O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fontes ouvidas pela Bloomberg disseram que os acionistas de referência da empresa fizeram a oferta, mas os bancos querem mais
Jorge Paulo Lemann e seus parceiros de negócios da 3G, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, parecem estar tentando jogar um colete salva-vidas para a Americanas (AMER3) não se afundar no buraco de R$ 20 bilhões recentemente revelado.
Segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Bloomberg, os acionistas de referência da varejista se dispuseram a fazer uma injeção de capital de R$ 6 bilhões para mitigar os efeitos da inconsistência contábil.
A proposta, de acordo com as fontes, foi apresentada durante negociações que aconteceram nesta sexta-feira (13) com o ex-presidente da Americanas, Sergio Rial, e alguns dos maiores bancos do Brasil.
O problema é que os banqueiros acreditam que o colete que Lemann e os sócios querem usar para resgatar a Americanas não dará conta da missão e pediram mais de R$ 10 bilhões nas negociações — que devem continuar na segunda-feira (16). Entenda os motivos que jogaram a Americanas nessa situação:
Enquanto os salva-vidas não conseguem se entender quanto ao valor do resgate da Americanas, a varejista deu um passo nesta sexta-feira (13) na direção da recuperação judicial.
Um Juiz da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu uma medida de tutela de urgência cautelar a pedido da empresa, etapa que antecede a recuperação judicial.
Leia Também
Essa decisão blinda a Americanas contra possíveis bloqueios ou penhoras de bens e adia o pagamento das dívidas, que, segundo o documento do tribunal carioca, chegam a R$ 40 bilhões.
O valor é o dobro do estimado para as inconsistências contábeis descobertas na última quarta-feira (11). A varejista afirma que a diferença da cifra deve-se a cláusulas de vencimento antecipado e imediato presentes "praticamente em todos os contratos".
Atualmente, Lemann, Telles e Sicupira possuem uma participação de cerca de 31% e disseram ao conselho que planejam continuar apoiando a empresa.
Fontes ouvidas pela Bloomberg disseram ainda que alguns dos maiores credores da Americanas não planejam cortar crédito ou acelerar o vencimento da dívida desde que a empresa receba um aumento de capital imediato.
Essas mesmas fontes, no entanto, indicam que os banqueiros provavelmente reduzirão os valores de crédito gradualmente, dependendo de como os principais acionistas responderem à crise.
*Com informações da Bloomberg
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%