O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além dos desligamentos, a big tech anunciou o congelamento de 5 mil vagas que estão em aberto e ainda não foram preenchidas
Se o número de demissões fosse um campeonato das big techs, a Meta, dona do Facebook, conquistaria o nada honroso posto de campeã. Depois de desligar 11 mil funcionários em novembro do ano passado, Mark Zuckerberg anunciou um novo corte da mesma magnitude.
A redução no quadro pessoal deve atingir 10 mil profissionais nos próximos meses, disse Zuckerberg em e-mail aos funcionários nesta terça-feira (14) e publicado no blog da big tech.
“Com menos contratações, tomei a difícil decisão de reduzir ainda mais o tamanho de nossa equipe de recrutamento. Informaremos os membros da equipe de recrutamento amanhã se eles foram afetados”, escreveu o CEO da Meta.
Segundo a carta, as demissões devem começar, de fato, no final de abril e atingir os núcleos de tecnologia e negócios. Além disso, Zuckerberg disse que os desligamentos planejados podem acontecer até o final deste ano.
Além dos desligamentos, a Meta anunciou o congelamento de 5 mil vagas que estão em aberto e ainda não foram preenchidas.
“Como parte disso, pediremos a muitos gerentes que se tornem colaboradores individuais. Também teremos colaboradores individuais reportando em quase todos os níveis — não apenas no nível inferior — para que o fluxo de informações entre as pessoas que fazem o trabalho e o gerenciamento seja mais rápido.”
Leia Também
Em documento enviado à SEC, equivalente à CVM brasileira, a Meta informou que o impacto antecipado das demissões e os custos de reestruturação deve ficar entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões.
Com as demissões anunciadas em novembro do ano passado, a Meta deve demitir cerca de 21 mil profissionais em um período de, aproximadamente, 14 meses — e coroar-se como a empresa de tecnologia que mais demitiu no período.
Contudo, as recorrentes reduções nos quadros de funcionários nas big techs são consideradas movimentos de “correção”. No caso da Meta não é diferente.
A empresa de Zuckerberg, que viveu “tempos áureos" no início da pandemia quando a demanda por tecnologia — como ferramentas de comunicação à distância — cresceu, contratou pouco mais de 42 mil profissionais.
Além disso, as demissões na dona do Facebook fazem parte do planejamento de 2023, que Zuckerberg considera “o ano da eficiência”.
Também no e-mail aos funcionários — e na publicação no blog — o CEO da Meta afirmou que as reduções na força de trabalho em novembro passado resultaram, de forma "surpreendente", em processos “mais rápidos”.
Em pouco mais de dois meses, quase 500 empresas de tecnologia demitiram cerca de 128,2 mil pessoas em 2023, de acordo com o portal Layoffs.fyi, que reúne todas as demissões do setor no mundo.
Mas, considerando o ano anterior, o saldo global de demissões é de, aproximadamente, 162 mil. E, entre as pessoas afetadas estão os profissionais das big techs Amazon, Alphabet — dona do Google — e Microsoft, além da Meta.
Com a revisão de janeiro, a empresa de Jeff Bezos desligou 18 mil pessoas. O Google também prevê a redução de 6% do quadro de pessoal, o que corresponde à demissão de 12 mil profissionais.
Por fim, a Microsoft deve concluir neste mês, o corte de 10 mil empregos em todo o mundo.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques