O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado do Banco do Brasil representa um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o mercado esperava mais
A barra para o balanço do Banco do Brasil (BBAS3) aumentou depois dos bons resultados apresentados pelo Itaú (ITUB4). Mas desta vez o banco público ficou aquém das expectativas e registrou lucro líquido de R$ 8,785 bilhões no terceiro trimestre deste ano.
Claro que isso é muito dinheiro e ainda representa um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O problema é que o mercado esperava um lucro ainda maior, de R$ 9,010 bilhões, de acordo com a projeção média dos analistas que o Seu Dinheiro compilou.
De todo modo, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) de 21,3% do Banco do Brasil superou a do Santander (13,1%) e Itaú (21,1%). Amanhã será a vez de o Bradesco divulgar o balanço do terceiro trimestre.
Uma análise dos números do Banco do Brasil mostra um peso ainda grande das provisões para calotes no crédito. Elas aumentaram 66,4% em relação ao mesmo período do ano passado e 4,7% no trimestre, para R$ 7,5 bilhões.
O banco atribui o aumento das provisões à elevação de nível de risco de créditos "de empresa do segmento large corporate que entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro de 2023".
Embora não cite o nome, provavelmente se trata da Americanas. Agora o BB absorveu totalmente o calote da empresa, com 100% do valor provisionado.
Leia Também
O índice de inadimplência do Banco do Brasil como um todo encerrou setembro em 2,8%. Isso significa uma alta de 0,1 ponto percentual no trimestre e de 0,4 ponto em 12 meses.
Ao mesmo tempo, a carteira de crédito do BB atingiu a marca de R$ 1,066 trilhão, um avanço trimestral de 2% e de 10% na comparação com setembro do ano passado.
O grande destaque foi o agro, que apresentou um crescimento anual de 18,9% no saldo de financiamentos.
Com o avanço do crédito, a margem financeira — linha que contabiliza as receitas com financiamentos menos o custo de captação do dinheiro — teve um forte aumento de 21,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
Por outro lado, a receita com prestação de serviços e tarifas do Banco do Brasil desacelerou no terceiro trimestre e somou R$ 8,7 bilhões, alta de 1,7%.
Apesar do crescimento menor, no acumulado do ano o BB segue dentro do guidance (projeção) de aumento entre 4% e 8% das receitas de serviços neste ano.
Algo semelhante acontece com as despesas administrativas, que avançaram em ritmo maior do que as receitas e atingiram R$ 9,2 bilhões no terceiro trimestre (+9,2%).
Já quando se olha de janeiro a setembro, o aumento das despesas ficou em 8% — dentro, portanto, do guidance de crescimento entre 7% e 11%.
Com o resultado do terceiro trimestre, o Banco do Brasil também caminha com folga para cumprir a meta de lucro de 2023, que varia entre R$ 33 bilhões e 37 bilhões.
Se o resultado do Banco do Brasil não foi perfeito, pelo menos o investidor com foco em proventos tem o que comemorar. Junto com o balanço, o BB anunciou que o pagamento de R$ 291 milhões em dividendos e R$ 1,958 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP).
Veja a seguir o valor por ação:
O Banco do Brasil pretende pagar os dividendos em 30 de novembro. Mas para ter direito de receber é preciso ter ações BBAS3 no dia 21/11.
O BB informou ainda que pagou como remuneração antecipada R$ 953,7 milhões em JCP aos acionistas no último dia 29 de setembro.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira