O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mesmo desembargador que havia concedido a liminar ao banco determinou hoje que o valor que estava retido deve ser revertido à ação de recuperação judicial
A Americanas (AMER3) já havia oficializado a recuperação judicial (RJ) na semana passada. Mas ainda havia um obstáculo em seu caminho para renogociação das dívidas: um bloqueio de R$ 1,2 bilhões promovido por uma liminar obtida pelo BTG Pactual.
O congelamento dos recursos, porém, acaba de ser derrubado pelo mesmo desembargador que o havia autorizado, Flávio Horta Fernandes, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Baseando-se em um dos artigos da Lei 11.101/05 — que diz que "estão sujeitos à RJ todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos, bem como as obrigações anteriores observando as condições originalmente contratadas ou definidas em lei —, o magistrado reverteu a decisão nesta terça-feira (24).
Ainda segundo a determinação do desembargador, o valor que estava retido deve ser revertido à ação de recuperação judicial até que o mérito da ação movida pelo BTG seja julgado. "Cabe ao Administrador Judicial comprovar ao Juízo a utilização dos recursos com destinação exclusiva ao fluxo de caixa da atividade empresarial”, destacou Fernandes na decisão.
O bloqueio havia sido autorizado pela Justiça na última quarta-feira (18) e atendia a um mandado de segurança no qual o BTG pedia a suspensão da tutela cautelar preparatória de recuperação judicial obtida pela Americanas em 13 de janeiro.
Na decisão, à qual o Seu Dinheiro teve acesso, o Fernandes escreveu sobre a necessidade de se investigar a medida — que suspendia as obrigações financeiras da varejista por 30 dias — para que ela não fosse utilizada como "meio de fraude a credores".
Leia Também
"Há, portanto, além do cuidado inerente à espécie, necessidade de se realizar prévio diagnóstico da empresa, a fim de aferir a real situação econômico-financeira e jurídica antes de optar por alguma ferramenta de resguardo e soerguimento, sobretudo medidas que podem tornar-se irreversíveis", escreveu o desembargador.
No mandado de segurança, o BTG alegava ainda que a tutela cautelar concedida à Americanas confundia-se com a aprovação de um pedido de recuperação judicial, algo que ainda não havia sido feito.
Um dia depois da decisão, porém, a empresa oficializou a solitação da RJ. O pedido foi aprovado e agora a Americanas tem até até dois meses para apresentar ao juiz uma proposta de recuperação, que também terá que ser aprovada pelos credores.
A empresa comandada pelo famoso trio de empresários formado por Jorge Paulo Lehman, Betto Sicupira e Marcel Teles soma dívidas no valor de R$ 43 bilhões com bancos e fornecedores, além de questões trabalhistas. Estima-se que a Americanas tenha 16.300 credores, incluindo o BTG Pactual.
Na esteira do rombo da Americanas, o Bradesco manifestou publicamente rejeição ao que chamou de narrativas que atribuem às instituições financeiras a responsabilidade sobre eventuais práticas irregulares adotadas por empresas que fazem negócios com o banco.
“Não compactuamos com alegações que buscam criar narrativas para atribuir aos bancos qualquer responsabilidade sobre as práticas contábeis irregulares da empresa e, assim, desviar a atenção do problema central, ou seja, a falta de consistência dos números das demonstrações financeiras e as responsabilidades dos seus dirigentes sobre tal fato”, afirmou o banco, em nota divulgada na tarde de hoje pela Broadcast.
A instituição disse ainda que a governança contábil das empresas é responsabilidade exclusiva de seus administradores, o que inclui o conselho de administração.
O Bradesco é, segundo fontes, o banco com o maior volume de empréstimos à Americanas, embora não seja o que está relativamente mais exposto à empresa.
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores