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Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

DE OLHO NAS REDES

Americanas (AMER3), Oi (OIBR3) e mais: o que está por trás do ‘tsunami’ de endividadas na B3?

Americanas e Oi não estão sozinhas. Recentemente, uma série de empresas assustam o mercado por causa de dívidas. Descubra o que está por trás

Bia Azevedo
Bia Azevedo
13 de fevereiro de 2023
14:09
Americanas e Oi afundadas em dívidas
Imagem: Montagem Beatriz Azevedo

Recentemente, uma série de empresas da bolsa começaram a estampar os jornais pelo mesmo motivo: dívidas milionárias ou até bilionárias. É o caso da Americanas e Oi, que devem R$ 43 bilhões e R$ 30 bilhões respectivamente. 

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Apesar de chamarem mais atenção pelo tamanho assombroso da dívida, essas companhias não estão sozinhas. Light (LIGT3) e CVC (CVCB3) foram outras que aderiram à lista de companhias com a corda no pescoço.

Diante disso, uma pergunta que pode surgir na cabeça do investidor é: o que está por trás desse tsunami de endividados na B3? É isso que o Seu Dinheiro responde em 5 minutos num vídeo exclusivo para o nosso canal do YouTube. Veja a seguir e descubra por que essas empresas estão passando por poucas e boas:

VEJA TAMBÉM - Mesmo com Americanas ‘fora da conta’, resultado do Bradesco foi decepcionante: lucro do banco deve ser até 40% menor que o do Itaú neste ano 

Em uma publicação na nossa página do Instagram, nós também damos detalhes sobre o ‘efeito Americanas’ no Bradesco. Para você ter uma ideia do estrago, a dívida da Americanas com o banco chega a R$ 4,8 bilhões, a maior com uma instituição financeira. 

E o Bradesco considerou “perda total” e decidiu provisionar 100% do valor. Com isso, o lucro líquido do quarto trimestre de 2022 teve queda de 76%. Mas, mesmo se excluirmos o impacto da Americanas, os números ainda seriam fracos para o banco. 

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VEJA TAMBÉM - Itaú considera “perda total” em Americanas: isso pode afetar crédito para empresas? CEO do banco responde

Em outra publicação na nossa página do Instagram, nós falamos um pouco mais sobre o impacto Americanas no Itaú e como isso pode trazer consequências para outras empresas em busca de crédito. 

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VEJA TAMBÉM - Americanas não é o único escândalo na carreira de Lemann: descubra outros 3 grandes fracassos na história do homem mais rico do Brasil

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