos. É isso que torna possível a compra de produtos por preços muito baixos, como fones de ouvido por menos de R$ 50,00 + as taxas de envio.
Não à toa as próprias varejistas costumam separar encomendas grandes em outras menores, para não ultrapassar esse valor de US$ 50. Da mesma maneira, é comum encontrar conteúdo na internet com dicas para que o consumidor compre sempre itens abaixo desse valor, evitando as taxas.
Aparentemente sim, ainda que a cobrança adicional seja feita aos varejistas e não aos consumidores. Mas, uma vez que sejam obrigadas a gastar mais, também é natural que essas empress não absorvam todo esse impacto e isso se reflita em preços maiores.
Ainda não se sabe exatamente como essa taxação seja feitra, mas a ideia é reforçar a fiscalização com o objetivo de provar que não se trata de um envio de uma pessoa física para outra, mas sim de uma varejista.
Leia Também
Segundo a própria Receita Federal, hoje já existe a tributação de 60% sobre o valor da encomenda, ela apenas não tem sido efetiva. Ou seja: não vai ter uma taxa nova, apenas mais fiscalização.
Sendo assim, as compras feitas em sites como AliExpress, Shein e Shopee devem ficar no mínimo 60% mais caras, mas essa porcentagem pode ser ainda maior porque depende de outros tributos aplicáveis.
Conforme o advogado Fernando Lima, tributarista e sócio do Lavocat Advogados, as compras de até US$ 500,00 contam com imposto simplificado, e o valor utilizado para calcular as taxas inclui ainda o frete e o seguro do produto, caso exista.
Para compras com valor entre US$ 500,00 e US$ 3.000,00, também há cobrança do ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços), que ainda pode mudar conforme o local em que o produto foi desembarcado e onde ele será entregue. Cada Estado da federação cobra uma alíquota diferente.
Assim, fica difícil calcular exatamente qual será o valor final de uma encomenda, mas considerando que ela ficará no mínimo 60% mais cara, consideramos os cinco produtos que são destaque entre as ofertas relâmpago da Shopee para você ter uma ideia dos novos valores.





Mas, é importante lembrar que todos esses valores podem ser ainda maiores, como explicado acima.
Também calculamos como ficariam os preços dos itens mais vendidos pela AliExpress no Brasil:





Milton Fontes, especialista em Direito Tributário e sócio do Peixoto & Cury Advogados, explica ainda que para quem gastar até os US$ 50,00, a taxa é "apenas" de 60% mesmo, mas que para quem ultrapassar esse limite, outros tributos podem ser aplicados, como ICMS e PIS/Cofins.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos