O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a mineradora, os preços menores realizados tanto do minério de ferro como do níquel impactaram o resultado entre abril e junho deste ano

Logo após anunciar uma transação bilionária envolvendo a unidade de metais básicos, a Vale (VALE3) divulgou nesta quinta-feira (27) o balanço do segundo trimestre — e o que se viu foi a queda das principais métricas financeiras da mineradora.
O documento mostra que a Vale registrou lucro líquido de US$ 892 milhões no período, resultado 78,2% menor do que o reportado entre abril e junho do ano passado.
Já a receita líquida de vendas da companhia recuou 13,3% no segundo trimestre deste ano ante o mesmo período do ano anterior, somando US$ 9,673 bilhões.
De acordo com a mineradora, os preços menores realizados tanto do minério de ferro como do níquel impactaram o resultado entre abril e junho deste ano.
A variação negativa dos preços também afetou o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia, que anotou uma queda de 26,3% em base anual, para US$ 3,8 bilhões. Já o indicador proforma, que exclui as despesas relacionadas a Brumadinho, caiu 25,1% e chegou a US$ 4,1 bilhões.
Por falar no rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, que era operada pela Vale e resultou na morte de pelo menos 270 pessoas em 2019, o saldo de provisões para indenizações e outros gastos ligados à tragédia foi de US$ 6,9 bilhões no final de junho. O impacto total no Ebitda chegou a US$ 16,7 bilhões entre 2019 até o segundo trimestre de 2023.
Leia Também
O custos de descaracterização somaram US$ 95 milhões, enquanto os gastos com acordo e doações foram de US$ 140 milhões no segundo trimestre.
Uma das poucas altas do balanço apareceu na linha de um indicador cuja subida costuma preocupar os investidores: a dívida líquida da Vale cresceu 67,3%, passando de US$ 5,3 bilhões no segundo trimestre de 2022 para US$ 8,9 bilhões entre abril e junho deste ano.
Além dos destaques financeiros, a companhia já havia publicado os números operacionais neste mês. A Vale viu sua produção de minério de ferro subir 6,3%, ainda na base anual, para 78.743 mil toneladas métricas (Mt).
Já as vendas de finos de minério de ferro avançaram 0,9% no período, ante o 2T22, para 63.329 Mt.
Mesmo com a performance abaixo do esperado para o segundo trimestre, o conselho de administração da Vale aprovou a distribuição de R$ 8,2 bilhões bruto em juros sobre o capital próprio (JCP). O montante corresponde a R$ 1,917008992 bruto por ação. Vale lembrar que sobre esses valores incide 15% de imposto de renda retido na fonte.
A data de corte será 11 de agosto de 2023, e a record date para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) será no dia 15 do mesmo mês. O pagamento ocorrerá em 1º de setembro deste ano.
As ações serão negociadas 'ex-JCP' na B3 e na NYSE a partir de 14 de agosto. Vale lembrar que as ações passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados. Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
VEM CISÃO AÍ?
A TESE AZEDOU?
FÔLEGO EXTRA
INDO ÀS COMPRAS
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O ADEUS DO ESTADO
ATENÇÃO, ACIONISTA
ESPAÇO PARA RECUPERAÇÃO?
ATENÇÃO CONSUMIDORES
NOVO PROGRAMA PARA CARRO NOVO
APÓS RESULTADOS FRACOS
SD ENTREVISTA
ATENÇÃO USUÁRIOS
HÁ DÉCADAS NA BOLSA
MAIS VALOR AO ACIONISTA
ADEUS BARRIGA DE CHOPE?
A CONTA NÃO FECHOU?
DESTAQUES
MINÉRIO DE FERRO
BARRADAS