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O banco digital vem seguindo o plano de negócios previsto no IPO e conseguiu antecipar a lucratividade, mas será que isso é o suficiente para ter os papéis em carteira? A analista Larissa Quaresma responde
O Nubank (NUBR33) está fazendo a lição de casa e segue à risca o plano de negócios divulgado na oferta pública de ações (IPO): a base de clientes cresce, mais produtos estão sendo lançados para monetizar essa base e a ativação dos usuários aumenta.
Mais que isso: algumas decisões tomadas no ano passado parecem ter acelerado o caminho do banco digital rumo à rentabilidade, a exemplo das "caixinhas", do reapreçamento das linhas de crédito e da racionalização dos custos e despesas.
Depois de passar por um período nebuloso, será que chegou a hora do Nubank voltar a brilhar? Quem responde essa pergunta é a analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma.
Segundo ela, a decisão do banco de priorizar a rentabilidade parece ser a trajetória correta para que a empresa tenha sucesso daqui para frente. Mas o Nubank ainda tem algumas pedras para retirar desse caminho rumo ao sucesso.
E, mesmo se for bem sucedido nesse plano, isso não necessariamente vai representar uma oportunidade para quem comprar as ações hoje. Entenda a seguir o porquê.
As projeções da Empiricus para o Nubank foram atualizadas — e melhoradas. Se olharmos para a carteira de crédito, por exemplo, a projeção de crescimento médio passou de 39% ao ano para 47% ao ano até 2027.
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“Entre 2018 e 2022, a carteira cresceu a uma média de 68% ao ano. Estamos estimando que o lançamento de novas linhas e geografias sustentará boa parte do crescimento passado”, disse Quaresma.
Para ela, esse cenário implica que, em 2030, o Nubank atingirá cerca de 10% de participação no mercado de crédito ao varejo, um tamanho similar ao Itaú, que tem 12%. “É uma projeção bem ambiciosa, mas factível”, afirma a analista da Empiricus.
Outro ponto positivo que ela destaca é a inadimplência, que deve ser um pouco mais controlada, já que a companhia lançará linhas de crédito em que a falta de pagamento é menor, como consignado e imobiliário.
“Projetamos também mais ganho de rentabilidade proveniente da diluição de despesas operacionais, que passam a crescer em um ritmo menor, já que a companhia tem uma agenda de controle mais forte hoje. Isso nos levou a estimativas de lucros melhores para os próximos anos”, afirma Quaresma.

Embora a lucratividade do Nubank tenha vindo antes do esperado, Quaresma acredita que não justifica as cotações atuais das ações na bolsa.
A Empiricus revisou as projeções para o banco a fim de refletir melhor o estágio atual e os planos da companhia, com crescimento maior da carteira de crédito, inadimplência mais controlada e mais economia de despesas.
Por outro lado, a casa aumentou o custo de capital do acionista, para refletir a Selic mais alta, e diminuiu o crescimento na perpetuidade, já que o Nubank chegará ao final da projeção com uma participação de mercado relevante.
Esse cenário levou a Empiricus a um preço justo de R$ 2,70 para os BDRs do Nubank — um valor 35% acima do preço justo anterior de R$ 2,00, mas, mesmo assim, 35% abaixo do fechamento de ontem de R$ 4,15.

Sob a ótica dos múltiplos, Quaresma diz que o Nubank ainda negocia a um prêmio bem relevante sobre seus pares: 155x o lucro projetado para 2023, ou 5x seu valor patrimonial.
Sendo assim, a Empiricus mantém a recomendação de venda de NUBR33, que segue como posição vendida de diversas carteiras da Empiricus Research.
O Nubank reafirmou que mantém os planos de migrar os BDRs do Nível III para o Nível I. Essa mudança, segundo a Empiricus, deve acontecer mais para frente porque a companhia ainda está desenhando o formato de migração junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
“A intenção é evitar uma venda forçada de papéis, o que poderia exercer uma pressão vendedora significativa”, disse Quaresma.
Para aqueles vendidos nos BDRs, a analista da Empiricus diz que, provavelmente, terão que acompanhar o formato de migração escolhido pelo doador do papel.
“A recomendação de venda independe disso. Do nosso lado, continuaremos a monitorar a migração e manteremos o assinante informado”, acrescenta.
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A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco