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As batalhas na justiça serão suspensas para a negociação de um plano de recuperação judicial que agrade a maioria
Desde que a Americanas (AMER3) revelou um rombo bilionário no início do ano, uma verdadeira guerra entre os credores e os acionistas liderados por Jorge Paulo Lemann começou. Mas nesta terça-feira (11) uma trégua foi estabelecida e pode pavimentar o caminho para salvar a varejista.
A Americanas informou que chegou a um entendimento com alguns de seus credores financeiros para suspender temporariamente as disputas judiciais em curso.
Com o cessar-fogo, a varejista diz que as partes envolvidas poderão concentrar esforços na negociação de um plano de recuperação judicial aceitável para a maior parte dos credores e que viabilize o futuro operacional da Americanas.
Não está claro, no entanto, por quanto tempo a suspensão das disputas judiciais vai vigorar.
“A companhia espera que, durante esse período, as negociações culminem em um plano que conte com o apoio da maior parcela possível dos credores da Americanas e que possa ser submetido a uma Assembleia Geral de Credores dentro do prazo estabelecido pela legislação”, diz a Americanas em comunicado.
Segundo a varejista, caso não haja acordo com os credores em relação à última proposta apresentada, a companhia continuará empenhada em manter negociações construtivas em busca de uma solução sustentada que permita a continuidade de suas atividades.
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No início do mês, o CEO da Americanas, Leonardo Coelho, afirmou que a varejista deve pagar um pouco mais da metade da dívida com os credores — que soma cerca de R$ 43 bilhões — e, que, em razão da recuperação judicial, a companhia é "um canal dos mais confiável para o novo fornecedor", já que não pode atrasar pagamentos.
"O plano prevê que a gente vai conseguir pagar na média da massa dos credores algo como 55% das nossas dívidas. A recuperação de um credor colaborador pode ser 100%, assim como o credor com dívida de até R$ 12 mil. É um plano bastante ajustado. O desconto grande que puxa para baixo está do lado do financeiro — credores que emprestaram dinheiro à empresa. O desconto no financeiro é fundamental para ter ajuste de balanço", afirmou Coelho ao jornal O Globo.
Também no início deste mês, o plano de recuperação judicial da Americanas foi alterado, trazendo a novidade que os credores estavam esperando — Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira se mostraram dispostos a colocar mais R$ 2 bilhões para salvar a empresa, além daqueles R$ 10 bilhões já propostos.
Os novos aportes, no entanto, seriam feitos apenas se a Americanas atingisse determinados limites de alavancagem financeira ou, ainda, fique abaixo de certo nível mínimo de liquidez. Confira os detalhes dessa proposta.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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