O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos avaliou a participação da Novonor na Braskem em R$ 10,5 bilhões, um prêmio de mais de 100% sobre as cotações na B3
A disputa pela participação da Novonor (antiga Odebrecht) na Braskem (BRKM5) entrou um novo round com a nova proposta lançada pela Adnoc.
A petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos avaliou a participação da Novonor em R$ 10,5 bilhões. O valor representa um prêmio de mais de 100% em relação às cotações atuais da Braskem na bolsa.
No pregão da B3, as ações da Braskem (BRKM5) reagiram logo na abertura e disparavam 17,30%, a R$ 20,27, por volta das 12h05 desta quinta-feira.
Apesar da animação dos investidores, a nova proposta da Adnoc não esclarece uma questão essencial para o investidor das ações na bolsa: o que acontece com os minoritários da Braskem se o negócio for adiante?
Lembrando que a Petrobras (PETR4) controla a Braskem ao lado da Novonor e tem o direito de preferência na compra da participação da sócia. Até o momento, a estatal não anunciou o que pretende fazer.
A nova oferta da Adnoc prevê que a antiga Odebrecht permanecerá com 3% do capital da Braskem (BRKM5) após a transação. Mas a negociação precisa passar pelos bancos credores, que possuem ações da petroquímica em garantia de empréstimos. A Novonor está em recuperação judicial desde 2020.
Leia Também
A Adnoc ofereceu às instituições financeiras o pagamento de 50% do valor da participação em dinheiro e a outra metade em dívida. Nesse caso, a petroleira emitiria títulos com prazo de vencimento de sete anos e juros de 7,25% ao ano em dólares.
A proposta equivale a um valor presente de R$ 37,30 por ação da Braskem, o equivalente a um prêmio de 116% sobre as cotações de ontem, de acordo com cálculos do BTG Pactual.
Ou seja, trata-se de uma oferta melhor do que a primeira feita pela Adnoc em maio, cujo valor presente era de R$ 30 por ação.
Por fim, a proposta da Adnoc é não-vinculante e depende da análise das contas da Braskem (due diligence), a apuração dos passivos, incluindo o evento do afundamento do solo em bairros de Maceió (AL), além do alinhamento com a Petrobras (PETR4).
Quanto aos minoritários, o que está em jogo é o chamado tag along. Ou seja, ou seja, o direito de vender as ações nas mesmas condições oferecidas aos controladores.
Questionado sobre o assunto em teleconferência com analistas, o diretor financeiro e de relações com investidores da Braskem, Pedro Freitas, afirmou que, em tese, a venda da participação da Novonor dispararia o tag along para os minoritários.
O estatuto da petroquímica garante hoje a todos os acionistas, inclusive aqueles com ações preferenciais (BRKM5), o direito ao tag along.
"Mas tudo vai depender da estrutura do negócio", afirmou o diretor, ao ponderar que a companhia não participa das negociações.
Lembrando que, das propostas que a Novonor recebeu até o momento, a única que trata dos minoritários é a da Unipar (UNIP6).
Em junho, o grupo ofereceu R$ 36,50 por ação da petroquímica, em uma oferta que já prevê a realização de uma oferta pelas ações dos minoritários nos mesmos termos da Novonor.
Além dos dois grupos, a J&F Participações também manifestou interesse na Braskem. A holding que reúne os investimentos da família Batista, controladora da gigante de alimentos JBS (JBSS3) ofereceu em julho R$ 10 bilhões pelos créditos que os bancos possuem contra a antiga Odebrecht.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro