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Os analistas do banco afirmar os lançamentos fracos da MRV pode ser indícios de problemas no futuro
Com a data de divulgação dos balanços das construtoras e incorporadoras da B3 se aproximando — confira aqui o calendário completo —, o Citi analisou as prévias do setor, especialmente os números das construtoras focadas em imóveis de baixa renda, e chegou a uma conclusão: a MRV (MRVE3) não é a melhor opção para os investidores no segmento.
Para os analistas, o grupo de empresas como um todo mostrou força com as prévias do terceiro trimestre, que indicaram velocidade de vendas e poder de precificação melhores que o previsto.
Mas afirmam que os lançamentos fracos da MRV, que é o maior nome dentro do segmento, podem ser indícios de “atritos no futuro”. A companhia reportou um avanço modesto, de 2,9%, no indicador, que chegou a R$ 1,8 bilhão.
Além disso, o Citi acredita que a Resia pode enfrentar dificuldades para reciclar o portfólio em meio à alta dos juros nos Estados Unidos. A incorporadora norte-americana, que é subsidiária da companhia brasileira, registrou uma queima milionária de caixa no período.
Por isso, os analistas revisaram para baixo as estimativas da MRV e declaram esperar que outra construtora de baixa renda supere a performance da empresa: Direcional (DIRR3).
O Citi elevou de neutra para compra a recomendação das ações DIRR3 — o preço-alvo foi mantido em R$ 22 por papel — e argumenta que a construtora deverá lucrar com um lançamento de uma opção de utilização do fluxo futuro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV)
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O banco também manteve a recomendação de compra para as ações MRVE3, mas cortou o preço-alvo em mais de 35%, de R$ 17 para R$ 11 por papel.
Os analistas apontam ainda que a Direcional exibe métricas operacionais “muito mais consistentes” do que a MRV. A companhia teve alta de 17,7% no VGV lançado no terceiro trimestre, para R$ 1,4 bilhão, e de 18,6% nas vendas líquidas, que chegaram a R$ 1 bilhão.
Mas, apesar do upgrade da recomendação para a Direcional, o Citi destacou que a Cury (CURY3) ainda é sua favorita dentro do setor, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 21 por ação
A preferência é justificada pela exposição a São Paulo e ao Rio de Janeiro, o que permite que a companhia surfe nas melhorias regulatórias de ambos os mercados — como um plano diretor pró-negócios que deve ser lançado na capital fluminense.
“Os investidores sempre afirmaram que a Cury poderia lutar para manter as margens em um nível operacional de volume maior, especialmente dada a concorrência mais acirrada entre os participantes do mercado nas faixas mais altas do MCMV. Ficamos, portanto, aliviados ao ver a empresa fazer importantes aquisições de terrenos da faixa 3 em São Paulo que devem se beneficiar de alterações regulatórias significativas”, acrescentam os analistas.
Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro
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